Escolha uma Página
Soldado passa mal em campo do Exército e morre após ser socorrido a hospital, em RO

Soldado passa mal em campo do Exército e morre após ser socorrido a hospital, em RO

Jovem identificado como João Victor Dantas morava em Guajará-Mirim. Ele também era jogador de basquete.

G1 RO
Guajará Mirim (RO) – Um soldado do Exército, identificado como João Victor Dantas, morreu horas depois de passar mal em uma instrução de campo em Guajará-Mirim (RO), cidade na fronteira com a Bolívia.
Segundo informou o 6° Batalhão de Infantaria de Selva nesta quarta-feira (8), João Victor Dantas participava de uma instrução no campo Marechal Rondon, na terça-feira (7), quando se sentiu mal e foi socorrido imediatamente por uma equipe médica do batalhão.
Ao chegar na unidade militar, João foi diagnosticado com hipoglicemia (baixa concentração de açúcar no sangue) e rabdomiólise (que provoca insuficiência renal).
Por causa da gravidade da situação clínica, o soldado foi entubado e transferido de Guajará-Mirim para Porto Velho, mas ele não resistiu e veio a óbito na madrugada desta quarta-feira. Ainda segundo o Exército, o teste de João Victor deu negativo para Covid-19.

Homenagens
Além de militar, João Victor Dantas era jogador de basquete em Guajará-Mirim, cidade onde morava com a família. Nas redes sociais, vários colegas do time prestaram homenagens ao jogador.
“Um grande talento do nosso Basquete de Guajará se foi… Tão novo, com tanto chão para caminhar, uma grande perda familiar e do esporte de nossa cidade. Sem dúvida vc será lembrado meu amigo, pelo seu talento e vontade !!!… nosso Basquete De GM em Luto…😢😢🏴✝️ Descanse em Paz meu amigo João Victor…😔🙌”, escreveu um amigo.

Colegas do Batalhão do Exército também prestaram homenagens a João:

Onde passava deixava sua felicidade estampada em seu rosto,eu te amo irmão. Hj vc é mais um anjo q o papai do céu tem em seu exercito de guerreiros😭😭😭

Em nota, o Exército solicitou “que seja concedido o respeito ao luto da família do militar falecido” e ressaltou que todo apoio material, psicológico e espiritual está sendo dado pelo batalhão aos familiares de João.
G1/montedo.com

Universidade recupera licença para compra e uso de produtos químicos controlados pelo Exército

Universidade recupera licença para compra e uso de produtos químicos controlados pelo Exército

UFV recupera licença para compra e uso de produtos químicos controlados pelo Exército
Itens são utilizados como reagentes em pesquisas científicas. Licença foi interrompida em 2013 e universidade realizou adaptações para conseguir certificação do Exército Brasileiro.

G1 Zona da Mata
A Universidade Federal de Viçosa (UFV) conseguiu, no início de julho, a licença para compra e uso de alguns produtos químicos utilizados em pesquisa científicas que eram controlados pelo Exército Brasileiro.
De acordo com a instituição, há sete anos a universidade foi impedida de licitar certos itens por não ter o Certificado de Registro de Produtos Químicos Controlados pelo Exército Brasileiro. Entenda abaixo.
A lista de 20 substâncias autorizadas a serem compradas e usadas foram definidas pelos departamentos de pesquisa, mas não foi divulgada pela UFV.
O Certificado de Registro foi entregue ao reitor Demetrius David da Silva depois da análise da documentação e de uma visita técnica do Exército, o que, Silva, ocorreu em tempo recorde, apesar da pandemia.
Na avaliação do reitor, o retorno da licença traz um ganho extremamente importante para as atividades de pesquisa da UFV que necessitam desses produtos como reagentes.

