RJ: sargento da Aeronáutica morre em tentativa de assalto

Sargento da Aeronáutica morre em tentativa de assalto em São Gonçalo
Tony Anderson Fernandes Barbosa estava de moto na Rodovia Niterói-Manilha quando foi abordado pelos bandidos

Rio – O sargento da Aeronáutica Tony Anderson Fernandes Barbosa, de 41 anos, foi morto em um assalto, nesta quinta-feira, na Rodovia Niterói-Manilha (BR-101), na altura São Gonçalo, na Região Metropolitana do estado. O militar estava de moto em direção a Itaboraí, quando, por volta das 12h, no bairro do Gradim, foi abordado por bandidos. Os criminosos atiraram contra ele e levaram sua moto.

O sargento, que era lotado no Hospital da Aeronáutica dos Afonsos, no Campos dos Afonsos, na Zona Oeste da capital, chegou a ser socorrido no Hospital Alberto Torres, mas não resistiu aos ferimentos. Ainda não há informações se ele reagiu ao assalto.
Com a morte do militar, já chega a 17 o número de agentes da segurança pública assassinados no Rio em 2019; são 15 PMs, um guarda municipal, além do agente da Aeronáutica.
O Disque Denúncia informou que está oferecendo uma recompensa de R$ 5 mil para quem der informações que levem à prisão dos envolvidos no crime. A entidade reforça que as denúncias anônimas e elas que serão encaminhadas à Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSGI), que investiga o caso.
Quem tiver qualquer informação pode entrar em contato através dos seguintes canais: Disque Denúncia: (21) 2253-1177; WhatsApp ou Telegram Portal dos Procurados: (21) 98849-6099; Facebook: www.facebook.com/procurados.org; ou ainda pelo aplicativo “Disque Denúncia”.
O Dia/montedo.com

Bolsonaro anuncia o porte de arma para praças das Forças Armadas

Bolsonaro anuncia o PORTE DE ARMA em lei para PRAÇAS DAS FORÇAS ARMADAS

Em vídeo divulgado hoje o presidente anunciou a liberação do porte de arma para praças das Forças Armadas.
A questão é uma demanda antiga dos graduados das Forças Armadas. Pois, embora previsto em lei, o porte da arma para militares graduados dependia ainda de decisões administrativos. Entre as Forças Armadas havia quem dificultasse muito a concessão. A maior parte das reclamações vinham de graduados da MARINHA do BRASIL e já houve quem acionou a justiça para garantir o direito.

O presidente disse:
“o que a gente pretende… nos sabemos que… já ta acertado com o Ministério da Defesa (o porte de arma) para os praças com estabilidade assegurada nas Forças Armadas. Sabemos que hoje em dia um praça ou oficial da polícia militar tem o porte assegurado 24 horas por dias e também quando vai para a reserva, estamos trazendo isso para as nossas forças armadas também, o nosso praça com estabilidade assegurada, depois de 10 anos de serviço, passa a ter o seu porte garantido.
Afinal de contas se um praça com 10 anos não puder portar uma arma ele tem que sair do Exército, da marinha e da aeronáutica. Obviamente quem for fazer uma segurança particular vai ter problema, o porte é particular. Não é para o colega aí fazer segurança particular.“
SOCIEDADE MILITAR/montedo.com

Exército homenageia Boechat e general lembra surpresa: “Eu sou comunista”

Thaís Sant’Anna
Colaboração para o UOL

Ricardo Boechat, que morreu na queda de um helicóptero em fevereiro, recebeu hoje uma homenagem do Exército brasileiro em São Paulo. Veruska Seibel Boechat, mulher do jornalista, participou de uma cerimônia e ganhou uma medalha da corporação em nome do marido.
“Receber a medalha do Exército Brasileiro em nome do meu marido é a prova de que, mesmo criticando, é possível ser
respeitado. Pessoas e instituições podem ser diferentes e, ainda assim, conviver civilizadamente”, escreveu ela, ao compartilhar o momento em seu Instagram.
Veruska ainda relatou uma história curiosa que o general do exército falou para ela.
“Por que eu estou gargalhando em uma das fotos? Porque o general me contou que avisou da homenagem quando ele
[Boechat] ainda era vivo e ele perguntou: ‘o exército vai mesmo me dar uma medalha, general? Eu sou comunista’. E tive certeza de que o diálogo aconteceu exatamente assim”, disse.
Em março, Veruska se emocionou ao lembrar do primeiro mês sem o marido.
“É dia 11 outra vez. Quem me dera tudo tivesse sido só um pesadelo”, escreveu ela, que publicou na rede social uma foto dos dois juntos e também um bilhete amoroso que ele deu para ela.
UOL/montedo.com

Mourão diz que impeachment é bobagem e que se prosperar volta para a praia

Feliciano alega,entre outros motivos,que Mourão endossou uma postagem crítica a Bolsonaro feita pela jornalista Rachel Sheherazade | Foto: Romério Cunha / VPR / CP

