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PGR pede que STF arquive pedido para investigar comandantes militares

PGR pede que STF arquive pedido para investigar comandantes militares

A Procuradoria-Geral da República defendeu nesta quarta-feira (29) no Supremo Tribunal Federal (STF) o arquivamento de um pedido de investigação contra os comandantes de Marinha, Exército e Aeronáutica por suposto envolvimento na propagação de dúvidas sobre o sistema eleitoral. A manifestação foi assinada pela pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo.
O pedido foi apresentado por um advogado de Osasco (SP), que acusou o general Marco Antônio Freire Gomes, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior e o almirante Almir Garnier Santos de “terrorismo” e de tentativa de “abolição violenta do Estado Democrático de Direito”, informou o portal g1. Segundo o pedido do advogado, as Forças Armadas lançariam mão de “ameaças veladas e às vezes abertas” às eleições.
A ministra Rosa Weber é a relatora do caso e solicitou a manifestação da Procuradoria. A PGR considerou que não há provas de que os militares tenham cometido crimes. Para a subprocuradora, “trata-se, pois, de possível inconformismo particular à atuação, em princípio, legítima do Ministério da Defesa”. Ela citou ainda que não houve impedimentos à realização de testes nas urnas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Não há motivo e condições para a deflagração de inquérito policial perante o Supremo Tribunal Federal, porquanto inviável fazer uma investigação sem objeto certo, contra todas as chefias das Forças Armadas e do Ministério da Defesa, por fatos desconhecidos”, escreveu Lindôra Araújo.
Gazeta do Povo/montedo.com

O PT e os militares

O PT e os militares

Brenno Grillo
[email protected]

Uma ala da campanha de Lula defende que o PT se dedique mais a uma aproximação com os militares. Cresce entre os petistas a certeza de que haverá algum tipo de balbúrdia caso Jair Bolsonaro seja derrotado em outubro. O grupo sabe que precisa das Forças Armadas para reagir a uma eventual tentativa de golpe.
As Forças Armadas e o PT estão distantes há tempos. Os militares se afastaram devido à atuação Comissão Nacional da Verdade, no governo Dilma, que procurou desvendar crimes cometidos durante a ditadura militar (1964-85). Com Bolsonaro, além da natural proximidade, vieram ainda milhares de cargos comissionados no governo, aumentos salariais e a proteção na reforma da Previdência.
Fontes da companha de Lula afirmam que a caserna aceita conversar apenas com Jaques Wagner, ex-ministro da Defesa de Dilma. Na outra ponta, o ouvido oferecido pelos militares é o do general Sérgio Etchegoyen, ex-ministro do gabinete de Segurança Institucional de Michel Temer.
obastidor/montedo.com

A 1ª viagem de Braga Netto com Bolsonaro após ser anunciado como vice

A 1ª viagem de Braga Netto com Bolsonaro após ser anunciado como vice

General deixará o cargo de assessor especial do Planalto nesta sexta-feira (1º/7), como exige a legislação eleitoral

Igor Gadelha
O general Braga Netto fará, nesta quinta-feira (30/6), a primeira viagem ao lado de Jair Bolsonaro após ser confirmado pelo presidente como seu candidato a vice nas eleições deste ano.
Assessor especial no Palácio do Planalto, o militar acompanhará o chefe durante viagem a Campo Grande (MS), onde participarão de cerimônia de entrega de residências populares.
A viagem será a última de Braga Netto como integrante do governo. O general deixará o cargo de assessor na sexta-feira (1º/7), como exige a legislação eleitoral para assessores que disputarão o pleito de outubro.
Na semana passada, como noticiou a coluna, Bolsonaro enviou Braga Netto ao Rio de Janeiro para conversar e ouvir demandas de empresários e representantes do setor produtivo.
METRÓPOLES/montedo.com

Capitão de Mar e Guerra é candidato ao governo do DF

Capitão de Mar e Guerra é candidato ao governo do DF

PRTB lança comandante da Marinha Winston Lima ao Palácio do Buriti
Regional do partido havia declarado apoio à reeleição de Ibaneis, mas mudança no comando alterou rumos nas eleições deste ano

Caio Barbieri
Nathália Cardim

O Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) lançou, na terça-feira (28/6), a pré-candidatura do comandante Winston Lima ao governo do Distrito Federal.
A sigla tinha como o principal expoente o vice-presidente Hamilton Mourão, mas o número 2 do Palácio do Planalto filiou-se ao Republicanos.
No Distrito Federal, a regional partidária chegou a anunciar que estaria na aliança de apoio à reeleição do atual governador Ibaneis Rocha (MDB), mas a mudança no comando mudou os rumos da sigla.
Capitão de Mar e Guerra da reserva da Marinha, o oficial reforçou a necessidade de uma atenção maior para o progresso do DF. O militar é apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Devemos assegurar o desenvolvimento do Distrito Federal para gerarmos emprego e renda para nossa população, não podemos permitir que a capital de todos os brasileiros seja conduzida de uma maneira tão amadora”, avaliou.
A presidente regional do PRTB, Beth Cupertino, ressaltou o compromisso do partido em promover uma campanha transparente.
“Apesar de termos poucos recursos e uma equipe reduzida, vamos marcar presença nas eleições de 2022 com muita confiança e transparência”, afirmou.
JANELA [IN]DISCRETA(METRÓPOLES)/montedo.com

