Cientistas criam primeiro Comandante de Exército Virtual baseado em IA

COMANDANTE VIRTUAL

 

“Comandante virtual” evoca o estilo de tomada de decisões individual de generais chineses históricos

 

Uma equipa de cientistas de um laboratório da Universidade de Defesa Nacional da China treinou uma Inteligência Artificial (IA) para desempenhar as funções de “comandante virtual” das Forças Armadas.

Segundo o jornal South China Morning Post, este sistema de IA “reflecte um comandante humano em todos os aspectos”, incluindo experiência, padrões de pensamento e até mesmo defeitos da personalidade. O projecto foi revelado num artigo científico pelo engenheiro Jia Chenxing e membros da sua equipa.

Os investigadores responderam à necessidade de testar, através de simulações, os vários planos operacionais do Exército de Libertação Popular para eventuais conflitos armados em regiões como a ilha de Taiwan e o Mar da China Meridional. O objectivo era “pesar o que é bom e o que é mau, e compreender melhor o caos da batalha”, enquanto o “actual sistema de simulação de operações conjuntas sofre com maus resultados nas experiências de simulação devido à falta de entidades de comando no nível de batalha conjunta”, explicaram os cientistas.

O “comandante virtual” evoca o estilo de tomada de decisões individual de generais chineses históricos, como Peng Dehuai, conhecido pelos seus ataques rápidos e inesperados durante a Guerra da Coreia (1950-1953), e Lin Biao, famoso pelas suas vitórias contra os exércitos japonês e do Kuomintang. Os especialistas também compararam as suas decisões em batalhas históricas com as do general americano George Patton e do britânico Bernard Law Montgomery.

Os numerosos exemplos do passado incorporados na IA transformaram o sistema num estratega brilhante e experiente, “com sólidas faculdades mentais, um carácter sereno e firme, capaz de analisar e julgar as situações com calma, sem decisões emocionais ou impulsivas”, afirmam os autores, que destacam também a sua rapidez na consolidação de planos práticos.

Uma vez bem treinada, esta ferramenta informática de tomada de decisões poderá substituir os comandantes humanos quando estes não puderem participar em simulações de grande escala, refere o jornal South China Morning Post. Os cientistas estimam que esta função lhe poderia ser confiada em laboratório, sem necessidade de qualquer interferência humana.

DE diário econômico(Moçambique)

16 respostas

  1. O ser humano caminhando para destruição. Ninguém quer saber de Deus. Isso tudo acabará. Caixão não tem gaveta. Não vejo projetos úteis para salvar a população da pobreza, da fome e das mazelas do mundo. Quem segue esse caminho torna-se um idiota útil para o sistema. Te coloca de joelhos e ore a Deus. O Deus verdadeiro da Bíblia Sagrada. Seus olhos se abrirão. Não siga políticos, religiosos e nem homens perdidos pela cegueira do Falso Poder humano. Quem tem poder é só DEUS.

    1. Amigo, sinto te informar, mas foi o homem que criou deus. Nao o contrario.
      Siga uma vida reta, seja boa pessoa, mas nao perca seu tempo louvando nada que o homem inventou.
      Se deus precisasse ser bajulado, ele seria oficial do exercito brasileiro, e nao deus.
      Perde teu tempo com isso nao, a vida passa rapido demais, cuide dos seus nesse tempo.

      1. Olha, eu não Irgnora mas alguém tem que dizer para você para de ofender as pessoas de forma pessoal onde já viu dizer para alguém que o homem criou deus.

  2. Nós brasileiros estamos à anos a frente da China no quesito IA.
    Aqui temos comandantes fantoches, sem inteligência, todos artificiais, sem prestígios até mesmo da Tropa e sem voz ativa.
    Triste fim de nossas FFAA com salários de fome para praças e suas pensionistas. É SGTs fazendo Concursos para Soldados PMs e Bombeiros militares por motivo salarial e condições de trabalho melhor.