Pedido foi protocolado pelo deputado Marco Feliciano

Agência Estado
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, classificou nesta quinta-feira, 18, como uma “bobagem” o pedido de impeachment dele protocolado pelo deputado Marco Feliciano (Podemos-SP), que o acusa de conspirar contra o presidente Jair Bolsonaro. “Se prosperar, eu volto para a praia”, disse Mourão, na saída da Vice-Presidência da República.
O deputado e vice-líder do governo alega, entre outros motivos, que Mourão endossou uma postagem crítica a Bolsonaro feita pela jornalista Rachel Sheherazade, do SBT. Na mensagem, curtida por Mourão, a jornalista indica que Mourão é a melhor opção para gerir o País. Sob influência do professor Olavo de Carvalho, Feliciano afirma que Bolsonaro tem ciência do pedido.
CORREIO do POVO/montedo.com

Imagem do dia

Vista interna do 3. Regimento de Cavalaria Mecanizado, em Bagé (RS) – Crédito: divulgação 3. RCMec

Novo ministro demite brigadeiro do MEC

Militar que foi o número 2 do MEC é demitido pelo novo ministro
A exoneração já foi publicada no Diário Oficial

O tenente brigadeiro Ricardo Machado Vieira, que havia sido colocado pelo governo no Ministério da Educação (MEC) para organizar a pasta durante o ápice da crise na gestão de Ricardo Vélez Rodríguez, foi demitido hoje. Machado Vieira foi nomeado secretário executivo, cargo tido como número dois dos ministérios, no dia 29 de março.
Com a substituição de Vélez por Abraham Weintraup, foi dito ao militar que ele ficaria como assessor especial. Hoje, no entanto, ele foi avisado que não mais teria função no MEC. Sua exoneração já foi publicada no Diário Oficial.
Segundo o Estado apurou, Weintraup está trazendo de volta para cargos importantes os chamados “olavistas”, ligados ao guru do bolsonarismo Olavo de Carvalho. Os militares sempre rivalizaram com esse grupo porque defendem uma gestão mais técnica.
Enquanto ainda era secretário executivo, o brigadeiro, inclusive, tentou mudar o decreto sobre alfabetização elaborado no MEC. Ele ouviu sugestões de especialistas de entidades como o Conselho Nacional de Educação (CNE) e tirou do documento a preferência por um método de ensinar a ler e escrever, o fônico. Educadores haviam criticado o foco em uma modalidade.
O secretário de Alfabetização, Carlos Nadalim, no entanto, ligado a Olavo e defensor do método fônico, mudou o decreto novamente.
CORREIO 24 HORAS/montedo.com

Marco Feliciano pede impeachment do general Mourão

Feliciano vê crime de responsabilidade em ‘like’ de Mourão e pede impeachment
Na denúncia, consta que Mourão teria curtido um tweet de Raquel Sheherazade ‘detonando com o presidente Jair Bolsonaro’

AE Agência Estado
O deputado federal Marco Feliciano (Podemos-SP) protocolou na terça-feira (16/4), um pedido de impeachment do vice-presidente Hamilton Mourão. Ele acusa o general de ter tido comportamento indecoroso e vê crime de responsabilidade.
Um dos argumentos colocados no pedido é uma “curtida” (like) da conta de Mourão no Twitter em uma publicação da jornalista Rachel Sheherazade, do SBT. “A denúncia por crime de responsabilidade contra Mourão se deu por comportamento indecoroso em várias ocasiões. Exemplo: na medida em que ele curtiu tweet de Rachel Sheherazade, detonando com o presidente Jair Bolsonaro, o louvando como melhor opção para governar o país.”
CORREIO BRAZILIENSE/montedo.com

Ex-comandante do Exército Brasileiro diz estar preocupado com ação do Supremo contra general

General de Exército (R) Paulo Chagas

Anderson Gabino
Ex-comandante do Exército e hoje assessor especial do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Eduardo Villas Bôas se disse preocupado com a operação da Polícia Federal nesta terça-feira (16) que teve entre os alvos o general da reserva Paulo Chagas.
“Conheço muito o general Paulo Chagas, é um amigo pessoal meu. Confesso que estou preocupado e vamos acompanhar os desdobramentos disso”, afirmou Villas Bôas depois de uma homenagem ao Exército na Câmara. Ele se disse em alerta com “as restrições que o Paulo Chagas possa estar sofrendo. É um homem de bem”.
Apoiador do presidente Jair Bolsonaro, o general da reserva tem feito críticas ácidas aos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) na internet. Moraes determinou o bloqueio de contas em redes sociais pertencentes a sete pessoas investigadas.
Segundo o ministro, Chagas, que foi candidato ao governo do Distrito Federal em 2018, é suspeito de “postagens nas redes sociais de propaganda de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política e social, com grande repercussão entre seguidores”.
Villas Bôas trabalha no Palácio do Planalto com o general Augusto Heleno, ministro do GSI, e se tornou uma referência nas Forças Armadas. Ele afirmou que “não cabe distinguir militar ou não militar, e sim cidadãos” ao analisar o impacto da ação e eventuais restrições da liberdade de expressão. “Insisto. [Militares e civis] estão sujeitos aos mesmos deveres e prerrogativas”, observou.
O ex-comandante afirmou desconhecer “o que motivou o ministro Alexandre de Moraes nesse sentido, mas tenho certeza de que a própria Justiça vai colocar no devido lugar após apurar o que aconteceu”. Villas Bôas elogiou Moraes, com quem disse ter “excelente relacionamento”. (mais…)