Licença de compra foi interrompida em 2013
Ainda conforme a universidade, para a obtenção do certificado, foram cerca de nove meses de negociações, que envolveram um trabalho conjunto da reitoria e das pró-reitorias de Administração (PAD), Planejamento e Orçamento (PPO) e de Gestão de Pessoas (PGP) para elaborar e reunir os documentos exigidos pelo Exército.
A licença de compra pela UFV com recursos da União foi interrompida em 2013 e, desde então, até 2019, esses produtos estavam sendo adquiridos por intermédio da Funarbe, com recursos de convênios e projetos vinculados à Fundação.
Contudo, em 2019, a Funarbe também foi impedida de fazer essas aquisições, já que, segundo a UFV, além da licença para compras, o Exército passou a exigir ainda uma licença para o uso dos produtos químicos, o que incluía um espaço adequado para armazená-los.
Para solucionar o problema pendente há anos, em setembro de 2019, o reitor Demetrius David da Silva acionou a Pró-Reitoria de Administração, que estabeleceu uma parceria com o Departamento de Química (DEQ). A solução pensada em conjunto foi a utilização do almoxarifado do DEQ, para o qual foi elaborado um projeto de combate a incêndio e pânico com a finalidade de obter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais.
Isso habilitaria o almoxarifado para o início do processo de solicitação do Certificado de Registro de Produtos Químicos Controlados pelo Exército Brasileiro. O projeto foi desenvolvido pela Gerência de Projetos e Contratação de Obras (GPC), vinculada à PAD.
Com a finalização dele, em dezembro, a UFV solicitou a vistoria do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, que ocorreu em janeiro de 2020. Com ela, veio a exigência de apresentação do cálculo de isolamento de risco do almoxarifado do DEQ, englobando todas as edificações do entorno. O cálculo, apresentado em fevereiro não foi aprovado pelo Corpo de Bombeiros, devido à alta carga explosiva daquele ambiente, para recebimento e armazenamento dos produtos químicos.
Diante disso, a equipe técnica da GPC optou por reformar um depósito do almoxarifado da Diretoria de Logística da PAD para atendimento às exigências de vistorias do Corpo de Bombeiros e do Exército.
Ao mesmo tempo, a equipe iniciou o estudo preliminar para fundamentar o projeto arquitetônico de um almoxarifado central, em atendimento às normas técnicas e portarias vigentes do Ministério da Defesa, Órgãos Ambientais, Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais, e as normas regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego.
A UFV informou que, enquanto o almoxarifado central não fica pronto, os produtos serão encaminhados para o da DLO/PAD, onde serão realizados os controles de entrada, recebimento e utilização pelas unidades administrativas.
Conforme a universidade, isso é necessário em função da capacidade limitada de armazenamento do ambiente e dos riscos que esses produtos representam. A responsabilidade técnica pela solicitação de compra, recebimento e distribuição dos produtos controlados pelo Exército ficará a cargo do professor Antônio Jacinto Demuner, do Departamento de Química.
G1/montedo.com

Bolsonaro diz que Pazuello não ficará no cargo de ministro da Saúde

Bolsonaro diz que Pazuello não ficará no cargo de ministro da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (7) que o general Eduardo Pazuello não ficará no cargo de ministro da Saúde, que ocupa como interino. O chefe do Planalto não deu sinais, porém, que procura outro nome para a pasta.
Em plena pandemia de covid-19, o ministério está há 53 dias sem um titular. A doença já provocou 66.093 mortes no Brasil..
“É um nome que não vai ficar para sempre, está completando três meses como interino e já deu uma excelente contribuição para nós”, afirmou Bolsonaro ao falar sobre Pazuello em uma entrevista a emissoras de TV no Palácio da Alvorada.
Na mesma ocasião, o presidente da República disse estar com covid-19.
Bolsonaro não tem dado nenhuma sinalização de que está em busca de um nome para a pasta responsável por enfrentar a pandemia. Como mostrou o Estadão, é a primeira vez desde 1953 que o ministério fica tanto tempo sem um titular.
O presidente intensificou nos últimos meses a entrega de cargos a militares. Ele confirmou, inclusive, que o líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), é cotado para o Ministério da Educação.
No caso da Saúde, o chefe do Executivo federal classificou o ministro interino como “ruim de imprensa”, mas um “excelente gestor”.
Conforme o Estadão noticiou, Pazuello é apontado por colegas de governo e secretários locais de saúde como mais influente e poderoso do que Nelson Teich, último titular da pasta, que pediu demissão em 15 de maio. As trocas começaram após a demissão de Luiz Henrique Mandetta, no dia 16 de abril.
UOL/montedo.com

