Escolha uma Página
“Mutuca tira boi do mato!” Senador se explica sobre comissão que nunca existiu: “Estão nos enrolando!”

“Mutuca tira boi do mato!” Senador se explica sobre comissão que nunca existiu: “Estão nos enrolando!”

Pois é. Coincidência ou não, dois dias após a postagem Cadê a Comissão que estava aqui, Senador?, o Senador Izalci Lucas tratou de postar um vídeo justificando a não criação da comissão que reuniria, além dele próprio, altos representantes do Ministério da Economia, da Secretaria de Governo e do Ministério da Defesa para resolver as “distorções na Lei 13.954/2019, que reestrutura as carreiras e reforma o sistema previdenciário dos militares”.

“Não me venha com chorumelas!”
No vídeo, o senador desfia um rosário de desculpas e justificativas, típicas dos políticos à moda antiga. O objetivo é um só: procrastinação!

Enrolation
“Tá nos enrolando já!”, diz o senador, referindo-se ao Governo. Vale lembrar que Izalci é vice-líder do governo no Senado.

A pergunta que não quer calar
Quem está enrolando quem?

Assista ao vídeo, e tire suas próprias conclusões:

Zero Um! Sargento é primeiro colocado em curso de explosivos em escola da marinha americana

FAB: 2º Sgt Especialista em Material Bélico conquista primeira colocação no Curso de “Explosive Ordnance Disposal” nos EUA

Guilherme Wiltgen
O 2º Sgt Thiago Mendes Nery especialista em Material Bélico (BMB), recebeu o diploma de honra como primeiro colocado no Curso denominado “Explosive Ordnance Disposal” (EOD). O curso aconteceu no estado da Flórida (EUA), durante o período de 11 de julho de 2019 a 28 de janeiro de 2020, na Naval School Explosive Ordnance Disposal, situada na Base da Força Aérea de Eglin.
Formado na Escola de Especialistas da Aeronáutica (EEAR) em 2006, o 2S Nery é graduado em Física pela Universidade de Taubaté (2018) e também possui diversos cursos operacionais no âmbito Força Aérea Brasileira (FAB), tais como Curso de Inspetor de Material Bélico (CIMBE), Curso de Manipulação de Material de Demolição (CMMAD), Curso de Neutralização e Destruição de Artefatos Explosivos (CNDAEX) dentre outros.
Sabendo da importância e necessidade de militares capacitados, o militar do IAE se sentiu motivado a realizar o curso, por se tratar do Curso de maior reconhecimento dentro e fora do Brasil no tocante a artefatos explosivos. “Empenhei-me para alcançar esse respeitado e restrito quadro dentro da FAB a fim de alcançar conhecimentos e experiências ímpares dentro e fora da vida militar”, afirmou o 2S Nery.
Esta qualificação não foi fácil, exigiu muita dedicação do militar em diversas fases até a referida conquista.
Inicialmente foi necessário realizar uma prova de proficiência da língua inglesa na embaixada americana, ainda no Brasil, para assim, dar continuidade no processo. Então foi declarado apto para iniciar o curso American Language Couse – Specialized English Training (ALC-SLC), que tem por objetivo confirmar o nível de inglês do candidato durante 9 semanas. Com o grau obtido neste Curso inicial, concluiu-se que estaria apto a executar no Curso EOD. Assim iniciou o Curso EOD, na Naval School EOD situada na Eglin Air Force Base.
Durante 29 semanas, as disciplinas foram divididas em 3 módulos e 7 divisões. Apesar de ser um curso da Marinha Americana (NAVY), os alunos são das Forças Armadas de diversos países aliados, neste caso tratavam de 21 alunos de 15 nacionalidades diferentes, dentre estes, apenas 13 alunos conseguiram concluir o curso.
O corpo de instrutores é composto por militares das Forças Armadas Americanas e, todos, com experiência real na função EOD fora dos Estados Unidos da América (EUA).
O Curso EOD é um curso de extrema importância para todo o Sistema de Material Aeronáutico e Bélico (SISMAB) da Força Aérea Brasileira (FAB), pois, o militar EOD tem habilitação para responder sinistros com quaisquer tipos de artefatos explosivos encontrados dentro e fora de regiões de combate, incluindo dispositivos improvisados, químicos e biológicos e, ainda, contribuir para a atualização e manutenção de toda a doutrina de manuseio e trato com explosivos dentro do SISMAB.
O 2S Nery destaca que “foi realmente uma honra ter sido escolhido para esta missão e ter trazido para o Brasil, e para a FAB, o diploma de honra dado ao primeiro colocado do Curso”, e conclui ainda, “espero, primeiramente, poder atender os sinistros advindos da Força Aérea Brasileira envolvendo explosivos e, também, contribuir para a atualização dos procedimentos adotados pelo SISMAB referentes a artefatos explosivos, assim como, poder agregar o quadro de instrutores dos cursos operacionais de explosivos da FAB (CMMAD e CNDAEX).
Defesa Aérea & Naval/montedo.com