‘Se retirar críticas ao STF, vão dizer que sou cagão’, diz general Paulo Chagas

(foto: Arthur Menescal/CB/D.A Press)

Afirmação foi feita ao jornal O Globo. O general da reserva Paulo Chagas foi alvo de busca e apreensão autorizada pelo ministro do Supremo Alexandre de Moraes
Alvo de mandado de busca, nesta terça-feira (16/4), em decorrência do inquérito que apurava disseminação de supostas fake news contra o Supremo Tribunal Federal, o general da reserva Paulo Chagas disse que a ordem judicial ocorreu porque ele fez críticas a ministros da Corte em seus blogs.
“Escrevo sobre o STF há muito tempo. Evito falar mal da Corte, mas não de atos de pessoas da Corte. Estou em Campinas. Minha reação é de achar graça”, afirmou. “Não tenho nada para esconder. Tudo o que faço e falo coloco no meu blog.”
Os mandados foram emitidos pelo ministro Alexandre de Moraes e cumpridos na manhã desta terça-feira. Horas depois, à tarde, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, anunciou o arquivamento do inquérito.
Em sua reação ao cumprimento dos mandatos, o general afirmou ainda não ter a intenção de retirar as críticas que fez. “Como vou retirar? Se eu retirar as críticas, vão dizer que sou um cagão. O Olavo de Carvalho (ideólogo de direita) disse que todos os generais são cagões. Eu não sou. É um engano dele. Os generais não são”, disse Chagas, que concorreu ano passado ao governo do Distrito Federal, ao jornal O Globo.
Chagas afirmou ainda na entrevista ao jornal do Rio que o presidente do STF, Dias Toffoli, extrapolou as suas atribuições legais ao determinar a abertura do inquérito que investiga supostas ameaças a ministros da Corte. Para ele, como, entre os investigados, não há ninguém com foro privilegiado, então, as investigações deveriam ser conduzidas pela justiça comum.
“O ministro Dias Toffoli mandou instituir um inquérito para calar a boca de pessoas que se colocavam como críticos de ministros ou do Tribunal. Mandou abrir esse inquérito fora dos limites da autoridade dele”, afirmou.
Pelo Twitter, o general costuma fazer críticas ao Supremo. Em 16 de março, o general escreveu. “A pressão popular sobre os ministros do STF está surtindo efeito. Se quem não deve não teme, por que Gilmar Mendes e Toffolli estão tão agressivos? O desespero indica que estamos no caminho da verdade! “Sustentar o fogo porque a vitória é nossa”.” (mais…)

Por “ataques contra o Supremo”, Moraes determina bloqueio de redes sociais do general Paulo Chagas

Moraes determina bloqueio de redes sociais de Chagas e demais investigados
General da reserva do Exército é alvo de um mandado de busca e apreensão relacionado ao inquérito que investiga ‘ataques contra o Supremo’

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio das redes sociais, como Facebook, Twitter e WhatsApp dos alvos de oito mandados de busca e apreensão acusados de “ataques e fake news” contra a Corte. Equipes policiais foram em endereços ligados aos investigados na manhã desta terça-feira (16/4).
Entre os alvos está o general da reserva Paulo Chagas que foi candidato ao governo do Distrito Federal na última eleição. Ele é o único investigado em Brasília que teve mandado de busca autorizado na ação deflagrada nesta manhã. De acordo com Moraes, o militar “defendeu a criação de um Tribunal de Exceção para julgamento dos ministros do STF ou mesmo substituí-los”.
Além de Chagas, foram alvos Omar Rocha Fagundes, Isabella Sanches, Carlos Antônio dos Santos, Hermínio Aparecido Nadin, Gustavo de Carvalho e Silva e Sérgio Barbosa de Barros. Todos são acusados de usar a internet para “cometer crime” ou “atacar o Supremo”.
Os investigados não tem cargo público e são cidadãos comuns que tiveram as mensagens registradas pelo STF. De acordo com informações que a reportagem teve acesso, foram apreendidos computadores, celulares e documentos na casa dos alvos.
CORREIO BRAZILIENSE/montedo.com

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