Sargento do Exército é parado em blitz com arma de Bolsonaro

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Militar afirmou que levava o armamento para reparos; Alexandre de Moraes deu prazo de 24 horas para esclarecimentos

Um sargento da equipe de segurança de Jair Bolsonaro foi parado em uma blitz em Brasília, nesta segunda-feira (15), enquanto transportava uma arma de fogo registrada em nome do ex-presidente, que cumpre prisão domiciliar. Durante a abordagem, o militar disse que levava o armamento para “reparos”.

A polícia comunicou o caso ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em resposta, o magistrado determinou que a defesa de Bolsonaro e a equipe responsável pelas revistas de acesso à residência do ex-presidente prestem esclarecimentos no prazo de 24 horas.

Atuação na segurança do ex-presidente

O sargento Estácio Leite da Silva Filho integra a equipe que acompanha Bolsonaro desde o fim do mandato presidencial, benefício assegurado a ex-ocupantes do cargo. Ele atuou diretamente na segurança do então presidente em 2022 e, em dezembro daquele ano, assumiu a função de assistente técnico do grupo responsável pela proteção após o encerramento do governo.

Viagens e autorizações judiciais

Estácio acompanhou Bolsonaro em viagens aos Estados Unidos, realizadas em janeiro e março de 2023. No início deste ano, quando o ex-presidente estava detido na unidade conhecida como “Papudinha”, Alexandre de Moraes autorizou a entrada do sargento e de outros assessores para a entrega de alimentação especial. Posteriormente, já durante a prisão domiciliar, o ministro voltou a permitir o acesso do militar à residência.

Veículo oficial e versão contestada

No momento da blitz, o sargento conduzia um veículo oficial da Presidência da República. Ele afirmou aos agentes que integrava o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). O órgão, no entanto, não confirmou a informação.

 

Respostas de 13

  1. Estranho esse pessoal da polícia chegar diretamente no cidadão em questão de descobrir que o mesmo transportava ilegalmente um armamento pertencente ao ex-presidente.

  2. Foi no mínimo da uma carteirada e se complicou.
    Quantas vezes já fui parado pela PRF, PRE portando meu armamento, nunca me identifiquei como militar, só cumpri o que eles solicitaram como habilitação e doc do veículo. Em uma ocasião fui perseguido por uma vtr da PM, parei o carro, liguei as luzes internas, mandaram eu descer, desci com mãos para cima e falei que era milico, eles perguntaram quantas pessoas tinham dentro do carro, falei que só eu, aí disse que era milico, eles olharam o carro , me pediram desculpas pela abordagem. Explicaram que houve um assalto na regiao e o carro utilizado e a cor eram igual ao meu. Foram embora rápidos a procura dos assaltantes.

  3. Nossa! Total amadorismo desse militar! MUito fraco! E como souberam que o mesmo stava levando esse armamento? Na residência do Bolsonaro possui escutas? Um procedimento simples o militar consegui trazer esse transtorno.

  4. Primeiro, o condenado teve sua pena com regime inicial de cumprimento em regime fechado (deveria estar em estabelecimento de segurança máxima), todavia pelas suas características particulares lhe foi permitido a prisão domiciliar (não recreação). Em prisão domiciliar permanece as demais prescrições de uma pena em regime fechado, diferentemente da do regime aberto, onde a vigilância é baixa. O preso não pode ter acesso a telefone, armas, comunicação, exceto com familiares e visita ou defensor e etc. Ele possui vigilância constante e por isso devem ter descoberto essa conduta criminosa. O tal SGT cometeu um crime, deliberadamente, pois o porte (licença para porte) é particular e para a arma específica e não lhe dá o direito de transporte/porte de arma de outrem fora das normas. Por fim, a conduta do condenado e manter uma arma a disposição é gravíssima e pode acarretar na suspensão da domiciliar, aguardemos o desenrolar do caso.

  5. Neste caso, A posse de uma arma em casa é o equivalente a posse da arma na cadeia.

    O STM está esperando o próximo governo para expulsar ou não os militares condenados. Será isso um Tribunal em sua essência ou só nos gastos?

  6. Desde Tenente, tudo que o desajustado toca, dá M.
    Anota aí, mesmo depois de embarcar no táxi do além, vai dar trabalho.

  7. Arma é complicado. Quando o meu primeiro filho nasceu, eu vendi a minha; isso faz 36 anos. Na minha opinião, quem usa arma está se arriscando muito: ou reage, ou morre. Para quem anda armado, a atenção precisa ser redobrada. Um sargento, por exemplo, atirou em um jovem que estava dentro do seu quintal pegando laranjas. O cara gastou muito com a defesa e foi mandado embora. Como ele não era estabilizado e estava sub judice, acabou sendo expulso. Hoje, ele está trabalhando como motorista de caminhão. Teve que sair da cidade e levar toda a família. O jovem atingido era especial, surdo e mudo, e dizem que o ex-sargento paga pensão para a família dele até hoje. Cara, a melhor coisa é não ter armas. Respeito quem gosta e as utiliza, mas eu prefiro ser um “covarde” vivo do que um valente morto. Velame!

    1. Deixa dois vagabundos te cercarem e ameaça de estuprar tua mulher. Aí tu permanece vivo e sem honra por não proteger a mulher! Covarde!

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