Equipamento que ganhou destaque na Guerra da Ucrânia e no conflito na Faixa de Gaza tem capacidade de derrotar ‘alvos leves’ e ‘ligeiramente blindados’, o que inclui veículos em movimento
O Exército Brasileiro planeja ter até 2027 drones equipados com mísseis em seu arsenal. O uso do equipamento ganhou destaque na Guerra da Ucrânia, em que dos aparelhos são usados para conter ofensivas russas por terra. As aeronaves também também são empregados pelas Forças Armadas de Israel no conflito na Faixa de Gaza.
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O sistema entregue aos militares brasileiros conta com três aeronaves Nauru que são pilotadas de uma base móvel em solo, montada dentro de um contêiner. Com peso máximo de decolagem de 150kg, esses drones tem autonomia de até 10 horas de voo e são movidos a propulsão híbrida (combustão e eletricidade). Uma aeronave Nauru tem 7,7 metros de envergadura e 2,9 metros de comprimento e pode atingir uma velocidade de até 110km/h.
O drone deverá ser equipado com mísseis Enforcer, descrito como um “sistema de armas leves guiadas de nova geração”. Pesando cerca de 7kg, esses mísseis tem capacidade de derrotar “alvos leves” e “ligeiramente blindados”, o que inclui veículos em movimento.
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O primeiro drone Nauru foi entregue ao Exército brasileiro em uma cerimônia no hangar do 2º Batalhão de Aviação do Exército, em Taubaté (SP). No evento, o então comandante militar do Sudeste e atual Comandante do Exército, general Tomás Ribeiro Paiva, comemorou a incorporação do equipamento:
— Está colocando o Exercito Brasileiro em outro patamar em termos de tecnologia, inteligência e aquisição de alvos. Esta tecnologia vai nos ajudar muito nas operações na faixa de fronteira, operações em ambientes urbanos e nas operações convencionais mesmo — disse Paiva.
Respostas de 4
Não são esses drones caros que estão ganhando destaque na guerra Rússia X Ucrânia, mas sim os drones comerciais com adaptações para uso com explosivos e lançamento de granadas de mão e de morteiro.
Esse drone comercial com foguetes irão exigir um treinamento milionário, uma manutenção milionária com contratos milionários, curso de especialização com brevezinho pra colocar na gandola… e depois ficarão guardados por anos até a perda da validade dos foguetes.
É impressionante… Há uma guerra em curso com diversos vídeos mostrando que os drones baratos com adaptações de fundo de quintal estão tocando o terror nas linha de combate e destruindo blindados de milhões de reais, mas os “iluminados” do Exército – pra entrar na moda dos drones – resolvem adquirir elefantes brancos voadores. Seria o equivalente a existência da informação de que motos 125 cilindradas sejam eficientes e eficazes numa batalha, comprovadamente, mas o Exército Brasileiro resolvesse comprar motos de 1000 cilindradas para iniciar seu treinamento e adquirir expertise com motos.
O Irã fabrica Drones “kamikazes” usando motores de motos 125cc que custam um centésimo de um Drone comercial que as empresas gostam de empurram nos exércitos ocidentais.
Já temos um exemplo de fiasco que são os drones comprados para uso pela FAB e PF durante o governo Dilma, onde milhões foram gastos e os drones não são usados pra p… nenhuma.
Vai acontecer o mesmo com esse drones “Pika To Fly” que o Exército irá adquirir.
A Base Aerea de Santa Maria conseguiu espatifar um aparelho semelhante em área seca qua qua qua
Melhor engatinhar do que ficar parado. Venezuelanos já trabalham com tecnologia de drones desde 2007 com ajuda do Irã.
Bah mas os altos estudos não consigo manobrar esses drones? Ou para que servem então os altos estudos? Só para nós povo pagar altos salários? Se Acham que ganham pouco , como dizem a porta da casa é sua serventia