Cabo Gilberto Silva (PL/PB) afirma que Tomás Paiva é o mais político que tem e “bajula Lula para se manter no poder”.
SARAH PERES BATISTA
O deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB) disse que o comandante do Exército Brasileiro, Tomás Paiva, é “capacho” do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A declaração foi dada durante a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado desta terça-feira, 14.
“Quero deixar claro que não estamos criticando as Forças Armadas”, iniciou o parlamentar. “Mas criticando a postura do senhor comandante do Exército, Paiva, que comanda a Força mais importante das três, até porque é a maior.”
Cabo Gilberto citou uma declaração do comandante do Exército ao assumir o cargo: “afastar a política do Exército é meu objetivo” e, na sequência, chamou-o de “mentiroso”. Disse que Tomás Paiva é “o mais político de quem”.
“Ele fica bajulando o Lula para se manter no poder. Ele desmoraliza as Forças Armadas. Quero deixar claro que nossa postura não é contra o Exército. Mas esse comandante não tem condições de ficar à frente do Exército Brasileiro pela sua postura”, argumentou o parlamentar.
Comandante do Exército ‘cumpre ordens’ de Moraes
O deputado federal ainda alegou em discurso que o comandante do Exército “é o mais politiqueiro que tem” e “não respeita a estrela que tem” ao cumprir ordens de Moraes. Foi apoiado por grande parte dos colegas integrantes da Comissão de Justiça.
Declarou que o comandante Tomás Paiva “não respeita as Forças Armadas e o povo brasileiro. Infelizmente, ele é capacho do ministro do Alexandre de Moraes. Ele cumpre decisões ilegais.”
“Enquanto estamos aqui pedindo para que o Alexandre de Moraes respeite a Constituição Federal e não haja contra nosso estado democrático de direito —porque ele vem agindo e rasgando— está lá o general de 4 estrelas desmoralizado dizendo: ‘ai, Alexandrezinho. O que quer que eu faça?’”, relatou.
Logo na sequência, Cabo Gilberto questiona aos demais deputados se esta não seria a postura do comandante do Exército, momento em que recebe uma resposta positiva.
“Quero deixar claro a população brasileira que essas postagens que estamos fazendo, vamos continuar fazendo até a queda total desse comandante do Exército Brasileiro”, finalizou o parlamentar do PL.
REVISTA OESTE – Edição: Montedo.com
Respostas de 19
Quando era comandante militar do Sudeste fez um pronunciamento político dentro do QG defendendo o resultado das urnas. Dia seguinte viajou a Brasília para conversar com o presidente Lula, e então assumiu o comando do EB no lugar do general Arruda.
Promunciamento, na verdade um chamamento à legalidade das instituições e respeito ao pleito eleitoral. Vc não é só fraco, é tb viúvo de Bostonaro, o Cap indisciplinado !
Meu amigo, que desabafo! Seu comentário foi de uma precisão cirúrgica e pensava que apenas eu tinha essa impressão. Vigorasse de fato um mínimo de respeito à hierarquia, esse indivíduo deveria ser punido na época pelo então Cmt EB. São gestos políticos de indisciplina dessa envergadura, por um comandante militar de área, que envergonham a instituição perante a opinião pública.
tudo da mesma LAIA
Cabo nada na “Ordem do Dia” mesmo sendo deputado, isso não muda, ainda mais do PL. Apenas elemento de execução. Se nao respeita a hierarquia nem podia ostentar sua graduação, esse são os patriotas, verdadeiros militares, cujo símbolo maior é um indisciplinado. Meus respeito aos Disciplinados e éticos.
Sinceramente, seus comentários são contraditórios e sem lógica.
Nesse caso ai, independente, das origens, agora ele é parlamentar.
Não é um cabo, é deputado eleito de forma democrática.
Se não era a melhor opção, paciência. É das regras do Doreito, o mesmo Direito do qual você insinua ssmpre ser conhecedor.
Excelente !
Hierarquia do quê, camarada? A quem o cabo deve hierarquia sendo deputado federal? Ou vc está falando que o comandante do EB deve hierarquia ao STF?
Excelente depoimento desse cabo deputado
Falou toda a verdade
Pois comece por respeitar a hierarquia da Constituição afinal é ela, Lei Maior, quem diz que os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.
Aí da assim continua sendo indisciplinado como o seu mito, ostenta a Graduação como se tivesse amor pela Instituição e Tentar atacar os seus companheiros isso é desrespeito e não opinião política e a politica deles e de Quem segue o exemplo, no mais, o resto sao Chumeias.
bom mesmo é seu parceiro o Lula, maior ladrão da história do brasil
não só capacho mais é figura decorativa no Comando, porque quem Comanda é o Xandão
Parabéns Cabo … !!! O frajola é o mais sem moral do EB em todos os tempos …
P.S. vi um veterano na SIP, coronel, cabelos brancos, chamando o Dutra de F.E. bunda gorda… veja que ate os oficiais estão revoltados
Ola sargentos QE, bom Dia ! Já ganharam Aumento do Presidiário??? Kkkk ( e nem vão ganhar ). Praça que votou no Lula ” sifú ” 😁
Vergonha alheia.
O poste querendo mijar no cachorro!
Esse cabo é o espelho do Bolsonaro,cabo Bolsonaro, espelho do chefe só que é cabo🤣😂🤣
Falou o que a maioria da tropa gostaria de falar.
xANDÃO não comanda nada!
o seu voto foi para manutenção da prisão em segunda Instância que prejudicaria o Lula.
O ministro disse que “ignorar o juízo de mérito das duas instâncias é enfraquecer o Poder Judiciário, as instâncias ordinárias [primeira e segunda instância]”. “A presunção de inocência não é desrespeitada com a prisão após a decisão condenatória de segundo grau”, afirmou.
A FAVOR DA 2ª INSTÂNCIA
Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.
CONTRA A 2ª INSTÂNCIA
Marco Aurélio Mello, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Dias Toffoli.
Logo, as decisões atuais do magistrado estão em acordo com o seu pensamento no sentido de sentenças condenatórias.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/11/07/por-6-votos-a-5-stf-muda-de-posicao-e-derruba-prisao-apos-condenacao-na-2a-instancia.ghtml
Por outro lado, quando a matéria foi discutida em comissão parlamentar na Câmara Federal, o deputado Eduardo Bolsonaro se absteve da votação para levar adiante PL no sentido de mudar o entendimento.