RS: Marinha e Polícia Civil fazem operações simultâneas contra o tráfico

RS: Marinha e Polícia Civil fazem operações simultâneas contra o tráfico

Marinha e Polícia Civil fazem operações simultâneas contra o tráfico em Rio Grande
Ações incluem mandados de prisão e vistorias, com apoio de policiais rodoviários, PMs e Receita Federal

HUMBERTO TREZZI E
FELIPE BACKES

Duas operações simultâneas de combate ao narcotráfico foram deflagradas na manhã desta quinta-feira (30) em Rio Grande, Zona Sul do Estado. Uma delas é coordenada pela Polícia Civil, com buscas, apreensões e prisõe realizadas por 50 agentes do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc) e policiais locais, da Delegacia Regional. É denominada Operação Narcos e conta com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Receita Federal.
A outra ação é a Operação Ágata, coordenada pela Marinha e que envolve também efetivos do Exército. Essa é específica para a área portuária. Rio Grande é o terceiro porto mais movimentado do Brasil, com movimento de mais de mil contêineres de carga por dia (420 mil por ano). Até por isso, essa fiscalização das Forças Armadas conta com apoio da Receita Federal.
Estão sendo vistoriados barcos que fazem transporte de pessoal e de carga, em ação conjunta com a BM.
A operação Ágata costuma ocorrer periodicamente e acontece em todo o país. Entre 24 de maio e 4 de junho, ação conjunta das três Forças Armadas resultou na apreensão de mais de 550 quilos de maconha, além do confisco de R$ 83 milhões de reais em produtos ilícitos apreendidos e R$ 24,2 milhões entre multas e materiais contrabandeados.

Ação envolve militares da Marinha, da BM, agentes da Receita Federal, policiais civis e rodoviários federais Polícia Civil / Divulgação

Já a ação coordenada pela Polícia Civil tem como alvos integrantes de duas facções criminosas que dominam as vendas no varejo do tráfico de drogas no Sul do RS. Elas estão em guerra e foram responsáveis pela maioria dos mais de 50 homicídios registrados na cidade este ano. Foram feitas buscas em Rio Grande, São José do Norte e Santa Vitória do Palmar. Oito pessoas foram presas e três armas. Neste último município foram bloqueados imóveis, apreendidos três veículos e encontradas drogas e dinheiro, em quantia ainda não contabilizada.
O delegado Carlos Wendt, do Denarc, e a delegada Lígia Furlanetto, regional da Polícia Civil em Rio Grande, informam que estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e um número não revelado de mandados de captura de foragidos. Um traficante foi preso no início da manhã e as buscas continuam.
— Estamos com cães farejadores e grande apoio da PRF, Receita e BM. A expectativa é quebrar um pouco o ciclo de crimes por aqui — resume a delegada Lígia.
GZH/montedo.com

“A bola está com o TSE”, diz Flávio Bolsonaro sobre sugestões das Forças Armadas

“A bola está com o TSE”, diz Flávio Bolsonaro sobre sugestões das Forças Armadas

Em entrevista ao Estado de São Paulo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), coordenador da campanha à reeleição de Bolsonaro, sugeriu que militares se pronunciem oficialmente se o Tribunal Superior Eleitoral ignorar as recomendações para a transparência das eleições feitas pela Defesa. “Se as Forças Armadas apontam vulnerabilidades, e o TSE não supre, é natural que essas pessoas tenham que se posicionar (dizendo): ‘A gente não pode garantir que as eleições vão ser seguras’.”

Se o TSE não ceder, não fizer a reunião técnica que foi pedida pelos militares, as Forças Armadas devem fazer o quê?
Se as Forças Armadas apontam vulnerabilidades, e o TSE não supre, não resolve esses problemas, é natural que essas pessoas, talvez via comandante do Exército, via ministro da Defesa, tenham que em algum momento se posicionar: ‘Olha, sugerimos, houve alterações, apontamos vulnerabilidades, o TSE não quer fazer, por consequência a gente não pode garantir que as eleições vão ser seguras’. Para que chegar a este ponto? Essa resistência do TSE em fazer o processo mais seguro e transparente obviamente vai trazer uma instabilidade. E a gente não tem controle sobre isso. Uma parte considerável da opinião pública não acredita no sistema de urnas eletrônicas.
Leia a entrevista completa no ESTADÃO

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