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O soldado da aeronáutica Alisson Luis dos Santos Maia, responsável pelo atropelamento de três pessoas de uma mesma família, em dezembro do ano passado, na praia de Ipitanga, repetiu a versão de que teria perdido o controle do veículo devido à falta de sinalização e à grande quantidade de areia na pista. O militar, que aguarda em liberdade, prestou o terceiro depoimento nesta terça-feira (30), no Fórum Criminal de Lauro de Freitas. Ele responde pela morte da comerciária Adriane Aparecida Urbano Gomes, 41, e a filha Dyane Dias Gonçalves, 23. O outro filho, Thiago Dias Gonçalves, 9, ficou internado por seis meses. O carro dirigido pelo acusado possuía restrições de furto ou roubo e judicial, além de acumular dívidas de R$ 5.498 referentes a licenciamento e R$ 980 de multa. O advogado de defesa, Joaquim Ferreira, defende que se tratou de homicídio culposo, já o de acusação afirma que Maia cometeu homicídio doloso e pede que ele vá a juri popular. Informações A Tarde
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