Em entrevista, ministro da Defesa destaca redução drástica de candidatos oriundos das Forças Armadas e reforça o respeito aos limites constitucionais entre os Poderes.
O ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, defendeu o distanciamento total das Forças Armadas na atividade política. Em entrevista ao programa Agora Metrópoles, o líder da pasta classificou a postura militar como “exemplar” nos últimos anos. Além disso, Múcio pediu sensatez às lideranças republicanas durante a atual crise institucional do país.
Afastamento dos militares da política
Múcio delimitou com clareza a atuação das instituições militares no cenário atual. Conforme explicou o ministro, o quartel não deve abrigar militância ou articulações partidárias. A tropa foca exclusivamente na garantia da ordem, na proteção territorial e na defesa da soberania nacional.
Nesse contexto, vários fatores comprovam a efetiva despolitização das tropas brasileiras:
- Respeito aos limites institucionais: Os militares mantêm total distanciamento da cena eleitoral urbana. Portanto, políticos não interferem no meio militar e os oficiais não atuam em campanhas.
- Queda expressiva nas candidaturas: A quantidade de militares disputando cargos públicos caiu drasticamente. Consequentemente, cada setor seguiu seu caminho próprio sem misturar funções institucionais.
- Neutralidade em datas pátrias: O corpo militar evitou manifestações políticas durante os desfiles de 7 de Setembro. Dessa forma, a tropa garantiu o caráter cívico das celebrações nacionais.
Fratura política e respeito à democracia
Paralelamente, Múcio analisou a intensa polarização social enfrentada pelos cidadãos. O ministro alertou que o radicalismo reduz a capacidade de convivência pacífica no país. Por esse motivo, o diálogo plural precisa retornar ao centro da vida pública.
Além da atuação militar, o integrante do governo destacou pontos cruciais para a estabilidade democrática brasileira:
- Superação da fissura social: A divisão ideológica reduziu a fraternidade entre a população. Igualmente, o acirramento transformou antigos opositores políticos em inimigos pessoais.
- Defesa da democracia: Aceitar o pensamento diferente constitui a base fundamental da estabilidade republicana. De fato, a intolerância sistemática abre caminhos perigosos para regimes autoritários.
- Harmonia entre os Poderes: O Executivo e o Congresso Nacional devem concentrar as disputas partidárias. De modo similar, as instituições de estado precisam focar em suas missões constitucionais próprias.
Respostas de 13
O que dizer dessa pessoa.
Este cara e um zero a esquerda, esta no cargo, porque ganha bem, nunca fez nada pela tropa, só olha pro próprio imbigo, acorda Brasil.
Isso é uma múmia.
Melancia civil
O Ministro da Defesa não exerce comando sobre os militares. Embora ocupe a chefia político-administrativa do Ministério da Defesa desde sua criação pela Lei Complementar nº 97/1999, essa função é de natureza civil e gerencial, não militar. O artigo 142 da Constituição Federal estabelece que a Marinha, o Exército e a Aeronáutica estão organizados com base na hierarquia e na disciplina militares, sob a autoridade suprema do Presidente da República, a quem compete privativamente, nos termos do art. 84, XIII, exercer o comando supremo das Forças Armadas. Nesse desenho constitucional, o comando efetivo, entendido como a autoridade castrense de dar ordens operacionais, empregar meios militares e conduzir a disciplina interna das tropas, é exercido pelos Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, cada um o mais alto posto de sua respectiva Força, e pela cadeia hierárquica militar que deles decorre. O Ministro da Defesa não integra essa cadeia de comando.
Ao Ministro da Defesa cabe a gestão administrativa, orçamentária e política do aparato de defesa nacional, além de servir como canal de articulação entre o Presidente da República e os Comandantes das Forças. O fato de o cargo poder ser ocupado por civis reforça essa natureza não militar da função, incompatível com o exercício de comando sobre tropas. Ainda que o Ministério da Defesa coordene administrativamente o emprego das Forças Armadas em operações, sempre mediante autorização do Presidente, a autoridade de comando sobre os militares permanece integralmente dentro da estrutura hierárquica castrense. O Ministro da Defesa, portanto, não comanda militares: administra a estrutura civil que apoia as Forças Armadas.
O que esse MD ainda nao fez a qual esta fazendo lula perder milhares de votos e promover os QESA veteranos a suboficial
Prefiro aumento no soldo.
O Zé Murcho não opina em nada, Ministro fraco.
Pior Ministro da Defesa de todos os tempos.
Pior ministro e pior comandante do exército brasileiro, em toda sua história.
Pior ministro da defesa e comandantes militares de todos os tempos. Os pracinhas e pensionistas passado necessidade. Volta Dilma Rousseff
Ministro Pastelão. Só pela cara não inspira confiança.
Nada fez pela tropa. Tanto que um cabo da falida ARGENTINA está melhor remunerado que um sargento no BRASIL. Deveria se envergonhar.