General descreve como era o ingresso nas Forças Armadas antes da Constituição de 1988

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Respostas de 20

  1. Engraçado, sou praça de carreira (hoje na reserva como oficial) de 1987 e a minha porta para sargento de carreira foi somente perante concurso e não por cota. Essa regra que o general citou, excluindo os QE valia somente para oficial.

    1. Na minha época havia a cota para Sargento também, acho que durou até 2000, metade das vagas eram p civis e a outra metade para candidatos de origem militar.

  2. Obrigado General Ridauto por falar a verdade que muitos tentam esconder, ou seja, no passado milhares de oficiais da ativa e da reserva entraram na AMAN e ESPCEX pela seleção dos Colégios Militares, era o contexto da época, assim sendo milhares foram privilegiados com o ingresso no serviço público sem concurso!!! Aí vem o Mourão e diz que os QEs não tiveram uma carreira que possibilitasse ascender na profissão em razão de terem entrando no E.B sem concurso, é muita cara de pau !!!

    1. Parem de falar besteira ate hj os al CM sao os primeiros colocados, se atualizou mas na pratica nao aproveitavam tanto assim o “beneficio” . Cuidado recalque é doença.

      1. Pode ser o 🐕 chupando manga, é concurso! Nas regras universais de concursos.

        Antes da CF88, era outra regra, pois o militar também era servidor público, hoje é

  3. No meu tempo de escolas eram 6 anos no Primário, 4 anos de Ginásio e 3 anos de Científico já com a reforma para curso cientifico profissionalizante em 1974, semelhante ao ensino médio técnico atual. Tenho a impressão de que o Ridauto quer dizer que não havia concurso para quem já frequentava escolas militares pois em 1973, na média com 16 anos de idade, muitos amigos que eram de escolas publicas, inclusive eu, tivemos que fazer provas para ingresso na EPCAR, EsPCEX e Colégio Naval entre outras ofertas de concurso para sargentos.

    1. Os primeiros colocados de colegio publico nao faziam

      E os de colegio militar com media acima de 6 iam tambem sem concurso

      Meu pai entrou assim, sem prova, acho que se chamava AVISO

  4. Ou seja, segundo o nobre F.E que joga luz sobre o assunto,foi muito mais difícil permanecer no E.B para os QEs do quê para os oficiais, pois os mesmos teriam que vencer DEZ longos anos e ter a sorte de ser indicado para estabilizar entre milhares que serviram ou ir pra a longíngua fronteira em busca de uma incerta estabilidade !!! Já o aluno do Colégio Militar foi para a AMAN E ESPCEX e prosseguiu na carreira , vencendo feliz até o posto de Coronel, independente de colocação boa ou ruim!!! Quem tem padrinho, não morre pagão!!!

  5. A eterna máxima de para o oficial tudo, ao praça nada ! Em quanto o praça se humilha até mesmo o QE, o oficial ganhava vaga direto de colégio militar. Sem contar um absurdo ainda maior chamado vaga de oficial para PM vinda do CPOR. Ou o Brasil tinha muita gente Burra, ou realmente no passado o sistema era muito injusto e desigual.

    1. Agora entendi a pergunta. Desculpe.
      Foi antes de 2001 sim. Havia muita desistência no C Bas.

      Mas as “cotas” de metade das vagas pra aluno de CM existiam em 2001, acho que ate depois

  6. Lembro-me de um sargento em 92 , tinha um Gurgel, inclusive, que quando estava de serviço de adjunto dizia pra gente que foi aluno de colégio militar e que era assim mesmo. Os xxxx primeiros podiam escolher. E um subtenente da mesma época dizia que ele foi indicado para a EsSA, que no tempo dele não havia concurso.

  7. Lá pelos idos de 2000 e pouco…um General tentou criar uma carreira para os QES ( seria uma espécie de concurso interno,feito as PMs) mas não prosperou seu intento.O que faltou foi boa vontade com a classe QE,essa AFEIÇÃO transbordou nas PPMMS , pois seus quadros especiais ascenderam sem amarras,sem preconceitos,até ST ERA REGRA,mas muitos chegaram ao oficialato, já os R2s a Cel.

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