Cerimônia em Honra aos Mártires do Exército Brasileiro da Intentona Comunista de 1935

Monumento intentona comunista
Evento homenageou os mártires que tombaram defendendo a liberdade e a democracia brasileira

Rio – No dia 27 de novembro de 2023, o Rio de Janeiro foi palco de uma cerimônia significativa alusiva à atuação heróica do Exército Brasileiro durante a Intentona Comunista de 1935. Realizada nas imediações da Praia Vermelha, local histórico do confronto mais intenso daquele período, o evento homenageou os mártires que tombaram defendendo a liberdade e a democracia brasileira.

A formatura contou com a presença de altas autoridades militares, incluindo o General de Exército André Luis Novaes Miranda, Comandante Militar do Leste, e vários generais veteranos, reforçando a importância do evento e o respeito aos que serviram e sacrificaram suas vidas pelo país. A representação formal das três Forças Armadas destacou a união e a força do Exército Brasileiro.

Representação da 1ª Divisão de Exército

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A 1ª Divisão de Exército, comandada pelo General de Divisão Eduardo Tavares Martins, marcou presença com uma representação formal e a execução de tiros de salva pelo 31º GAC (Es) – GESA. Este ato simbólico prestou uma homenagem respeitosa aos heróis do passado.

Relembrando a Intentona Comunista

 

A Intentona Comunista de 1935 foi um episódio marcado por tensões políticas e ideológicas intensas. A sublevação de lideranças comunistas buscando o poder político desafiou a ordem e a estabilidade do Brasil. O evento relembrou a crucial atuação do Exército Brasileiro em defender as instituições democráticas e a liberdade do povo brasileiro naquela época.

Honrando a História e os Heróis do Exército

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A cerimônia na Praia Vermelha não foi apenas uma recordação de um evento histórico, mas também um tributo à coragem e ao compromisso do Exército Brasileiro com a democracia e a liberdade. O evento simboliza a importância de honrar a história e preservar a memória dos que lutaram e se sacrificaram pelo progresso e estabilidade do Brasil.

Nota de jornal nos anos 1970

DEFESATVEdição: Montedo.com

Respostas de 8

  1. A intentona é contínua e continua por vias transversais; partidos políticos, judiciário, sindicatos, funcionalismo grevista, invasores de propriedades, doutrinação educacional, romantização da bandidagem, etc.
    Brevemente, esse monumento, considerado fascista pelo PSOL, assim como a estátua de Duque de Caxias, Padre Antônio Vieira, Marechal Castelo Branco, entre outros monumentos considerados escravocratas, racistas, eugenistas e de pessoas que violaram os direitos humanos, com apoio do MPF, serão removidos da história nacional e acomodados em algum lugar escuro e mofado, longe da história, promovendo um apagão na memória nacional.

  2. Deixam de serem lacraios- os. Faltam 8 , porque 9 de dezembro caí sábado. Para assinar os documentos e não promoção esse pessoal como todo respeito os chamar de idiotas é um elogio. Só olhar para trás nunca alguém falou em promover dia 9 de dezembro e sim passar a caneta no Inc 1370. Que como lá no próprio Inc 1370 diz que ninguém será promovido automático, sim que cada um vai ter que fazer o seu requerimento. Esse pessoal que são recalcados, invejosos e mal amados, lembro os espalhar fakes e distorcer a fala ou incentivando as pessoas desprezar os outros é crime. Está dado a dica. O tempo é o senhor absoluto da razão.

  3. O Judiciário não se posiciona politicamente, é Instituição da República.

    Quando o STF suscitou o tema da prisão em Segunda Instância, abriu exceção e levantou a bola para o Legislativo fazer a sua parte, muitos deputados arregaram, incluindo o seu ZERO DOIS.

    Já se esqueceram das declarações do Mythos?

    1. O Judiciário não se posiciona politicamente? Não é parte dos 3 poderes? Não julga a constitucionalidade das Leis aprovadas pelo legislativo e decretos do executivo? Isso não é fazer parte da politica?

      Quanto à prisão em 2ª instância, se houvesse rigor à apuração dos fatos, sem as denuncias vazias, sem proselitismo politico do judiciário, sem venda de sentenças, sem repetição das sentenças de 1ª instancia na 2ª instancia, bastaria a prisão em 1ª instancia. Há juízes com esse preparo?

  4. “Nós derrotamos o Bolsonarismo.” (Ministro Barroso, STF)
    Se essa declaração não é política, o que é?
    Fico na dúvida quando leio certas opiniões no que concerne ao motivo: ingenuidade, burrice, ignorância, inocência ou outras coisas.

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