O exército americano anunciou a implementação de um novo teste de aptidão física voltado exclusivamente para tropas de combate. A medida busca elevar o nível de prontidão operacional no campo de batalha, em meio aos desafios recentes enfrentados no recrutamento de pessoal.
Batizado de Combat Field Test (CFT), o exame é neutro em relação a idade e gênero e se aplica a militares que atuam em funções de combate. O teste foi desenvolvido para reproduzir, de forma mais fiel, as demandas físicas da guerra moderna, marcando uma mudança em direção a critérios mais rigorosos e específicos conforme a missão desempenhada.
A iniciativa ocorre após o Exército não ter atingido suas metas de recrutamento nos últimos anos, incluindo um déficit de cerca de 15 mil soldados em 2022, segundo dados do Comando de Recrutamento. Embora a força tenha conseguido se recuperar e cumprir as metas previstas para 2025, os comandantes seguem focados em fortalecer a prontidão a longo prazo.
A atualização dá continuidade a uma série de revisões nos padrões físicos da força. Em 2025, o Exército anunciou a substituição do antigo Army Combat Fitness Test após meses de análise de dados e avaliações internas, com o objetivo de reforçar a eficácia em combate.
“O Combat Field Test é um passo crítico para garantir que os soldados das especialidades mais fisicamente exigentes tenham a aptidão específica necessária para dominar no campo de batalha moderno”, afirmou o secretário do Exército,Dran Driscoll. “Isso está diretamente relacionado à prontidão, à letalidade e ao bem-estar da tropa.”
Provas
De acordo com as novas regras, os militares terão 30 minutos para completar sete provas, com o tempo correndo de forma contínua, utilizando uniforme de combate e botas.
- Corrida inicial de 1,6 quilômetro
- 30 flexões de braço com parada total
- Sprint de 100 metros
- 16 levantamentos de um saco de areia de aproximadamente 18 quilos sobre uma plataforma com 1,65 metro de altura
- Transporte por 50 metros de dois recipientes de água, cada um com cerca de 18 quilos
- Deslocamento de 50 metros com rastejamento
- Corrida rápida de 25 metros, a ser concluída entre 3 e 5 segundos
- Corrida final de 1,6 quilômetro
O exército começará a aplicar o novo teste ainda neste mês, com exigência anual para os soldados. No primeiro ano de implementação, não haverá penalidades, como parte de um período de adaptação ao novo padrão físico, considerado mais alinhado às exigências do combate moderno. Com informações de Brasil em Folhas.
Respostas de 21
Será que no TAF das FA americanas os oficiais fazem o TAF escondido? No meu tempo de caserna os oficiais faziam o TAF em separado para poder manipular os resultados, talvez hoje tenha mudado, mas acredito que não. Claro existem oficiais que fazem o TAF corretamente, mas em sua maioria fazem o TAF meia boca, dá para ver pelas formaturas, como é que um oficial bundudo e barrigudo, na faixa dos 30 a 40 anos, consegue tirar “E” no TAF?
Pura verdade… São poucos os oficiais que realizam o TAF junto com a tropa… A maioria faz TAF na terceira seção… Digo TOF… Isso ninguém me contou… Tralhalhei em S3 de batalhão… E em e3 de gde Cmdo… Só muda o grupo data hora… E os que menos participam do TFM… São os que possuem melhor menção no TOF… Geralmente gordos… Barrigudos… E o pior… Moral de cueca… São os que mais cobram dos subordinados… Hipocrisia pura…
Em um quartel que servi… Os oficiais só apareciam para contar o TAF dos subordinados… E arrochavam… Exigindo da praça a perfeição… O deles… Para alguns poucos que realizavam… Era daquele jeito… Flexão de braço padrão Bolsotrevas… Só no pescoço…
mudou não kkkk
O nosso TAF no CFN já é puxado, tem que treinar firme para não ficar na onça, mas ainda existe a divisão por idade que dá uma certa aliviada. Agora, se essa ideia de teste de combate vier como modelo para futuros requisitos, vai ser uma doideira. Imagina um monte de sub velho tendo que voltar a ter mentalidade de Boy, porque o novo TAF não faz distinção de idade, seria hilário.
Esse TAF americano não é fácil, exige um condicionamento excelente e vai demorar para essa mentalidade pegar na tropa. Se um dia isso virar modelo por aqui, vai ser um choque de realidade. Os mais antigos teriam que voltar a treinar pesado como se fossem recrutas, e isso mudaria bastante a rotina e a cultura de preparo físico dentro das forças. Porém, como tivemos a reestruturação e o efetivo será formado em grande parte por temporários, acredito que nunca vai acontecer por aqui. Nossas forças vão acabar ficando quase como de representação, sem esse tipo de cobrança tão pesada.
