Bruno Dantas cobra da Defesa relatório de fiscalização das urnas eletrônicas

urnas eletrônicas

Órgão já exigiu informações sobre o processo pelo menos duas vezes desde o primeiro turno; a pasta disse que entregará dados apenas após a eleição

O TCU já cobrou pelo menos duas vezes do Ministério da Defesa informações sobre o relatório da fiscalização das urnas pelas Forças Armadas no primeiro turno, no dia 2 de outubro.
O primeiro pedido, movida pelo MP junto ao TCU e deferido pelo tribunal, foi encaminhado no dia 9, com 15 dias para resposta.
Encerrado o prazo no início desta semana, o TCU formalizou a cobrança pela segunda vez na terça-feira (25).
“O Ministério da Defesa não apresentou até o momento as informações requeridas pelo Ministério Público de Contas“, escreveu o ministro Bruno Dantas.
“Tendo em vista o decurso do prazo sem a apresentação das informações indicadas pelo parquet especializado, determino seja reiterado ao Ministério da Defesa a requisição feita pelo Ministério Público de Contas”, acrescentou.
A Defesa disse ao TSE, na semana passada, que entregará relatório sobre urnas apenas após o segundo turno, que ocorrerá no domingo (30).
A pasta alegou que “a emissão de um relatório parcial, baseado em fragmentos de informação, pode resultar-se inconsistente com as conclusões finais”.
O Antagonista/montedo.com

Respostas de 4

  1. Bruno Dantas,
    Vai catar coquinho.
    Se “caguei & andei” prú Xandão, imagine pra vc.
    Só depois do segundo turno, e isso, se o ‘mito’ reeleger-se.
    Caso “der nega”, vc vai querer ver o diabo, não a mim.

  2. Em eleições passadas era comum a presença de fiscais de partidos nas seções eleitorais quando o voto era em cédula. O problema do voto em cédula era o transporte das urnas que eram recolhidas e levadas para um local central para a abertura e contagem e esse transporte era o que ensejava algumas fraudes.

    Diante dos fatos atuais causados por perseguição politica do ativismo judicial baseado em noticias, aliado à grandes mídias e empresas especuladoras do mercado financeiro, deveríamos repensar e refazer essas eleições em etapas, com cédula, em quadras de esporte com diversas seções eleitorais e urnas centrais transparentes fiscalizadas por muitos agentes de segurança e fiscais de partidos, local esse onde seria feita a contagem dos votos, sem transporte.

    Teríamos uma1ª eleição para deputados sendo eleitos os mais votados. Uma 2ª eleição para senador e governador e a 3ª para presidente. Está muito evidente, desde 2018, a tentativa de emparedar, escarnecer e jogar por terras todas as realizações do atual governo através de narrativas e decisões judiciais. Essa eleição está sob suspeição.

    O combinado no teatro das tesouras entre Lula e FHC foi quebrado, veio a Lava Jato como forma de punir a traição e depois o impeachment da Dilma. Não dá mais para confiar, precisamos de transparência e segurança jurídica para eliminar o risco de maiores distúrbios.

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