‘O Brasil precisa conhecer o trabalho das Forças Armadas na Amazônia’, diz senadora

Senadora Margaret MT - Programa Calha Norte

PROGRAMA CALHA NORTE

‘O Brasil precisa conhecer o trabalho das Forças Armadas na Amazônia’, diz senadora Margareth

A senadora de Mato Grosso Margareth Buzetti (PSD) desembarcou neste sábado (11) em Brasília após uma missão de cinco dias na Amazônia, a convite do Ministério da Defesa para visitar o Programa Calha Norte.

A parlamentar foi a única senadora a compor a comitiva que passou pelos estados do Amazonas, Acre e Roraima.

Diferente de um roteiro comum de viagem, os convidados do Ministério conheceram a Amazônia profunda, chegando em localidades de dificílimo acesso e reconhecendo um Brasil muitas vezes esquecido.

“Foi enriquecedor conhecer os problemas enfrentados por quem vive nos confins da Região Amazônica e a diferença que as Forças Armadas fazem na vida dessas pessoas.

Seja no atendimento de saúde, transporte de alimentos e mantimentos, infraestrutura em lugares ermos e até apoio nas escolas.

O que vi sobrevoando as nossas fronteiras foi uma imensidão de floresta preservada e que precisamos garantir que continue assim.

O Brasil precisa conhecer o trabalho das Forças Armadas na Amazônia”, conta Margareth.

Para a senadora, um dos pontos mais impactantes foi sentir na pele a dificuldade de acesso para chegar em pontos literalmente dentro da Selva e lá ver militares defendendo as fronteiras brasileiras.

Foi o que aconteceu em Tabatinga, distante cerca de mil quilômetros da capital Manaus. Daquele município, que faz tríplice fronteira com Peru e Colômbia, o grupo viajou uma hora de avião e depois navegou 45 minutos em uma voadeira para chegar no Estirão do Equador, onde está o 4º Pelotão Especial de Fronteira.

“Chegar depois de tudo isso e ver aquelas pessoas vivendo lá, orgulhosas do trabalho que realizam, foi emocionante. Fiz questão de dizer que eles são brasileiros que realmente me representam”, lembra Margareth.

A comitiva conheceu os pelotões de fronteira do Exército, batalhões de fronteira, os comandos das três forças na região, as bases navais da Marinha e as bases aéreas da aeronáutica, além de escolas, hospitais e outras obras que contam com investimento e apoio das Forças Armadas.

“O Brasil precisa saber o que está sendo feito na Amazônia. Como integrante da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado irei propor audiência pública para discutirmos o Programa Calha Norte e nos colocar à disposição para ajudar.

O trabalho desenvolvido lá, de defesa das fronteiras, da preservação do meio ambiente e dos povos indígenas reflete em todo o Brasil e deve ser uma bandeira de todos, independentemente do estado que representa”, adianta a senadora.

VEJABEM MT/montedo.com

Respostas de 6

  1. Pois é, onde o estado não está presente e não tem alçance como nas centenas de comunidades nas fronteiras do pico da neblina na Amazônia, passando pelos de RO, AM, TO, RR, nesses rincões a UNICA REPRESENTAÇÃO do Estado Brasileiro é o Exercito.
    Em alguns lugares como SGC/AM que conta com 40 mil habitantes indígenas e muitas reservas minerais de valor incalculável se tirar o exercito as FARC assumem o território imediatamente com suas representações bélicas.

  2. Voce aí, falastrão de sofá, quem está reclamando aqui que está Trabalhando de graça? Deu ciúmes agora? Voce é um dos que não sabem nada sobre as Forças Armadas, como tem muitos senadores em Brasília, como homens públicos, e também não sabem de nada, como voce. Vai ser Militar, tenho certeza que tu não aguenta o Tranco por um dia! Então Fica aí, jogando bola de gude no tapete da sala e soltando pipa no Ventilador.

  3. Essa senadora será mais uma agraciada com medalhas, com a justificativa de serviços prestados às Forcas Armadas.
    No mais tudo como antes no mar de Abrantes.
    Reajustes nos soldos que é bom nada.

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