O suspeito é outro sargento, que foi afastado
Ricardo Antunes
Um crime envolto em mistério e muito segredo. Uma sargento acusa um colega de mesma graduação de tê-la estuprado no último dia 26 de maio, dentro do alojamento de Subtenentes e Sargentos do Quartel do CPOR/R, localizado no bairro de Casa Forte, no Recife.De acordo com informações apuradas pelo Blog, nessa data aconteceu a solenidade comemorativa da “Escolha das Armas, Quadro e Serviços” na qual os alunos do referido Centro, após a conclusão do Curso Básico, escolhem qual carreira seguir.
Na festa foi liberado o consumo de bebidas alcoólicas pelos militares que não estavam de serviço. A militar, uma jovem de 28 anos, após algumas horas na confraternização, se deslocou ao alojamento feminino de graduadas, pois não se sentia bem. Foi quando percebeu que a porta fora quebrada e outro sargento, lotado naquele centro, entrou e estuprou a militar, que impossibilitada de se defender, nada pode fazer. Leia mais.
O CMNE divulgou uma nota. Confira:
“Em atenção a solicitação de sua mensagem eletrônica enviada em 03 de julho de 2023, a Seção de Comunicação Social do Comando Militar do Nordeste (CMNE) informa que foram adotadas as medidas administrativas cabíveis imediatamente após o conhecimento dos fatos e um Inquérito Policial Militar (IPM) foi instaurado para a sua completa elucidação e posterior envio ao Ministério Público Militar
Por fim, vale destacar que o Exército Brasileiro reafirma sua responsabilidade perante a fiel observância dos preceitos legais e dos princípios éticos e valores morais por todos os seus integrantes”.
Blog RICARDO ANTUNES Edição: Montedo.com
Respostas de 7
Até quando o exército vai permitir o consumo de bebida alcoólica dentro de quartel? Os últimos acontecimentos provam que isso é bomba relógio. Além disso, depois da bebedeira, esse pessoal todo vai pra casa de UBER? Ou seja, o comandante autoriza bebida alcoólica sabendo que quase todos vão pra casa de carro bêbados.
Lamentável. Mais um caso que denegri a imagem do exército. Esse facínora deve ser processado e julgado pela JM.
Se a relação não for consentida, a palavra da vítima já basta, mais demais conteúdos probatórios convergirem no estupro que a força da lei caia sobre esse possível estuprador e também que a cara dele seja exposta. Já bastou o sigilo nessa justiça militar, somente ao IPM que deve prevalecer. Afinal a nossa CF, resguardou o sigilo dos julgamentos já previstos.
Ocorrem muitas solenidades onde ocorre o consumo de bebidas alcoólicas, na verdade, o correto seria banir solenidade em área militar, evitaria uma série de problemas.
Poderíamos banir também as formaturas, pois não servem para P…nenhuma e é um ” estupro dos ouvidos “
trata-se de crime militar que deve ser aprutado com rigor pelo Exército e encaminhado à Justiça Militar.
Os rigores da lei penal nesse cidadão, caso comprovadas as denúncias e expulsão. Caberia uma castração química ou por extrator, se nossa Constituição assim autorizasse.