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Currículo de falso militar indica que ele trabalhou na guarda presidencial Exército, que responde pela guarda presidencial, nega.

A polícia investiga se a admissão de um falso tenente-coronel do Exército foi autorizada por um integrante da cúpula da Secretaria de Segurança Pública. No currículo que o servidor Carlos da Cruz Sampaio Júnior apresentou à Secretaria consta que ele teria trabalhado até na guarda presidencial, em Brasília. O responsável pela admissão do falso militar pode ser exonerado do cargo.
O Exército, que responde pela guarda presidencial, informou que Carlos Sampaio nunca fez parte da equipe de segurança.
O servidor foi preso na sexta-feira (15) e vai responder por falsidade ideológica e porte ilegal de arma. Ele foi descoberto quando começou a trabalhar na Subsecretaria de Planejamento e Integração Operacional, há três meses. Por costume do órgão, sua vida profissional começou a ser investigada pelo departamento de Recursos Humanos e descobriram que ele não era do Exército. Mais.
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