A liberdade de expressão dos veteranos e positivismo em xeque

A liberdade de expressão dos veteranos e positivismo em xeque

João Batista dos Reis Moreira*
No Brasil colonial para proteger tão vasto território a Coroa portuguesa mobilizou antes dos colonos as tropas regulares, provindas do Reino, as semi-regulares e ainda as irregulares, sendo exemplos destas últimas as famosas bandeiras – responsáveis pelo avanço das fronteiras brasileiras. “Cada latifúndio desbravado, cada sesmaria povoada, cada curral erguido, cada engenho ‘fabricado’, tem como preâmbulo necessário, uma árdua empresa militar.” (Oliveira Viana).
Por ocasião das invasões holandesa e francesa ao Brasil, o Exército inegavelmente colaborou na criação da alma nacional, amalgamando nos campos de batalha o branco já definitivamente destacado de Portugal, o índio e o negro que unidos contra o inimigo comum lançavam as bases do patriotismo e da semente do que viria a ser o povo brasileiro.
Tendo sido a ponta de lança no golpe republicano que resultou na derrocada da Monarquia imperial, o Exército batizou o novo regime sob o influxo do positivismo que bem poderia ser chamado hoje de cientificismo.
Discreta ou ostensivamente os militares sempre permearam aqui e ali a história brasileira. Agora, mais de trinta anos depois da reabertura democrática, eis que novamente os fardados estão na berlinda. Mas a que custo?
É irreal negar que existam pólos ideológicos e filosóficos em qualquer segmento social. As Forças Armadas não são exceção. Afirmar que os militares são apartidários é temerário e beira à ingenuidade ou à má-fé. Parece que aquilo que mais se aproxima de uma consciência “política” militar seja o já mencionado positivismo. Aparentemente anódino e inodoro, o positivismo pode ser uma espécie de iluminismo meia-boca para inglês ver. Divorciando Estado de Religião, e renegando a carga de experiência metafísica da humanidade, ele parece ser uma política de terra arrasada em que nada nem nenhuma ideologia poderia vicejar… Mas vale lembrar aqui o ditado popular “cabeça vazia é oficina do diabo”… Talvez por isso mesmo, diversos instrumentos legais e regulamentares dão conta de silenciar as inclinações políticas, ideológicas e filosóficas dos militares na caserna. Porém, ao pendurar o coturno, nova vida bate à porta…
Pouca gente sabe que vige a Lei no 7.524, de 17/07/1986Lei no 7.524, de 17/07/1986, que dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos. Ressalvados “os assuntos de natureza militar de caráter sigiloso” e “respeitados os limites estabelecidos na lei civil” tal diploma legal faculta “ao militar inativo, independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político, e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público.” Sendo lei ordinária, específica sobre o tema, a Lei no 7.524 automaticamente derruba quaisquer dispositivos regulamentares que pretendam cercear a liberdade de pensamento dos veteranos.
Ultimamente nos quartéis têm sido oferecidos aos militares que estejam a ponto de se desligar do serviço ativo, palestras, cartilhas, orientações diversas que objetivam preparar os candidatos ao pijama para o longo sono dos justos no além do apartidarismo positivista. Mas como é de se esperar não se toca no assunto da liberdade de expressão pós-ativa. Nenhuma palavra sobre um tema tão sensível ao cidadão carregado de experiências que está para retornar ao dinâmico campo do debate público. Sobre o novo horizonte da liberdade de pensamentos que se descortina perante o veterano, o silêncio dos inocentes. Sobre a Lei no 7.524, é provável que nem se conheça tal dispositivo legal nos quartéis. Ninguém pergunta ninguém responde nem que sim nem que não.
Não será essa situação fruto da “ideologia” positivista invisivelmente presente nos quartéis!? Será realmente o positivismo uma postura tão inerme assim ou será talvez o contrário!? Quem sabe, devido ao achatamento mental que provoca na caserna, esta pseudofilosofia não colabore para obnubilar a percepção política dos militares, deixando-os presas fáceis de ideólogos e políticos profissionais?
Parece que hoje a História vem cobrar dos militares um posicionamento firme, mas principalmente transparente. Num momento em que os ideários globalizadores acossam as Nações livres com força renovada, os soldados começam a ser chamados a assumir seus lugares, primeiramente num teatro de operações intelectuais. Que estejam habilitados a lutar essas novas batalhas à luz da revelação pós-moderna, da qual não se poderão esconder usando escudos surrados de velhas teorias moribundas.
*Suboficial da reserva da FAB

