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General Villas Bôas deixa o hospital

Em nota, o GSI informou que o General Eduardo Villas Bôas teve alta do Hospital Sirio-Libanês neste domingo. O ex-Comandante do Exército apresentou melhoras em seu quadro respiratório, diz a nota.
O militar, que sofre de uma doença neuromotora degenerativa, foi internado em 2 de outubro no Hospital das Forças Armadas e transferido para o Sírio-Libanês de Brasília no domingo (6).
Na quarta-feira (9), Villas Bôas foi submetido à uma traqueostomia, procedimento que consiste na abertura da traqueia para facilitar a entrada de ar.

Submarino nuclear garantiu propina milionária para franceses e o PT

Submarino nuclear garantiu propina milionária para franceses e o PT

Palocci confirmou a PF o pagamento de €50 milhões para lobista operador da DCNS (atual Naval Group)

Não foram apenas PT e Odebrecht que faturaram alto com o projeto bilionário do submarino nuclear brasileiro (Prosub). Em sua delação, o ex-ministro Antonio Palocci detalha os repasses de propina a empresas francesas pela “parceria” no projeto. De acordo com Palocci, Marcelo Odebrecht enviou, em 2008, €50 milhões (R$226 milhões) em propina “à parte francesa” e se queixou que o PT continuava cobrando sua cota. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.
Cobrado pelo ex-ministro Guido Mantega, Marcelo Odebrecht teve de pagar R$17 milhões ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari.
Palocci explica na delação que a propina de R$226 milhões foi paga ao lobista José Amaro Pinto Ramos, representante da francesa DCNS.
A propina francesa parece muito, mas a Odebrecht recebeu cerca de R$7,2 bilhões entre 2009 e 2017 para desenvolver o projeto Prosub.
Depois da delação coletiva de executivos da Odebrecht, a DCNS mudou de nome para Naval Group, mas continua envolvida no Prosub.
DIÁRIO DO PODER/montedo.com

Golpistas se passam por família de General Vilas Bôas

Golpistas se passam por família de General Vilas Bôas

Filha de general diz que bandidos estão contatando pessoas para pedir ajuda falsa

O general Eduardo Villas Bôas, assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional, no Palácio do Planalto. Ele afirmou que se manter trabalhando após sua grave doença tornou-o popular. Foto: Jorge William / Agência O Globo
O general Eduardo Villas Bôas, assessor especial do Gabinete de Segurança Institucional, no Palácio do Planalto. Ele afirmou que se manter trabalhando após sua grave doença tornou-o popular. Foto: Jorge William / Agência O Globo
Golpistas estão se passando por um familiar do general Villas Bôas, ex-comandante do Exército e assessor de Bolsonaro no Planalto, para conseguir dinheiro.
Segundo Adriana Villas Bôas, filha do general, seu cunhado foi assaltado e os bandidos estão acionando os contatos do telefone para pedir uma ajuda falsa.
“Estão mandando mensagem para as pessoas falando que estamos precisando de dinheiro para pagar o hospital”, escreveu Adriana em sua conta no Instagram.
Assessor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, o general foi internado e passou por uma traqueostomia.
(Por Guilherme Amado e Naomi Matsui)
GUILHERME AMADO (Época)/montedo.com

Sargento da FAB preso na Espanha diz que os outros tripulantes não tinham conhecimento do transporte de cocaína

Sargento da FAB preso na Espanha diz que os outros tripulantes não tinham conhecimento do transporte de cocaína

Poucas palavras

O sargento da Aeronáutica Manuel Silva Rodrigues, preso com 39 quilos de cocaína ao desembarcar de um avião da FAB na Espanha em julho, pouco disse ao prestar o primeiro depoimento a autoridades brasileiras, esta semana.
Rodrigues, que ontem (10) completou 38 anos numa cadeia de Sevilha, respondeu apenas a perguntas feitas por um oficial enviado pela FAB.
“Acerca da pergunta 23, responde que nenhuma pessoa da tripulação está envolvida. Que as pessoas do grupo de transporte especial, outros militares, não tinham conhecimento acerca dos fatos” – refere o termo do depoimento.
Também perguntado sobre objetos de valor apreendidos em sua casa, Rodrigues admitiu que possui um carro e duas motos. A respeito dos relógios encontrados, disse que “são réplicas, compradas em outras viagens ao exterior”.
Ele silenciou diante dos questionamentos feitos pela Polícia Federal brasileira, reservando-se o direito de esclarecer somente em juízo. A PF acredita que ele sabe mais.
Espaço Vital/montedo.com

Fux decidirá sobre indenizações a ex-cabos da Aeronáutica; julgamento é suspenso

Fux decidirá sobre indenizações a ex-cabos da Aeronáutica; julgamento é suspenso

Estadão Conteúdo
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, suspendeu nesta quinta-feira, 10, julgamento sobre a possibilidade de o governo federal rever e até mesmo anular anistias que haviam sido concedidas a cerca de 2,5 mil ex-cabos da Aeronáutica. O custo mensal do pagamento da indenização aos cofres públicos é de R$ 31 milhões, de acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU).
O impacto financeiro projetado para os próximos dez anos, com o pagamento de reparações retroativas considerando juros e correção monetária, pode chegar a R$ 43 bilhões, segundo estimativas do governo.
A discussão foi interrompida após cinco ministros se manifestarem a favor de as anistias poderem ser revistas, e outros cinco integrantes se posicionarem contra. Caberá ao vice-presidente do STF, ministro Luiz Fux, desempatar o placar e definir o resultado – ele não compareceu às sessões plenárias do STF nesta semana por questões pessoais. Ainda não há previsão de quando o julgamento será concluído.
A AGU alega que as anistias concedidas a ex-cabos da Aeronáutica foram fundamentadas apenas em uma portaria do Ministério da Aeronáutica, editada em 1964, sem que fossem verificados, na análise de cada caso, os requisitos previstos na lei que instituiu o Regime do Anistiado Político, como a comprovação de que foi alvo de perseguição política.
A portaria tratava sobre o tempo de carreira dos cabos. Devido à quantidade excessiva de cabos que integravam a Força Aérea Brasileira (FAB) na época, o governo limitou para oito anos o prazo máximo de permanência deles. Para a AGU, o ato apenas reorganizava administrativamente o quadro efetivo da FAB, sem caracterizar perseguição política.
De acordo com a AGU, os ex-cabos da FAB representam hoje mais da metade de todos os anistiados das Três Forças Armadas, muito embora a Aeronáutica possua um efetivo inferior ao do Exército e Marinha. Para o ministro Gilmar Mendes, do STF, a portaria “não caracteriza por si só ato de exceção e nem motivação política.” Gilmar se alinhou à divergência aberta por Toffoli, a favor de o governo poder rever a anistia concedida aos ex-cabos.
Os ministros Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso e Ricardo Lewandowski apresentaram o mesmo entendimento. Em sentido contrário se posicionaram Edson Fachin, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Marco Aurélio Mello e o decano do STF, ministro Celso de Mello.
Se o Supremo permitir a revisão da anistia aos ex-cabos da Aeronáutica, o entendimento da Corte não derruba automaticamente a indenização, mas permitiria que os processos fossem reanalisados caso a caso pela Comissão de Anistia. A palavra final sobre a manutenção ou não dos pagamentos será da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves.
ISTO É/montedo.com

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