Bolsonaro coloca militar indicado pelo Centrão no comando da Funasa

Bolsonaro coloca militar indicado pelo Centrão no comando da Funasa

O coronel Silva entra no lugar de Marcio Sidney Sousa Cavalcante, exonerado hoje e que estava no posto desde o dia 9 de março

Em nova parceria entre militares e políticos do Centrão, o governo federal trocou o comando da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e nomeou nesta sexta-feira, 29, o comandante da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Giovanne Gomes da Silva, para a presidência do órgão. O nome foi uma indicação do deputado Diego Andrade (PSD-MG), em negociação capitaneada pelo presidente da sigla, o ex-ministro Gilberto Kassab.
Como mostrou o Estadão, a ala militar do Palácio do Planalto, até então crítica à chamada “velha política”, tem negociado a entrada de partidos do bloco no governo. Os acordos, com aval do presidente Jair Bolsonaro, têm sido capitaneados pelo ministro-chefe da Secretaria de Governo e general da ativa, Luiz Eduardo Ramos. O ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, também general, eventualmente participa das conversas que ocorrem dentro do Palácio do Planalto. O encontro dos dois extremos foi apelidado em Brasília de “Centrão Verde-Oliva” e acumula discórdia e desconfiança em todos os lados.
O coronel Silva entra no lugar de Marcio Sidney Sousa Cavalcante, exonerado hoje e que estava no posto desde o dia 9 de março. A Funasa é cobiçada por ser responsável por obras de saneamento básico em todo País. O órgão tem orçamento de R$ 3,13 bilhões para 2020.
Em live nas redes sociais na quinta-feira, 28, Bolsonaro reconheceu que negocia distribuição de cargos com partidos. “A imprensa sempre reclamou de mim que eu não tinha diálogo, que não conseguia atingir a governabilidade. De dois meses para cá eu decidi que tinha que ter uma agenda positiva para o Brasil, e comecei a conversar com os partidos de Centro também. Em nenhum momento nós oferecemos ou eles pediram ministérios, estatais ou bancos oficiais”, disse o presidente.
Além da Funasa, Bolsonaro já entregou o comando do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) ao Progressistas e a secretaria de Mobilidade Urbana do Ministério do Desenvolvimento Regional ao PL.
O PSD integra o Centrão, mas há resistências internas sobre o apoio ao governo Bolsonaro. “Respeito a decisão da maioria do PSD da Câmara de aliar-se ao governo federal. Peço, porém, que respeitem a minha posição no sentido de não concordar com essa postura”, escreveu o deputado Fábio Trad (PSD-MS) no Twitter, nesta sexta-feira, 29. “Eu não acredito em um governo que hostiliza a democracia. Continuarei independente e crítico em favor do país.”
Diego Andrade, padrinho da indicação na Funasa, é sobrinho do ex-senador Clésio Andrade, condenado no chamado mensalão mineiro, esquema que levou à cadeia o ex-governador de Minas Eduardo Azeredo (PSDB).