Amazônia: a marcha da intervenção!

Amazônia: a marcha da intervenção!

Paulo Ricardo da Rocha Paiva*
A entrega a olhos vistos da grande região norte, que ninguém consegue deter, mais uma vez me obriga a emitir minha livre opinião de cidadão brasileiro e oficial reformado do Exército, garantida pela “Carta Magna”, com todas as honras e sinais de respeito, na posição de sentido e com a mão na pala. As vozes guerreiras se fazem ouvir rarefeitas num lamento indignado, mas apenas de alguns poucos, a partir do momento em que elegeram um capitão, formado em nossa Academia Militar das Agulhas Negras/AMAN, mas que parece ter jogado para o espaço o lema viril “Brasil Acima de Tudo”, como presidente da República e comandante-em-chefe das Forças Armadas.
É de se lamentar mas, em verdade, o capitão em que apostei todas as minhas fichas está: leiloando empresas nacionais, patrimônio público de valor estratégico para estrangeiros; alugando nossa soberania aos EUA, nada mais nada menos do que a base da FAB em Alcântara/MA para os ‘YANKEES”, calcado em ajuste de “lesa pátria” que compromete nosso porvir tecnológico independente e soberano para lançamento de mísseis de cruzeiro, vitais para o alcance do estágio de dissuasão extrarregional; mantendo um consulado americano em Manaus, abrindo as porteiras para o estabelecimento do livre trânsito e permanência de norte americanos em capital estadual de importância estratégica vital para o planejamento, preparo e adestramento da estratégia da resistência; estabelecendo ajuste com os EUA, como seu “aliado extra OTAN”, que se diga, “entre gato e rato”, abrindo as portas da grande região norte para exercícios conjuntos com tropas de “Tio Sam”, em nome desta “santa aliança”.
É de se perguntar se esta instalação consular não seria mais uma crise da “síndrome do amadorismo franciscano” se manifestando? O comando militar de área vai ser conivente com esta abertura de flanco, verdadeira introdução de “cavalo de Tróia” na própria sede do Comando Militar da Amazônia/CMA? Meu Deus do céu! Atenção! Alerta! Perigo! Muito poucas são as “vozes guerreiras” que ainda esgrimem. Em contrapartida hoje se ouve os gritos dos muitos “crédulos de carteirinha” que seguem um presidente, até provas em contrário, subserviente, entreguista, tudo no mais fiel estilo da dupla deletéria de “FERNANDOS” presidentes, à qual se soma a figura mambembe de Luís Inácio, patriarca fundador do enclave separatista Raposa Serra do Sol.
*Coronel de infantaria e Estado-Maior

O R2!

O R2!

