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Os militares hondurenhos colocaram plataformas diante da embaixada do Brasil em Tegucigalpa – onde está refugiado o presidente deposto, Manuel Zelaya – para observar o interior da sede diplomática, denunciou nesta quinta-feira o diplomata brasileiro Lineu de Paula.
“Não sabemos o que querem, mas isto é um absurdo, não têm o direito de olhar o interior de nossa sede, ignoram que isto é uma representação diplomática”, disse o funcionário à AFP por telefone.
Segundo Lineu de Paula, a situação será informada à chancelaria brasileira, à Organização dos Estados Americanos (OEA) e às Nações Unidas (ONU). AFP
Comento:
É o fim do fim! Ao entregar sua embaixada para Zelaya incitar a violência em Honduras, instalando lá uma feira livre da baderna,  foi o  Brasil quem ignorou o significado da expressão “representação diplomática”.
Ao não definir a situação diplomática do Chapelão, o país desrespeita todas as convenções internacionais.
Se as ordens para a generalização da violência partem do prédio da Embaixada, nada mais natural que os hondurenhos a submetam a estreita vigilância.
O senhor Lineu de Paula poderia demonstrar a mesma indignação em relação a situação de Zelaya.
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