Ministério da Saúde
Também nesta sexta-feira foi nomeado o segundo-tenente do Exército Vilson Roberto Ortiz Grzechoczinski como coordenador distrital de Saúde Indígena no Distrito Sanitário Especial Indígena Potiguara da Secretaria Especial de Saúde Indígena. Ele assume o cargo em substituição a Helena Aguiar Rodrigues.
Desde o mês passado, o governo vem nomeando servidores militares em cargos estratégicos do Ministério da Saúde. A primeira nomeação de destaque foi a do general Eduardo Pazuello, que inicialmente assumiu o cargo de secretário-executivo do ministério na gestão do então ministro Nelson Teich. Com a saída de Teich do governo, no último dia 15, Pazuello se tornou o ministro interino da pasta.
O Dia/montedo.com

Eduardo Bolsonaro diz que Forças Armadas podem ‘colocar pano quente’ no conflito entre Poderes

Eduardo Bolsonaro diz que Forças Armadas podem ‘colocar pano quente’ no conflito entre Poderes

Deputado federal disse que atuação depende do ‘clamor popular’ e citou o golpe de 1964

O Globo
RIO — O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) falou, nesta quinta-feira, sobre a possibilidade de as Forças Armadas colocarem “pano quente” no conflito entre os Poderes para restabelecer o “jogo democrático”. A declaração vem um dia após o ministro do Supremo Alexandre de Moraes autorizar uma operação no inquérito que apura fake news e mensagens contra a Corte. Seis deputados federais bolsonaristas, além de aliados e militantes do presidente Jair Bolsonaro foram alvos da ação.
— Eu vou me valer de novo das palavras de Ives Gandra Martins: o poder moderador para restabelecer a harmonia entre os Poderes não é o STF, são as Forças Armadas (…) Eles [Forças Armadas] vêm, põem um pano quente, zeram o jogo e, depois, volta o jogo democrático. É simplesmente isso — afirmou Eduardo à rádio Bandeirantes.
Em março, o jurista Ives da Silva Martins afirmou em vídeo que a atuação de ministros do STF poderia, segundo ele, resultar em intervenção das Forças Armadas para solucionar um impasse entre os Poderes.
Ivo estaria fazendo uma interpretação do artigo 142 da Constituição. que diz que as Forças Armadas são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.
O deputado ainda disse que a possibilidade das Forças Armadas atuarem depende do “clamor popular” e citou o golpe de 1964 como exemplo.
— Os militares [em 1964] só entraram em ação depois do clamor popular. Ninguém quer isso. No entanto, as pessoas que não conseguem enxergar dentro do STF e no Congresso instrumentos para reverter esse tipo de desarmonia entre os Poderes, eles se abraçam no artigo 142.
Nesta quarta-feira, dia da operação, Eduardo defendeu que o ministro Moraes deveria ser punido por abuso de autoridade e que uma “ruptura” não é questão de “se”, mas de “quando”. O filho do presidente disse também que “quando chegar ao ponto que o presidente não tiver mais saída e for necessários uma medida enérgica ele é que será tachado como ditador”.
O GLOBO/montedo.com

