Estagiária é presa por suspeita de espionagem no quartel-general da OTAN

Estagiária canadense de origem chinesa é suspeita de espionar a OTAN
As autoridades belgas prenderam uma estagiária do quartel-general militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) por suspeita de espionagem. A Promotoria Federal confirmou, neste sábado (25), que a investigada é uma cidadã canadense de origem chinesa. A suspeita exercia suas atividades no Quartel-General Supremo das Potências Aliadas na Europa (SHAPE), localizado no sul da Bélgica. Entretanto, os investigadores ainda não revelaram qual país teria recebido as informações supostamente repassadas.

Serviços de segurança identificaram a suspeita

Inicialmente, os serviços de segurança do SHAPE detectaram indícios de espionagem durante o estágio da investigada. Em seguida, comunicaram o caso ao Serviço Geral de Inteligência e Segurança (SGRS). Na sequência, o SGRS encaminhou o caso às autoridades judiciais. Logo depois, a Polícia Judiciária Federal assumiu a investigação e passou a reunir provas.

Operação resultou na prisão preventiva

Na quinta-feira (23), os investigadores cumpriram mandados de busca na residência da suspeita e no escritório onde ela trabalhava. Além disso, recolheram materiais que poderão reforçar as apurações. Já na sexta-feira (24), uma juíza de instrução decretou a prisão preventiva da investigada. A Justiça apura os crimes de espionagem e participação em organização criminosa.

Caso permanece sob sigilo

Por fim, a Promotoria Federal informou que manterá a investigação sob sigilo. Segundo o órgão, a medida protege as diligências em andamento e evita que a divulgação de informações comprometa o trabalho das autoridades.

Jovem canadense de origem chinesa foi presa na Bélgica. Autoridades investigam possível repasse de informações sigilosas.

As autoridades belgas prenderam uma estagiária do quartel-general militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) por suspeita de espionagem. A Promotoria Federal confirmou, neste sábado (25), que a investigada é uma cidadã canadense de origem chinesa. A suspeita exercia suas atividades no Quartel-General Supremo das Potências Aliadas na Europa (SHAPE), localizado no sul da Bélgica. Entretanto, os investigadores ainda não revelaram qual país teria recebido as informações supostamente repassadas.

Serviços de segurança identificaram a suspeita

Inicialmente, os serviços de segurança do SHAPE detectaram indícios de espionagem durante o estágio da investigada. Em seguida, comunicaram o caso ao Serviço Geral de Inteligência e Segurança (SGRS). Na sequência, o SGRS encaminhou o caso às autoridades judiciais. Logo depois, a Polícia Judiciária Federal assumiu a investigação e passou a reunir provas.

Operação resultou na prisão preventiva

Na quinta-feira (23), os investigadores cumpriram mandados de busca na residência da suspeita e no escritório onde ela trabalhava. Além disso, recolheram materiais que poderão reforçar as apurações. Já na sexta-feira (24), uma juíza de instrução decretou a prisão preventiva da investigada. A Justiça apura os crimes de espionagem e participação em organização criminosa.

Caso permanece sob sigilo

Por fim, a Promotoria Federal informou que manterá a investigação sob sigilo. Segundo o órgão, a medida protege as diligências em andamento e evita que a divulgação de informações comprometa o trabalho das autoridades.

Respostas de 2

  1. cidadã canadense de origem chinesa? COMO ASSIM? Presidente condenado, que foi descondenado para virar virar presidente de novo? pode isso? pode?

  2. Enquanto isso no Brasil…

    O Estado da Bahia praticamente “abriu as pernas” para os chineses. Dizem que tem até célula/base de inteligência militar instalada na terra do acarajé.

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