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“Um manda e outro obedece”? Cervantes ensina que não!

“Um manda e outro obedece”? Cervantes ensina que não!

Além de Santos Cruz, o general da reserva Paulo Chagas alfinetou o ministro Pazuello no Twitter:

General Santos Cruz critica fala do ministro Pazuello sobre obediência

General Santos Cruz critica fala do ministro Pazuello sobre obediência

Bolsonaro em visita a Pazuello no hospital

Na mais clara crítica a um militar integrante do governo desde que foi exonerado da Secretaria de Governo da Presidência, o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz fez hoje comentário sobre o posicionamento de seu colega da ativa, o general Eduardo Pazuello.
Em postagem no Twitter, sem citar o nome, Santos Cruz corrigiu a fala do ministro da Saúde, que foi desautorizado por Jair Bolsonaro . O presidente desfez o acordo que Pazuello tinha firmado para a compra de vacinas produzidas em conjunto por uma indústria chinesa e o Instituto Butantan.
“HIERARQUIA E DISCIPLINA, na vida militar e civil, são princípios nobres. Não significam subserviência e nem podem ser resumidos a uma coisa” simples assim, como um manda e o outro obedece “… como mandar varrer a entrada do quartel”, escreveu Santos Cruz.


Em vídeo veiculado ontem nas redes sociais, Pazuello aparece ao lado de Bolsonaro desmentindo que estava de saída do governo, desgostoso com a decisão do presidente de anular o acordo que tinha feito com o governador de São Paulo, João Doria .
“Senhores, é simples assim: um manda e o outro obedece”, resumiu o ministro-geral.
CHICO ALVES(UOL)/montedo.com

Gripen: Dia do Aviador marca estreia de nova frota de caças da FAB

Gripen: Dia do Aviador marca estreia de nova frota de caças da FAB

Comando da Aeronáutica apresenta novas aeronaves F-39E Gripen
O Comando da Aeronáutica apresentou hoje (23), ao vivo, os novos caças multimissão F-39E Gripen, importados da Suécia – parte de um acordo de transferência de tecnologia militar. A apresentação acontece durante as comemorações do Dia do Aviador, na Base Aérea de Brasília.

Acompanhe a cerimônia:

O Dia do Aviador
Criado para celebrar todos que arriscam a vida nos céus, o Dia do Aviador, comemorado em 23 de outubro, remete ao voo de Alberto Santos Dumont, pai da aviação, e sua aeronave, o 14-Bis. O voo ocorreu na França em 1906, no Campo Bagatelle, e daria início a uma revolução no transporte de passageiros e nos hobbies de centenas de milhões de pessoas que usam os princípios da aerodinâmica para alçar voos.
O Dia do Aviador foi instituído em 1936, pela lei nº 218. Alberto Santos Dumont também é considerado patrono da aeronáutica, e possui a patente militar de marechal-do-ar. Santos Dumont dá nome, ainda, a uma importante honraria concedida pela Força Aérea Brasileira, a “Medalha do Mérito Santos-Dumont”.

Aeronaves de combate
Rebatizado pela Força Aérea Brasileira de F-39E, o Gripen NG é de origem sueca. O Brasil encomendou, em 2014, 36 unidades da fabricante Saab. Eles substituem a frota atual, que é composta por caças F-5, de origem norte-americana.
Os F-39E custaram para os cofres públicos cerca de R$ 24 bilhões, financiados em 25 anos. O recebimento das 36 unidades, no entanto, também é fracionado.
Capaz de voar em uma velocidade máxima de 2.400 km/h – praticamente duas vezes a velocidade do som (1.224 km/h), os F-39E são considerados “multimissão”, ou seja, podem participar de confrontos no ar, na terra e no mar.


Agência Brasil/montedo.com

O que diz o Ministério da Defesa sobre a queixa dos militares da reserva

O que diz o Ministério da Defesa sobre a queixa dos militares da reserva

Em nota enviada à Gazeta do Povo, o Ministério da Defesa informou que a reforma da Previdência dos militares “reestruturou a carreira militar e dispôs sobre o Sistema de Proteção Social dos Militares, não se tratando, portanto, de reajuste salarial” e foi amplamente discutida, “inclusive com minucioso detalhamento financeiro e audiências públicas, nas duas Casas do Congresso Nacional, contando com a participação ativa do Ministério da Economia”.
“Todos os militares, oficiais ou praças, foram tratados de forma absolutamente equivalente, inclusive em termos de adicionais de habilitação e adicionais de compensação por atividade militar, valorizando a experiência e a meritocracia, como fica claro no texto da lei e de seus anexos”, afirmou ainda a Defesa.
A pasta refutou ainda a representatividade dos manifestantes, alegando que eles estão ligados a uma minoria e afirmando que “as associações que tem se manifestado, não representam as praças e pensionistas das Forças Armadas, sendo, inclusive, proibidas por lei de terem atuação política”.

