Comitiva do STM vai a Roma para seminários e acordos internacionais

Comitiva do STM na Itália

 

Viagem de ministros do tribunal militar incluiu encontros diplomáticos e eventos acadêmicos na Itália e reacende debate sobre prioridade no uso de recursos do Judiciário

 

Uma comitiva do Superior Tribunal Militar (STM) participou, nesta semana, de uma série de eventos institucionais em Roma, na Itália, em uma agenda que incluiu seminários, reuniões diplomáticas e acordos de cooperação internacional — tudo custeado, direta ou indiretamente, com recursos públicos.

A presidente da Corte, Maria Elizabeth Rocha, e os ministros Péricles Aurélio Lima de Queiroz, Leonardo Puntel, Guido Amin Naves, Verônica Sterman e Anisio David foram recebidos na quarta-feira (data não informada) pelo ministro-conselheiro Túlio Amaral Kafuri, encarregado de negócios da Embaixada do Brasil em Roma. Também integrou a comitiva a ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral, Edilene Lôbo.

O principal compromisso da viagem foi a realização do I Seminário Internacional Brasil–Itália, promovido pelo STM em parceria com a Universidade Sapienza de Roma. O evento abordou temas amplos e conceituais, como “Justiça Global, Estado Ecossocial e Ultratecnologização”, cuja aplicação prática imediata para a Justiça Militar brasileira não foi detalhada.

Além do seminário, os magistrados participaram de outros compromissos institucionais, como um encontro internacional sobre combate ao crime organizado e a assinatura de um acordo de cooperação técnica envolvendo a Escola de Magistrados da Justiça Militar da União (JMU), a Enajum e a Accademia Juris Roma.

A agenda internacional levanta questionamentos sobre a prioridade e a necessidade de deslocamentos ao exterior por parte de integrantes do Judiciário militar, especialmente em um contexto de restrições orçamentárias e de crescente debate público sobre o uso de verbas estatais para eventos acadêmicos e institucionais fora do país.
Com informações e imagem do STM

Respostas de 6

  1. Essa corte não serve pra nada em tempo de paz, só deveria ser criada em tempos de Guerra declara, a economia seria enorme.
    Fazer o que na Itália, nada de nada, só gastar o dinheiro do povo trabalhador.

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