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Míriam Leitão
O clima no Ministério da Defesa é de tristeza. O ministro Fernando Azevedo reuniu os assessores, os cargos de assessoramentos, oficiais generais de gabinete para se despedir:
– Na vida militar a gente tem hora para chegar e para sair e esta é a minha hora de sair. Saio com a sensação de dever cumprido.
E disse que não poderia ter feito todas as operações que fez no Ministério da Defesa, como a Operação Covid, e das operações Verde Brasil, sem o “engajamento de todos”. Ele lembrou que foi neste momento, com ele no cargo, que houve o maior número de conjuntos engajados da história do Ministério da Defesa, ao todo dez comandos com duas operações simultâneas de grandes dimensões.
Azevedo não escondeu que sai triste. Mas seus assessores dizem que, primeiro, ele não era o alvo. O alvo era o general Pujol. E que desde a semana passada a pressão do presidente ficou mais forte.
O Globo/montedo.com

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