No EB deveria ser do mesmo jeito… Mas o segmento do sexo feminino é privilegiado com um TAF parcial… Como tudo o que é feito dentro da instituição… Onde a Parcialidade é uma constante no dia a dia da caserna… Direitos iguais… Deveres iguais… Afinal qdo chega o contracheque os valores são os mesmos… TAF… Missões… Serviço de escala… Devem ser iguais para todos… Em um quartel que servi uma vez… Um comandante ao ver uma sargento do sexo feminino escalada de comandante da guarda… Me chamou e disse: adjunto troque o comandante da guarda pelo sargento de dia mais moderno… Pois uma mulher de comandante da guarda vai enfraquecer o serviço… Como assim?… Quer dizer que uma mulher na função de terceiro sargento cumpre parcialmente suas missões? Ele disse: é ordem… Mesmo contrariado tive que colocar um militar muito mais antigo no Cmdo da guarda e deixar a terceiro sargento felpuda na função de sargento de dia… Aí é fácil lacrar… Os americanos estão no caminho certo… Democracia prega a igualdade para todos… No que tange direitos e deveres… Se não há condições… Nem entre…
Os índices do TAF são baseados em estudos que consideram gênero e idade.
Não são tirados das conversas de machos fracos e frustrados no zap.
Seu comentário, além de frustração e fraqueza, demonstra desconhecimento científico misturado com machismo estrutural e preconceito.
Pela Sua lógica rasa os índices do TAF de Coronel e 3° Sargento lobinho deveriam ser os mesmos.
Melhore!
Deixe de ser hipócrita… Vc sabe que em Brasília a maioria não faz TAF… E os índices são máximos…
Baseado em estudos… Sei… Até diminuir os índices com a idade… Tudo bem tem lógica… Mas uma mulher ou mesmo um homem que se sente mulher devem realizar o mesmo TAF previsto para a sua faixa etária… Até pq o TAF está diretamente ligado a conceito e promoção… E se vc realizar flexão de braço com os joelhos no chão… Por exemplo… Terá tranquilamente um índice maior daquele que realiza o exércicio tradicional… Isso implica em promoção… Que implica em dinheiro… Principalmente para as praças que estão há anos sem qq tipo de reajuste expressivo… TAF nas coxas… Conceito na peixada… Tudo isso caracteriza roubo… Pq alguém deixará de ser promovido por causa desses arrumadinhos… Mas os hipócritas… Conservadores… Acham tudo normal…
Homens doídos porque as mulheres fazem flexão de braços apoiando os joelhos…
Quem se garante, não chora! Vai lá e faz.
EI Subao, acho que essa foi a única vez que concordei contigo….. mas tem que concordar que essa lacracao de cota pra mulher é uma porcaria. Talvez os indices de tAF delas devam ser um pouco mais atenuados, mas nao o servico. Deve ser igual pra todos
O EB deveria rever a execução do TAF, pois atualmente gera muita injustiça.
Explico.
O TAF é usado para promoção, por exemplo. Embora os índices sejam iguais para todo o Exército, sua execução é diferente em cada OM, favorecendo alguns e prejudicando outros militares da mesma Turma de promoção e servindo em OM diferentes.
É sabido que nem todas as OM executam o TAF conforme o exigido. Militares atingem um “b”, por exemplo, mas se publica “E”.
Em outras OM, a cobrança na execução beira o absurdo.
Evidente que se deve fiscalizar e cobrar o previsto nas normas, mas em todas as OM. E esse é o problema a resolver: como garantir que em todas as OM o TAF será cobrado da mesma forma?
O militar que serve numa OM que cobra em demasia o TAF vai ser passado para trás pelos colegas de Turma que servem em OM onde se faz o “tele-TAF”.
Prova disso é a quantidade significativa de militares acima do peso – nitidamente “gordinhos” – com conceito “E” em todos os tAF. E ainda recebem a medalha Osório.
Aqui no Brasil, de capitão pra cima nem aparece pra fazer o TAF. Se for obrigado a fazer, faz “daquele jeito”, mas no BI publica Sempre “E”. Mas o EB tem que repensar o que quer da vida. Um oficial general disse recentemente que os cursos de cabo e de sargento temporário náo são operacionais. Ou seja, servem só pra habilitar o camarada a tirar serviço mesmo. Se for assim, do jeito que vai está ótimo.
O TAF do EB serve pra formar futuros maratonistas kkk
Além de servir de ferramenta pra mandar os indesejados pra rua, caso eles não consigam fazê-lo.
Um amigo de Brasília, a muitos anos atrás, disse que em Brasília existia o disque TAF
Você ligava e uma gravação com voz feminina bem suave dizia
Digite sua identidade
Para resultado E digite 1
Para resultado MB digite 2
Para resultado B digite 3
Para ouvir as opções novamente digite 4
O TAF dos militares de carreira deveria ser aplicado por uma instância independente.
Deveria haver desconto de 5% sobre os vencimentos dos 10% com os piores índices, usando como desempate o índice anterior, o IMC e a idade, nessa ordem.
Tudo publicado no Boletim.
Duvido que não melhorariam.
Concordo, inclusive os índices deveriam ser iguais independente de sexo ou aquilo que se julga sexo hoje em dia.
Calma, semiletrado.
Não é porque você é um fraco que os índices precisam subir.
Seu comentário é típico de quem faz o TAF arredondando pra cima.
Como a Marinha está sempre na vanguarda, já já será adotado kkkk