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Pois então…
Lembram do artigo que postei em 26 de julho, “Senador, não se faça de salame!“? A postagem abordou as “dúvidas” do Senador Izalci Lucas(PSDB/DF) sobre alguns aspectos da Lei 13.954/19, para as quais ele já sabia as respostas.
Em requerimento ao Ministério da Defesa, o senador perguntou três coisas:
Pergunta 1 – Na reforma da previdência dos militares as pensionistas tiveram descontos significativos. Por que não foi aplicada a Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI) para as pensionistas das Forças Armadas, prevista no Art. 21, da Lei nº 13.954/2019?
Pergunta 2 – Por que não foram disponibilizados os cursos de Altos Estudos para todos os graduados das Forças Armadas, uma vez que os cursos estavam previstos na Medida Provisória 2.215-10/2001?
Pergunta 3 – Por que os sargentos dos Quadros Especiais das Forças Armadas não podem ascender na carreira até a graduação de Suboficial?
As respostas eram tão óbvias, que arrisquei uma galhofa: “tratam-se de legítimos segredos de polichinelo e o senador Izalci – que participou desde o início do processo que reestruturou as carreiras das Forças Armadas, e conhece a lei de cabo a rabo – sabe muito bem disso. Como se diz no Rio Grande, está se fazendo de salame.”
Enviada ao senador na última quinta(26), a resposta da Defesa é didática, porém incisiva. As quatro páginas do documento, que analisa em detalhes o histórico de cada “dúvida”, não deixam pedra sobre pedra.
Confira:
resposta – SEI_MD – 2576538 – Ofício

Em tempo
Mal posso esperar a resposta da Defesa ao pedido de “correção de distorções” encaminhado pelo Deputado Major Vitor Hugo (PSL/GO).

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