Senador diz ser cobrado em todo o país e afirma que a permanência de magistrados depende da “chancela do povo”, representada pelo Senado
O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que tem sido alvo de cobranças frequentes de eleitores para que o Senado dê andamento a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi feita em entrevista ao programa Ponto de Vista, da VEJA, ao comentar a atuação da oposição em relação ao Judiciário. A declaração foi feita em entrevista ao programa Ponto de Vista, de VEJA, ao comentar o papel da oposição sobre o tema.
De acordo com o ex-vice-presidente, a pressão é constante e se repete por onde passa. “Não tem um único lugar que eu vá em que não seja cobrado por não termos colocado para frente o impeachment de algum ministro”, disse.
Mourão ressaltou que, embora a indicação dos ministros do STF seja feita pelo presidente da República, a nomeação só se efetiva após a aprovação do Senado. Para ele, essa etapa traduz a vontade da sociedade. “A chancela do Senado não é individual. É a chancela do povo brasileiro, que nós representamos”, afirmou.
Nesse sentido, o senador defendeu que o Congresso tem o dever de agir caso exista respaldo popular para o afastamento de magistrados. “Os ministros estão lá por obra do povo brasileiro. E, se o povo entender que algum deles deve ser retirado, compete a nós cumprir aquilo que o povo deseja”, concluiu.
Respostas de 6
Melhor ver para rir, do que ficar cego e chorar. Poderia ter encomendado uma pesquisa, na qual abra opinião de amplos os espectros políticos, pois somente a fala não vale de nada. A partir de agora, declaro ser dono do Blog do montedo. 😅🤣😁
Dura, por acaso vc apoia a galerinha do STF ? Dá pra ver de qual lado está,,,,sempre do lado errado da honradez, honestidade, moralidade…..
Tem forte pressão popular, para que você não se eleja mais senador, ou qualquer outro cargo.
Quando?
Saudosos Viúvos e Viúvas da ditadura e demais ressentidos pelo rechaçamento do golpe.
É só não abrir a boca e deixar passar o mandato.