    1. Daqui a pouco vao criar um.
      Pena que nao temos generais que tomaram decisoes em guerras.
      Mas podem ser decisoes de formatura, de arranjo de flores e paisagismo no quartel, ou de mudanca de uniformes.
      Pode tambem criar uma oracao para o guerreiro de qualquer coisa

    1. Ten Karla, você acredita mesmo que sem a “distribuição de poder” dentro da força, leia-se sentimento de pertencimento, esse sistema se perdurará ? Nosso exército se manteve com a mentalidade segregacionista até a virada da decada passada, com os celulares nas mãos dos praças os desmandos e festinhas postadas no Exercito da depressão no instagram, forçaram os oficiais a distribuir parte das regalias, não temos a mesma quantidade em razão de existir mais praça, porem hoje vemos muitos fazendo curso, missão no exterior e quando há festa sempre são oficiais e sargentos, pessoal mais antigo vai se lembrar que para falar com um oficial era um parto. Só tenho a agradecer ao Steve Jobs. Kkkk

    2. Certamente vc deve ser daquelas oficiais “três coturnos”. Antigamente chamávamos de oficial “denorex” (parece oficial, mas não é), hoje são conhecidos por ser de “festim”, “fabricados” em 45 dias e chegam nas OM achando que sabem muito. Com uma formação tipo “mistura para bolo”, rasa e de pouca massificação de características militares, vcs não passam de “paisanos fardados”, que entram nas filas das seleções regionais querendo um emprego, depois se deslumbram com um mundinho que não lhes pertence…pertence aos QEMA. Não passam de jovens e inocentes praças universitários, que rapidamente crescem as unhas e se seduzem pela beleza de ser oficial do exército. Não se esqueçam que vc, temporário, está oficial por pouco tempo…logo voltará para a realidade da maioria dos brasileiros. Quanto a essa Ten Karla, se for oficial mesmo, não sei como passou pelo processo seletivo escrevendo “macimo”…se queremos ganhar igual a oficiais é porque carregamos as forças armadas nas costas. Muitos tem décadas de serviço, com vasto conhecimento institucional, bagagem intelectual e muita experiência profissional, apenas não somos valorizados como deveríamos ser. O Exército prefere dar uma farda e uma espada para quem não tem o mínimo pendor para ser militar, que mal sabe comandar sentido e descansar na parada diária e que nada faz se não tiver um antigão na sua volta (para dar o bizu, é claro). Existem muitos praças de “segundo grau” que possuem nível tal qual o seu diploma e não escrevem mal como vc. Diante dessa constatação o quê dizer?

      “Parabéns aos envolvidos!”

  3. Quem será o responsável pelos erros ou pela incompetência deste general virtual no teatro de operações? Parece que, para ser chefe, o único requisito é saber, ou parecer saber, mandar. Qualquer subordinado cumprirá, ou tentará cumprir, ordens de qualquer superior, inclusive um virtual. Isso ressalta o perigo da inteligência artificial comandando um exército, onde decisões críticas podem ser deixadas nas mãos de algoritmos sem a supervisão adequada.

  4. Jamais usaria o termo militar na minha profissão se fosse para usar viatura civil, arnamento civil e comportamento civil….

    Gosto da Armada pois sou militar de verdade, uso um canhão no meu blindado de 10 milhões de reais, sinto que a nação confiou em mim pelo valor do armamento e viaturas.

    Outrossim, minha missão é matar o inimigo, e não correr atrás de bêbados, apartar briga de família ou de cachorros….

    Por pior que eu ganhe mas ainda tenho transferência para a Amazônia ( 100 contos extras a cada 2 anos me coloca no patamar de um PRF), tenho hospital militar, casa da instituição pNR e plano de saúde.

    Por uma questão de ETICA E MORAL, se minha atribuição constitucional fosse idêntica a das guardas municipais, jamais iria tentar usurpar a função de outros, cuja capacidade de fogo está a milhões de anos luz acima da minha instituição falida por não conseguir dar resposta a completa insegurança que vive a sociedade a que sirvo, mas sim iria me unir a instituição similar em atribuição funcional no caso as guardas municipais, que prestam um serviço essencial a sociedade. PM precisa ser incorporada as GM’s – guardas municipais de todo o país, para poder exercer um trabalho único e mais eficiente e pontual, focado na realidade da sociedade a qual serve, sem devaneios e propaganda enganosa, estamos no século XI.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pular para o conteúdo