Militar reagiu após esposa receber ameaças por telefone e exigência de dinheiro feita por supostos integrantes de facção criminosa; ninguém ficou ferido e o sargento foi liberado após prestar esclarecimentos.
Juiz de Fora (MG) – Um 2º sargento do Exército Brasileiro, de 36 anos, foi detido na noite de terça-feira (11) após efetuar dois disparos de arma de fogo em via pública, no bairro Benfica, na Zona Norte de Juiz de Fora. O caso foi registrado pela Polícia Militar e teve início após uma tentativa de extorsão contra o comércio da esposa do militar.
Segundo o registro policial, a comerciante recebeu uma ligação telefônica de um homem que se apresentou como integrante de uma facção criminosa e passou a exigir dinheiro em troca de uma suposta “proteção” ao estabelecimento. Inicialmente, o suspeito pediu R$ 10 mil em espécie, mas, após a negativa, reduziu o valor para R$ 2.500.
Durante a ligação, o homem teria descrito as roupas usadas pela mulher e pela filha do casal, de 5 anos, como forma de demonstrar que elas estariam sendo monitoradas. O suspeito também teria determinado que o comércio fosse esvaziado e informado que alguém iria ao local buscar o dinheiro. Conforme relato do militar à Polícia Militar, ainda durante a chamada, houve ameaça de que ele e a esposa seriam mortos caso a exigência não fosse atendida.
A esposa relatou à PM que, diante da situação, foi orientada pelo marido a se esconder no banheiro do estabelecimento com a filha. O sargento saiu para a rua e afirmou ter visto um carro prata com quatro ocupantes em frente ao comércio. Interpretando a movimentação como uma ameaça iminente, sacou uma pistola calibre 9 milímetros, de uso particular, e efetuou dois disparos em direção ao veículo, que fugiu do local em seguida.
A perícia da Polícia Civil recolheu duas cápsulas deflagradas no local e confirmou a quantidade de disparos. Não houve registro de feridos. O militar foi conduzido à delegacia por disparo de arma de fogo em via pública, prestou esclarecimentos à autoridade policial e foi liberado. O caso segue sob investigação da Polícia Civil.
Exército se manifesta
Procurado, o Exército Brasileiro informou que a arma utilizada é de propriedade particular do militar e que a documentação, o registro e o porte estão regularizados. Em nota, a instituição destacou a conduta do sargento e informou que acompanha o caso:
“O Exército destaca ainda que se trata de um excelente profissional, de conduta ilibada dentro da instituição. O sargento colaborou com as equipes policiais que tiveram no local e compareceu perante a autoridade policial competente, sendo liberado após prestar os esclarecimentos necessários. O ocorrido segue sendo apurado pelas autoridades policiais competentes e o Exército Brasileiro continua acompanhando o caso e prestando apoio ao militar e sua família.”
Respostas de 10
Praca nao se iluda O Exército nao apoia praca vai ainda ser punido dentro do quartel
E quem disse que ele está preocupado com quartel, cara pálida??
Ele esta protegendo a familia e que se dane o resto….
Um homem de verdade esta se lixando para punicao, quando tem a familia envolvida em algo como o que aconteceu com ele….
Somente os covardes ficam preocupados com “punição”, com “apoio”, com “ilusao”… Vire o disco camarada
Independente da ação do militar, ele teria que ter alertado a policia, pois ainda não resolveu o problema
Correto! Ainda penso que pode haver retaliação por parte dos meliantes.
arruma um advogado bom. Disparo de calibre restrito em via pública(sendo militar ainda…)
Rapaz pra ” tentativa de golpe” o País parou e agora pro MASTER porque não para. Isto que falta alguns entenderem neste blog.
É que com natal, ano novo, carnaval, semana santa e os feriados nacionais e regionais, só começaremos os trabalhos em abril ou depois da pagarmos os 144 dias de impostos municipais, estaduais e federais. E se vier a escala de trabalho reduzida, pode dizer à Deus e ir para o Paraguai.
Parou para ver bolsonaro virar presidiario
Foi burro….deveria ter zerado os vagabundos….agora a vizinhança chamou a polícia aí tá de brincadeira né….a PM também poderia ter contornado né….
Se fosse PC ou PM os colegas teriam dado um jeito.