Exército designa subtenente é ao TSE para atuar como assistente de Nunes Marques

Nunes Marques pede ao Exército subtenente para o TSE

Militar de material bélico foi escolhido para reforçar a equipe da Justiça Eleitoral em função voltada ao apoio administrativo, jurídico e logístico.

O subtenente do Exército Brasileiro Edimilson Pereira Caniato vai atuar no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por um período de até 23 meses. A designação foi autorizada pelo comandante do Exército, general Tomás Paiva, e entra em vigor a partir de 20 de julho. A informação é de Malu Gaspar, de O Globo. A medida coloca um subtenente da Força Terrestre à disposição da Justiça Eleitoral para exercer a função de assistente em cargo comissionado. A solicitação previa a indicação de um militar com experiência em análise de processos administrativos e jurídicos, gestão pública, licitações, contratos, logística de material, aquisições e convênios. A portaria que formaliza a cessão foi publicada no Diário Oficial da União e estabelece que o militar poderá permanecer no TSE por até 23 meses.

Experiência na área de material bélico

Aos 48 anos, Edimilson Pereira Caniato integra o quadro de material bélico do Exército e trabalha na área responsável pela manutenção de armamentos, viaturas e aeronaves militares. Natural de Minas Gerais, ele foi promovido ao posto de subtenente em novembro de 2020. Em 2025, recebeu a Medalha da Vitória, concedida pelo Ministério da Defesa em reconhecimento aos serviços prestados.

Atuação no TSE

O militar exercerá atividades de apoio administrativo e técnico na Corte Eleitoral. O perfil exigido para a função inclui experiência em gestão pública, processos administrativos, logística, contratações e acompanhamento de aquisições. A cessão ocorre com base na legislação que permite o afastamento temporário de militares das Forças Armadas para o exercício de cargo público civil de natureza temporária.

Respostas de 5

  1. Parabéns ao colega. Uma dúvida: nenhum Altos estudos 1 com sua formação, competência e gratificação foi encontrado em todas as FFAA para o cargo?

  2. Interessante desse caso é que parece que o TSE solicitou especificamente um “subtenente”, um militar na graduação de subtenente.

    O normal, penso, seria solicitar um “militar”, sem especificar posto/graduação, apenas as habilitações. Ou no máximo pedir um “oficial” ou “praça”.

    Mas, especificar a graduação, para mim é novidade.

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