MUITO ALÉM DE UM QUARTEL NO RIO DE JANEIRO: A VERDADEIRA ORIGEM DO EXÉRCITO BRASILEIRO, O R2
A história dos militares está diretamente ligada com a participação do Brasil em uma das maiores guerras

RICARDO LOBATO*
Ao contrário do que se possa imaginar, a história dos oficiais da Reserva de Segunda Classe do Exército Brasileiro (R2) não começa num quartel do Rio de Janeiro, nem nas escaramuças do Exército pelo interior do Brasil. Muito menos em uma das tantas guerras de disputa fronteiriça do Prata.
A história desses militares começa em um conflito distante, do outro lado do Atlântico, numa guerra em que a participação brasileira foi praticamente inexistente. Sua história começa nas enlameadas trincheiras da “guerra para acabar com todas as guerras”, a Primeira Guerra Mundial.
Com o advento da Grande Guerra, o Exército brasileiro enviou observadores militares para acompanharem “a grande guerra moderna” europeia. Alguns participaram das Batalhas do Marne e Verdun. Entretanto, além das observações de que o Brasil estava despreparado para uma guerra em escala industrial — um dos motivos da vinda da Missão Militar Francesa em 1919 — , foi a lição de que não bastava mobilizar grandes reservas de soldados: era preciso oficiais para comandá-los.
A então Escola Militar do Realengo não seria capaz, em tempos de belicismo, de prover oficiais suficientes para o Exército. A solução encontrada para a rápida substituição de oficiais subalternos e intermediários estava no que faziam ingleses e norte-americanos: programas de formação de oficiais da reserva.
No Reino Unido, os University Officers’ Training Corps (UOTC) existem desde 1642, época da Guerra Civil Inglesa — a efeito de comparação, a Batalha de Guararapes, marco fundacional do Exército, foi em 1648. Nos EUA, os Reserve Officers Training Corps (ROTC) remontam ao ano de 1862, em plena Guerra da Secessão, apesar de terem sido formalizados só em 1915.
Ambos se mostraram um sucesso durante a Grande Guerra, sendo, diante das baixas colossais do conflito, os grandes responsáveis pela rápida capacidade de mobilização e substituição de efetivos dos países Aliados nessa guerra.
No caso brasileiro, apesar de o Exército reconhecer a formação de oficiais qualificados para a Reserva, não fosse pelos esforços do então Capitão Luiz Araújo Correia Lima, a ideia não teria saído do papel. Mesmo assim, além de o primeiro Centro de Preparação de Oficiais da Reserva (CPOR) ter sido inaugurado só em 1927 — ao contrário dos modelos bretão e estadunidense, em que é possível fazer carreira, alcançando o generalato — , no Brasil, o oficial podia alcançar no máximo o posto de Capitão. Hoje, apenas até Primeiro-Tenente.
As lições da Primeira Guerra e os esforços de Lima prepararam o país para a guerra seguinte. Quando Vargas declarou guerra ao Eixo, em agosto de 1942, dos 1070 Tenentes e Aspirantes que compunham a Força Expedicionária Brasileira (FEB), 433 eram R2, cerca de 40% do efetivo.
Com isso, mais CPORs e os primeiros Núcleos de Preparação de Oficiais da Reserva (NPORs) foram criados. Uma herança que persiste até hoje. Na Itália, esses oficiais se destacaram não apenas entre seus pares oriundos do Realengo, mas também entre seus superiores e com os demais militares das Forças Aliadas. Antes vistos com desconfiança pelos oficiais de carreira, os R2 são um exemplo de que, também nesse caso, a cobra fumou.
*Sociólogo e Mestre em economia pela UNB, Oficial da Reserva do Exército brasileiro e Consultor-chefe de Política e estratégia da Equibrium — Consultoria, Assessoria e Pesquisa.
**Esse texto não reflete necessariamente a opinião da Aventuras na História
Aventuras na História/montedo.com

Skip to content