Imagens de segurança apontam repetição da conduta; militar permanece sob custódia do Exército
A Polícia Militar prendeu em flagrante um soldado do Exército Brasileiro suspeito de praticar importunação sexual contra uma funcionária de uma loja em Marabá, no Pará. A ocorrência aconteceu na noite de quinta-feira (23), na Folha 31, no núcleo Nova Marabá.Polícia encontrou registros de outros episódios
De acordo com a Polícia Civil, o militar identificado pelas iniciais L.D.S.C. teria praticado atos de cunho sexual diante da trabalhadora dentro do estabelecimento comercial. Após receber a denúncia, a Polícia Militar localizou o suspeito e realizou a prisão em flagrante. Em seguida, os agentes encaminharam o soldado para a Polícia Civil do Pará, que assumiu a investigação. Durante a apuração, os investigadores analisaram as imagens das câmeras de segurança instaladas na loja. Segundo a polícia, os vídeos revelaram que o militar teria cometido a mesma conduta em outras datas. Além disso, a funcionária relatou que os episódios anteriores provocaram medo, constrangimento e insegurança. Dessa forma, a investigação passou a considerar a possibilidade de repetição dos atos.Delegado solicita prisão preventiva
Diante das informações reunidas, o delegado responsável pelo caso solicitou à Justiça a manutenção da prisão preventiva do suspeito. Segundo a autoridade policial, a repetição dos episódios e as circunstâncias relatadas pela vítima justificam uma análise mais rigorosa da medida judicial. Como o suspeito integra o serviço ativo do Exército Brasileiro, a Polícia Civil entregou o militar à guarda e custódia da instituição. Assim, ele permanece à disposição da Justiça enquanto o processo avança. Informações institucionais sobre normas e procedimentos do Exército Brasileiro estão disponíveis no site oficial da instituição: Exército Brasileiro.Importunação sexual é crime previsto em lei
A legislação brasileira define a importunação sexual como crime quando alguém pratica ato libidinoso contra outra pessoa sem consentimento, com o objetivo de satisfazer desejo próprio ou de terceiros. Conforme o artigo 215-A do Código Penal, a prática pode resultar em pena de reclusão de um a cinco anos, caso a conduta não envolva crime mais grave. O texto atualizado da legislação pode ser consultado no Código Penal Brasileiro.Investigação continua em andamento
A Polícia Civil continua reunindo informações para esclarecer todos os fatos relacionados ao caso. Além disso, a Justiça deverá avaliar o pedido de prisão preventiva apresentado pelo delegado. Até o momento, o Exército Brasileiro não divulgou nota oficial sobre possíveis medidas administrativas contra o militar. Enquanto isso, o caso permanece sob investigação das autoridades competentes.Leia também: Fonte: Polícia Civil do Pará/Correio de Carajás
Respostas de 2
Um desenho retratando a prisão de um militar do EB, fardado, sendo algemado por policial. Mais uma tentativa, dentre as milhares, de tentarem semear animosidade, discórdia, raiva e até sedicão entre militares e policiais. Forças nem tão ocultas tentam de todas as formas avacalharem com a imagem e a honra das ffaa brasileiras. Tentam de todas as formas e diuturnamente, despedaçar esta grande nação. A isso dá-se o nome de “guerra hibrida”. Não passarão.
Deixe de froxura e comande tua tropa pô. Guerra é caralho e ladrão é ladrão, independente quem seja. E cadê o idiota que gosta da frase ” PM sendo PM”. Ai está o retrato correto de PM.
Kkkk e segue o baile, sem mimimi, errou tem que arcar com as consequências, independemte quem seja. “Federal ou não”.