Leia a nota na íntegra:
“A Lei nº 13.954/2019 reestruturou a carreira militar e dispôs sobre o Sistema de Proteção Social dos Militares, não se tratando, portanto, de reajuste salarial. A Lei não beneficiou “principalmente os oficiais”. Todos os militares, oficiais ou praças, foram tratados de forma absolutamente equivalente, inclusive em termos de adicionais de habilitação e adicionais de compensação por atividade militar, valorizando a experiência e a meritocracia, como fica claro no texto da lei e de seus anexos.
O assunto foi tratado com absoluta transparência, por meio do Projeto de Lei nº 1645/2019, que foi amplamente discutido, inclusive com minucioso detalhamento financeiro e audiências públicas, nas duas Casas do Congresso Nacional, contando com a participação ativa do Ministério da Economia. Após ser detalhadamente examinado e debatido nas respectivas comissões, o PL nº 1645/2019 foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. Assim, o Presidente da República sancionou a Lei nº 13.954, de 16 de dezembro de 2019.
Ressalta-se, ainda, que as associações que tem se manifestado, não representam as praças e pensionistas das Forças Armadas, sendo, inclusive, proibidas por lei de terem atuação política. A Constituição Federal (Art. 142, Inc IV) e o Estatuto dos Militares (Art. 151) proíbem manifestações e a vinculação do nome das Forças Armadas a associações de caráter reivindicatório.
As ditas associações estão ligadas a uma minoria, que não foi contemplada em sua plenitude com as mudanças advindas da reestruturação da carreira, por não possuírem os todos os requisitos valorizados pelo projeto.
A maioria dos militares, sejam oficiais, sejam praças, foram favorecidos pelas alterações dos percentuais do Adicional de Habilitação – referente aos cursos realizados com aproveitamento pelo militar e pela criação do Adicional de Compensação por Disponibilidade Militar, que valoriza a disponibilidade permanente e a dedicação exclusiva inerentes à carreira militar.
O Ministério da Defesa entende que não houve distorções no Projeto, à medida que não se tratou de um reajuste salarial, mas de uma reestruturação de carreira, que foi iniciada em 2016 e cujas ideias-forças foram a valorização da meritocracia, da dedicação exclusiva e da disponibilidade permanente, inerentes à carreira militar. Mesmo assim, reitera seu compromisso, assumido à época, de participar das discussões de comissão venha a ser criada no Congresso Nacional sobre o tema. Em suma, o assunto sempre foi e, continuará sendo, tratado com absoluta transparência pelo Ministério da Defesa.””
Gazeta do Povo/montedo.com

Engoliu! Pazuello ‘bate continência’ e liquida especulações de suposta insatisfação

Engoliu! Pazuello ‘bate continência’ e liquida especulações de suposta insatisfação

Fiel à hierarquia, um dos mais caros valores da caserna, general lembra: “um manda, o outro obedece”

Cláudio Humberto
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, liquidou especulações sobre sua suposta “insatisfação” com a decisão do presidente Jair Bolsonaro de desautorizar o acordo para comprar 46 milhões de doses de eventual vacina de origem chinesa, produzida pelo Butantã. “Um manda, outro obedece”, resumiu o general e ministro, fiel à hierarquia, um dos mais caros valores da caserna. Bolsonaro é o presidente, comandante em chefe das Forças Armadas, é ele quem manda. Simples assim.

PERNAS CURTAS
Divulgou-se a lorota de “insatisfação dos militares” pelo fato de Pazuello ter sido desautorizado. Todos eles também batem continência.

JOGO POLÍTICO
Inexperiente em política, Pazuello foi convencido de que estaria sendo usado para favorecer o governador João Doria, inimigo do seu chefe.

FESTA EM CASA ALHEIA
Para o Planalto, Doria manipulou o ministro para brilhar numa festa para a qual não convidaram o “dono da casa”, que resolveu chutar o balde.
DIÁRIO DO PODER/montedo.com

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