Viaturas do Exército chegam à Manaus e seguem para Roraima

Blindados Guacuri em Manaus

Blindados saíram do sul e centro-oeste em dezembro para reforçar segurança na fronteira norte

Manaus – Trinta e três viaturas do Exército, com destino à fronteira entre Brasil e Venezuela, chegaram à capital do Amazonas transportados por balsa e e seguem em comboio terrestre para Boa Vista nos próximos dias.  Entre elas, há dezesseis veículos Blindadas Multitarefa 4×4 modelo LMV-BR Guaicuru).  As viaturas vão equipar o 18º Regimento de Cavalaria Mecanizado, com sede na capital de Roraima.

Programada para o final deste ano, a transformação do 12° Esquadrão de Cavalaria Mecanizado em um novo regimento foi acelerada, devido a tensão política entre a Venezuela e a Guiana, que disputam o território de Essequibo, província guianense rica em petróleo.

Com informações de Band News

 

10 respostas

  1. Desculpe-me se estou enganado, mas foram estas que foram compradas sem manual? Pagos a parte, por fora ?

    Quando houver uma guerra, os Generais devem ser avisados com no mínimo um ano de antecedência, senão, pobre população.

  2. Tá doido?

    as Forças Armadas dos EUA se deslocam na América do Norte, Caribe e América Central e em 24 horas operando.

    Até o navio inglês chegou primeiro na região.

    1. seu sarcasmo é infundado. Foi ppor que eles dispensaram o transporte ferroviario e maritimo e partiram rodando e depois em balsas. Os QEMAS pateticos foram pegos de calcas curtas. nao ha tropa Bld naquela area pois enfiaram todas nas cidadelas falidas do RS como forma de ajuda economicas disfarçada de “laços historicos” com os gauchos.

      1. O que não altera nada e Lá existe um Esquadrão de Cavalaria, GAC, BEC, BIS, … É os QEMAS pateticamente escolheram o pampa para as unidades blindadas ao invés da selva litoral ou áreas montanhosas. É muita burrice mesmo!

        1. Nos anos 90, quando o exército Decidiu extinguir os RCC e concentrar Os blindados no sul, muita gente sem QEMA disse que levaríamos meses até concentrar recursos caso um conflito se desencadeasse no norte, tendo em vista a falta de ferrovias com bitolas compatíveis e de hidrovias que poderiam facilitar o transporte rápido de cargas de um lado para o outro do país, e foi justamente o que aconteceu. Diga-se de passagem, eu mesmo ouvi isso numa palestra com um general comandante de área nesta mesma época. Ocorre que lições aprendidas não servem de nada neste país, a vai ficar tudo funcionando muito bem no caixão de areia.

  3. Estas viaturas já estavam previstas para serem enviadas para a região e não tem relação com a “invasão” da Guiana e o 12 Esq Cav já conta com as VBTP Guarani à dois anos. Se houvessem operações militares urgentes na região Não seriam enviadas somente poucas viaturas com prazo previsto de 30 dias para chegar e sem enviar tropa.

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