Vem ser PTTC!!! (vídeo)

Seleção para PTTC

Respostas de 10

    1. ➕️ um q foi para a reserva remunerada sem sequelas. 🤦🏾‍♂️🤦🏾‍♂️🤦🏾‍♂️🤦🏾‍♂️🤦🏾‍♂️🤦🏾‍♂️

  1. Aposentado que ainda vive dentro da bolha castrense. Me fez lembrar a música de entrada da antiga série: Os Trapalhões. Acho que tem praça que ficaria feliz com a volta da escravidão.

  2. Típico ser humano que não aprendeu nada.

    Se estiver “treinando” para uma guerra, está equivocado porque não temos guerras há 200 anos passados e não teremos nos 200 anos futuros (e se tivermos, durará menos que uma SIEsp/AMAN).

    Se for para treinar o físico, valeria mais pagar uma academia ou fazer aquelas academias de idosos das praças dos bairros.

    Nessa idade, poderia estudar, ler sobre filosofia, história, TI… fazer musculação, corrida, natação, aulas de dança, etc… Mas está fazendo um negócio absolutamente INÚTIL.

    Se for pra aparecer, conseguiu!

  3. Militares no Brasil vivem numa bolha. Possuem pouco contato com mundo civil. Raramente continuam seus estudos em instituições públicas ou privadas. Leem poucos livros. Vida social se resume a círculos militares ou clubes de sbt/sgt. Aí, como não poderia deixar de ser, ficom com sequelas, se acham acima da sociedade civil, simpatizam com golpistas de visão curta etc etc.

    1. Fato! Mas existem exceções à regra; conheço AQUI NO sul, um Ten qAO, com 5 pós-graduações e que está trabalhando ativamente na reserva como gestor da qualidade em uma grande empresa. Detalhe: era regente da Banda e chefe do escritorio de proejtos na ativa (gostava de trabalhar e não era puxa saco, tanTo que saiu QAO e pediu RR).

  4. Vou PTTC? Tem algo que deixou de resover no passado: deixou a família em segundo plano; não sabe jogar video game; cuida de netos e afins; decepção famíliar; em casa não tem sim senhor, apenas sim senhora etc….

  5. Não julgo, cada um sabe o seu.

    No meu caso, saí sem dever nada a ninguém, fazendo mais do que recebendo para a sociedade, mas nunca gostei. A minha motivação era acabar o sofrimento com a chegada da reserva. A maioria do militares com quem convivi não tinham os meus valores, estavam mais conformados.

    Hoje não faço nada de útil para a sociedade (sem culpa) e sim para mim. Faço o que eu quero, como ler na hora que estou a fim, fazer exercícios para a minha saúde, estabelecer o meu horário para dormir, acordar, comer, do jeito que acho que devo, sem obrigações. Enfim, o meu ideal foi atingido.

    Não quero ajudar ninguém, reencontrar ou lembrar dos “bons tempos”, não quero que me digam o que eu tenho de fazer (excessão da patroa) e não entro em unidade militar a não ser por força maior. Como eu disse, cada um sabe o seu.

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