Exército emite alerta sobre ódio em redes sociais

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Documento diz que a instituição vai bloquear e até denunciar à polícia os perfis que fizerem comentários desta natureza

Leonardo Ribbeiro da CNN
Brasília – O Exército emitiu um alerta público informando que poderá “encaminhar às autoridades competentes” informações sobre comentários em suas redes sociais que incitem o ódio, a violência, a discriminação, entre outras situações.

Segundo o documento, intitulado Política de Moderação nas Redes Sociais, ao utilizar os canais mantidos pela instituição, o usuário “estará ciente das regras de uso e de convivência”.

O texto também diz que o usuário que desrespeitar as normas poderá ser bloqueado imediatamente, independentemente de justificativa, consulta ou aviso.

Ainda de acordo com a política, serão moderadas e/ou excluídas as mensagens que:

  • Usem linguagem inapropriada, obscena, caluniosa, grosseira, abusiva, difamatória, ofensiva ou de qualquer outra forma reprovável;
  • Concretizem apologia a práticas ilícitas;
  • Incitem o ódio, a violência, o racismo ou façam discriminação de qualquer ordem;
  • Contenham ameaças, assédio, injúria, calúnia ou difamação, ou configurem qualquer outra forma de ilícito penal;
  • Divulguem conteúdos na forma de spam ou “correntes”;
  • Caracterizem intuito comercial ou publicitário;
  • Estejam repetidas, desde que publicadas pelo mesmo autor;
  • Sejam ininteligíveis ou descontextualizadas;
  • Contenham propagandas político-partidárias;
  • Manifestações ou opiniões de cunho político ou ideológico;
  • Contenham links suspeitos ou representem ameaça à segurança da informação;
  • Usem informações e imagem de pessoas e instituições indevidamente;
  • Contenham dados pessoais do autor ou de terceiros;
  • Violem os direitos de imagem e de propriedade intelectual;
  • Sejam fraudulentas ou promovam conteúdo inverídico.

O documento reforça que pedidos de acesso a informações, assim como reclamações e críticas, devem ser feitos por meio de canais apropriados — nesse caso, a ouvidoria.

CNN BRASIL

Respostas de 20

  1. Ou seja, criricar não pode. Somente elogios.

    Querem aplicar aos civis o que fazem com os militares há séculos: proibir que comentem a verdade.

    Lembrando que não necessidade nenhuma estar em rede social em busca de “likes”.

    Enquanto isso, o recruta executa 25 tiros durante todo o Serviço Militar.

    1. Eles acham que nas redes sociais a população deve se comportar como nos pátios de formatura, onde não é possível vaiar.

      Vivem num mundo paralelo. Quando tem contato com o mundo real, se chocam.

      Direito da sociedade que banca esse orçamento meter o sarrafo na instituição que quiserem. Servimos a eles e não a nós mesmos.

  2. Exército caminhando lado a lado com o STF na direção da regulamentação das redes. Com certeza isso é fruto do Vexame que as redes sociais do EB vem sofrendo.

  3. Ué, o EB falou que é a instituição mais confiável e respeitada por mais de 70% dos brasileiros.
    E o salário ó

  4. Exército Brasileiro, o cão de guarda do STF que, por sua vez, é a ponta de lança do grande capital ou globalismo.

    Agora, pode tirar o tubo de vez.

  5. Me lembrou da personagem POPIS, do Chaves: conta tudo pra sua mãe, Quicoooo

    Ainn eu vou na policiassa

    Tinham que ter vergonha, quem critica é quem banca essas filhas de general pensionistas

    Quem critica é quem paga a formatura, o plantio de árvores e o soldadinho faxineiro.

    Instituições públicas devem ser fiscalizadas e criticadas pela sociedade.

    Se a crítica é recorrente, a instituição tem que repensar seu modo de agir.

    A instituição não vive para ela, mas para servir à sociedade que hoje a critica.

    Aiiin eu vou na puliça, nao me ofende

    Vergonha

  6. O então Comandante Militar do Sudeste (São Paulo) fez um pronunciamento político-partidário dentro das instalações do quartel em janeiro/2023. Naquela ocasião ele se impôs como futuro comandante do EB substituindo o general Arruda. Mas, ele pediu para que a tropa não gravasse. Sem sucesso. Está na rede. Por último, consultou o min. Alexandre de Morais sobre a nomeação do futuro chefe do EME. Ora, o superior imediato do general Tomás é o ministro da Defesa, José Múcio. Muito esquisito.

  7. O ódio vêm de todos os lados, dos civis dos praças e Pensionistas prejudicados na reestruturação de carreira do generais e validado pelo Bolsonaro na Lei 13.954, enfim tudo tinha sido avisado anteriormente no desgoverno JB mas os generais não deram ouvidos abandonaram a tropa, dividiram as forças oficiais X praças agora Estão de mi-mi-mi…

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