A resposta do brigadeiro Amaral para a presidente do STM: vídeo completo

O ministro Carlos Augusto Amaral Oliveira, do Superior Tribunal Militar, e a presidente da Corte, Maria Elizabeth Rocha, tiveram desavenças após ministra pedir desculpas a vítimas da ditadura. Foto: FAB e Fábio Vieira/Estadão

 

Assista a resposta completa do Brigadeiro Amaral que, ao se deparar com os manjados jargões marxistas que evocam a misoginia, o patriarcado e demais expressões feministas, não retrocedeu.

 

Com Gerson Gomes (X)

Respostas de 15

  1. Criou-se nesse país da jabuticaba mais um instituto: a vitimização.

    Quando não se tem argumentos ou quando se quer aparentar “progressista”, usa-se a vitimização: “fala isso porque sou mulher”, “porque sou negro”, “porque sou gay”, etc, etc; “isso e misoginia”, “machismo”, “sexismo”, etc, etc; “roubou por necessidade”, “é vítima da sociedade”, “não teve oportunidades”, etc, etc.

    E, assim, alimenta e empodera o mal, a desonestidade, o “golpe”, a “malandragem”, a “hipocrisia”.

    Os honestos já se sentem vergonha de serem honestos, como Rui Barbosa profetizou lá atrás.

    Quero ver que sociedade vai para a frente com esse comportamento se alastrando…

  2. “Em 2007, foi escolhida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo de ministra do Superior Tribunal Militar (STM), em vaga destinada a membro da advocacia.”

    Ok! Ela tem formação na área, mesmo assim, como no STF, foi indicação POLÍTICA!

    Não sou de defender milico, mas neste caso acho que o contraponto levantado pelo Brigadeiro foi correto e oportuno.

    Estar presidente do tribunal, não te faz dono dele!

    1. Não fale isso. Seria uma vergonha comparar currículo de ambos, mas nem precisa tanto, para se chegar a tribunais superiores, seja da magistratura ou MP já se intui que tem saber jurídico e reputação ilibada, para membros da advocacia tem que comprovar ambos e quanto aos oficiais? Somente ser oficial general, assim e fácil ser ministro oficial no STM. 😁

  3. Quando eu não tenho o intelecto do outro, o melhor é atacá-lo de forma vil para desacreditá-lo. O bozonarismo é assim. Nao se contenta em provar nada, acusa e deixa que o acusado prove algo com provas diabólicas.

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