Maia defende Exército: “As Forças Armadas disseram não ao golpe”

Deputado Arthur Maia em foto de arquivo
Imagem: Solidariedade na Câmara/Flickr

Presidente da CPMI disse que o Exército garantiu posse do presidente Lula e que lideranças da Força disseram não para tentativa de golpeAline Brito
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga ações e omissões do 8 de janeiro, Arthur Maia (União-BA), defendeu, nesta quinta-feira (14/9), o Exército Brasileiro. Na avaliação do deputado, as Forças Armadas garantiram a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, “na sua palavra final”, disseram não ao golpe.
“Eu tenho defendido o Exército. Eu penso que o Exército, na sua palavra final, na sua posição final, foi quem garantiu que não houvesse nenhum problema com a posse do presidente Lula ou qualquer outro desdobramento antidemocrático”, opinou Maia. “No final, o que prevaleceu, foi uma decisão por maioria dentro do Exército. As principais lideranças das Forças Armadas, ao fim, ao cabo, disseram não à proposta de golpe”, completou.
Segundo o presidente da CPMI, se não fosse o Exército, provavelmente, teria ocorrido um golpe de Estado e, neste momento, “o Congresso estaria fechado, os meios de comunicação estariam fechados”. Apesar disso, Maia disse que foi inadmissível a Força ter permitido os acampamentos bolsonaristas em frente ao Quartel General do Exército em Brasília. “Claro que foi um absurdo”, ponderou.
CORREIO BRAZILIENSE

Respostas de 4

  1. O Ministro Barroso estabeleceu que invasão de propriedade não é crime e é preciso criar uma comissão para avaliar a possível desapropriação com prazo de 6 meses para conclusão. Logo, a bem da verdade, além de não haver tentativa de golpe de Estado os invasores não cometeram crime.

  2. Eu só queria saber quem eram os membros da junta governativa que tentou o golpe de estado, onde estavam as armas e todos que seriam defenestrados de seus cargos no domingo, quem fez pronunciamento em rede nacional e quais eram as forças de segurança responsáveis pela segurança dos edifícios invadidos e onde estavam naquele dia.

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