Operação Verde Brasil 2 avança no combate aos crimes ambientais na Amazônia

Operação Verde Brasil 2 avança no combate aos crimes ambientais na Amazônia

Agências de fiscalização chegam a bases avançadas apoiadas por militares

Tenente Felipe Bueno, com Comandos Conjuntos
Brasília – O ambiente interagências da Operação Verde Brasil 2 garante o máximo de integração entre as Instituições Federais, Órgãos de Segurança Pública e Fiscalização (OSPF) e Entidades públicas de proteção ambiental. Tal intercâmbio tem ampliado as capacidades de cada agente na missão de prevenir e reprimir delitos ambientais. Nesta quarta-feira (27), o Comando Conjunto Príncipe da Beira divulgou o estabelecimento de bases em Extrema e Nova Califórnia, em Rondônia, após operação realizada durante a madrugada.
Mais de 450 militares e agentes se deslocaram em comboios e por vias aéreas para apurar a existência de desmatamento ilegal por parte de madeireiras na região da Ponta do Abunã. Também está sendo realizado patrulhamento na Região da Terra Indígena (TI) Kaxarari. A tropa do Exército está capacitada para prestar o apoio aos agentes ambientais na medição da madeira apreendida, na desmontagem dos equipamentos apreendidos e no transporte de todos os materiais até o depósito por eles indicados, caso necessário.
Além disso, o Comando atuando nos Estados do Acre, Amazonas e Rondônia realizou postos de bloqueio e controle de estradas, inspeção naval, patrulhas terrestre e fluvial e fiscalização de aeródromos, além de apoiar agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA). As multas impostas somam mais de R$ 1,3 milhão, sendo revistados veículos, embarcações e aeronaves.
Em Mato Grosso, o Comando Conjunto Barão de Melgaço executou as ações de postos de bloqueio e controle de estradas e patrulha terrestre pelos militares dos 66°, 58° e 44° Batalhões de Infantaria Motorizados. Nas diversas regiões, o Comando acumulou total de 240 veículos vistoriados e 125 metros cúbicos de madeira apreendidos, além de equipamentos utilizados para extração de madeira. Só na quarta-feira (27), as multas aplicadas somam um valor superior a R$ 5,5 milhões.
No interior do Pará, área de atuação do Comando Conjunto Marechal Soares de Andrea, a Capitania Fluvial de Santarém realizou inspeção naval por meio do Aviso Hidroceanográfico Fluvial Rio Tocantins. Foram abordadas 52 embarcações e realizadas notificações e apreensões. Já o Aviso de Patrulha Tucunaré, subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, realizou a mesma atividade nos postos flutuantes no interior do Estado. O Comando Conjunto também prestou apoio logístico e de segurança a agências envolvidas na Operação e cumpriu missões de Reconhecimento Aéreo para validar pontos de desmatamento, contando com uma aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira (FAB). As atividades resultaram na aplicação de mais de R$ 500 mil.

Resultados
Até o momento, militares e agentes de órgãos parceiros realizaram inspeção naval em 647 embarcações, das quais 36 foram apreendidas. Nos postos de bloqueio e controle de estradas vistoriaram mais de 2,2 mil veículos, retendo 47 caminhões por irregularidades. Mais de 6,5 mil metros cúbicos de madeira ilegal também foram confiscados e apreendidos 23 maquinários pesados utilizados em atividades extrativistas, como tratores de esteira, escavadeiras e máquinas agrícolas.
Entre delitos não relacionados a crimes ambientais, os militares apreenderam 206 quilos de pasta base de cocaína e 123 quilos de maconha. Até o momento, 30 pessoas foram presas e 112 multas e termos de infração foram aplicados, totalizando mais de R$ 17,6 milhões.

Operação Verde Brasil 2
A Operação Verde Brasil 2 é coordenada pela Vice-Presidência da República, em apoio aos órgãos de controle ambiental e de segurança pública. A missão deflagrada pelo Governo Federal, em 11 de maio de 2020, visa ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais na Amazônia Legal. A determinação presidencial para emprego das Forças Armadas em Garantia da Lei e da Ordem (GLO) foi publicada no Diário Oficial da União por meio do Decreto n° 10.341, de 6 de maio de 2020, e tem validade para o período de 11 de maio a 10 de junho do corrente ano.
Para cumprir a determinação presidencial, o Ministério da Defesa ativou três Comandos Conjuntos. São eles: Comando Conjunto Príncipe da Beira (CCj PB), em Porto Velho (RO); Comando Conjunto Barão de Melgaço (CCj BM), em Cuiabá (MT); e Comando Conjunto Marechal Soares de Andrea (CCj MSA), em Belém (PA). Assim como na Operação Verde Brasil ocorrida em 2019, o Centro de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa coordena as atividades a partir de Brasília (DF). Ainda participam da missão integrantes da Polícia Federal, Policia Rodoviária Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), Força Nacional de Segurança Pública, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).

Skip to content