Ao reforçar a presença militar na região, as Forças Armadas demonstram seu compromisso em proteger as fronteiras nacionais e garantir a segurança da população
Em uma ação conjunta para garantir a segurança da região, o Comando de Fronteira Rio Negro e 5º Batalhão de Infantaria de Selva desencadearam a Operação Paranã Pixuna nos dias 28 e 29 de dezembro. Com foco no Porto de Camanaus, as patrulhas fluviais e terrestres intensificaram o monitoramento e a fiscalização, visando combater o crime organizado na fronteira noroeste do Amazonas.
A região, conhecida como “Cabeça do cachorro”, tem sido alvo de quadrilhas envolvidas no tráfico de drogas, armas e outros ilícitos. A presença ostensiva do Exército Brasileiro na área visa desarticular essas organizações criminosas e coibir a ação de contrabandistas.
Ação estratégica
A Operação Paranã Pixuna é mais uma demonstração da determinação do Exército Brasileiro em combater o crime organizado e proteger o patrimônio nacional.
Com a intensificação das ações de fiscalização, espera-se reduzir significativamente a incidência de crimes transfronteiriços na região, impactando diretamente as atividades das organizações criminosas. A operação também visa fortalecer a presença do Estado em áreas de difícil acesso, aumentando a sensação de segurança da população local.
AMAZONASHoje – Edição: Montedo.com
2 respostas
Não só a cabeça do cachorro,mas a amazônia deveria ser uma escola de missões reais para esse EB
EXCESSIVAMENTE CERIMONIALISTA !!! Na Amazônia há inimigos reais que só o exército tem estrutura para combater efetivamente.Oficiais e sargentos do EB sem experiência de combate estão sendo formados há décadas,milhares se aposentam especialistas em – ROLHICES – e paisanarias !!! já passou da época de reduzir o o EB para uma tropa de 70 mil e com soldados profissionais e bem pagos !!! Somente dessa maneira o EB poderia ajudar a combater os de ilícitos na fronteira e contribuir para ajudar as polícias na luta diária da melhoria da segurança pública.
Perfeito.
Pq por enquanto é só cerimônia mesmo.
Mão de obra ociosa sô