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Ricardo Montedo
(com informações da agência EFE)
Os seis deputados brasileiros que chegaram ontem a Tegucigalpa para avaliar a crise política hondurenha, visitará hoje a sede diplomática brasileira, ocupada pelo presidente deposto, Manuel Zelaya e cerca de sessenta correligionários.
O coordenador do grupo é o Deputado Raul Jungmann (PPS-PE).
Os políticos brasileiros também terão reuniões com membros da Corte Suprema, parlamentares, Ramón Custódio, comissário dos Direitos Humanos de Honduras e comunidade brasileira na capital, além de empresários e outros representantes da sociedade local.
Jungmann frisou que a visita é “uma missão de paz” que pretende “contribuir para que se encontrem convergências e, sobretudo, que se tenha uma saída pacífica para esta crise”.
“Nossa preocupação, por princípio, é com a Embaixada e com as relações da comunidade brasileira aqui em Honduras”, mas “evidentemente que a preocupação mais geral é que Honduras possa superar esta crise pacificamente, rapidamente”, afirmou.
Jungmann negou que a missão venha a assumir um papel “mediador” na crise, pois seu papel é a “diplomacia parlamentar”.
Os parlamentares não se reunirão com o governo Micheletti, porque as relações diplomáticas entre os dois países estão suspensas.
A comissão é composta ainda pelos deputados Maurício Rands, Bruno Araújo, Cláudio Cajado, Ivan Valente e Janete Pietá.
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