Marinha inicia formação da 1ª turma só de mulheres do curso de fuzileiros navais

Alunas do curso de fuzileiros navais — Foto: Reprodução/TV Globo

São 120 classificadas de todo o país. Centro de instrução passou por reformas para recebê-las
Daniella Dias, Bom Dia Rio

A Marinha do Brasil inicia nesta segunda-feira, no Rio de Janeiro, (19) a 1ª turma só de mulheres do Curso de Formação de Soldados Fuzileiros Navais, a tropa de elite da Força.

Após um disputado concurso, 120 classificadas de todo o país se apresentaram no início da manhã no Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves, o Ciampa, em Campo Grande, na Zona Oeste.

Para chegar a essa fase do processo de formação, as futuras fuzileiras passaram por um processo que envolveu provas teóricas, teste de saúde e aptidão física e verificação de documentos. Foram mais de 5 mil mulheres inscritas.

Parentes puderam acompanhar o início do curso, e muitas classificadas estavam emocionadas.

“Veio desde berço essa vontade, esse desejo pela carreira militar. Estar aqui é tudo. Minha família toda está aqui”, disse a aluna Maria Eduarda Moreira.

O Corpo de Fuzileiros Navais é a única tropa do Brasil formada exclusivamente por profissionais. “Trata-se de força estratégica, de caráter anfíbio e expedicionário por excelência, que deve estar sempre em condições de pronto emprego, onde e quando se fizer necessário”, explicou a Marinha.

“Isso demanda treinamento intenso, recursos humanos bem-formados, aptidão e preparo físico, armamento e material atualizados, acompanhamento e evolução doutrinária”, emendou.

Reforma do espaço
O Ciampa passou por diversas mudanças nos últimos meses para receber a turma feminina. Entre as principais alterações estão a criação de um alojamento, a instalação de câmeras de segurança no entorno e a introdução de um sistema de reconhecimento facial para entrada.

“A enfermaria foi adaptada, normas internas de comportamento social foram estabelecidas, e o material de combate foi atualizado para ser mais anatômico às mulheres”, detalhou a Marinha.

O curso tem uma duração total de 19 semanas, das quais 10 delas são realizadas em regime de internato. As atividades principais do curso incluem instrução militar naval, ordem unida, treinamento físico-militar, instrução básica de combate, operações de fuzileiros navais, armamento e tiro, além de ética profissional militar.

g1

32 respostas

  1. Na Marinha eu não sei mas no EB a maioria das mulheres são só problema.

    Direitos iguais? Comessem pela igualdade de licenças a maternidade e paternidade, TAF igual para todos…

    1. poizé né sten com chqao, do comentário 19 fev 24 ás 10:49, deve ser um babão a espera da tão sonhada promoção a oficial. Vai estudar, fazer Aman ao invés de ficar criticando as mulheres. vc deve ter uma a beira do fogão e fica desmercendo aquelas que por competencia chegaram a onde chegaram. Entenda o biotipo e o real emprego de cada segmento ao invés de ficar falando asneiras. Tem muito marmanjo aí dando o golpe nas escalas, missões…

    2. Direitos e deveres iguais sim, mas respeitando-se as desigualdades de gênero. Não é razoável cobrar índices de TAF iguais, se as diferenças físicas existem. Quanto às licenças que o companheiro falou, não concordo. Na iniciativa privada a licença paternidade ainda é de cinco dias.

      1. Na hora de entrar numa favela e trocar tiro com os marginais vai parar tudo porque existem desigualdade de genero?
        tudo começa ai amigo, com o tratamento diferenciado.
        Agora, se for para ingles ver, ai e outra estoria.
        Direitos e deveres não podem andar em lados opostos.
        OU PODE?
        KKKK toma uma brahma zero que pode

    3. Nota-se que o seu forte nÃO é gramática, companheiro!
      Mas nutre um tremendo desprezo pelo o segmento feminino.
      Fosse um pouco mais atento, saberia que no EB, por exemplo, há um estudo sobre a capacidade das mulheres em combate.
      Tudo sem agredir ou tentar desmerecer àquele segmento.
      Fica o bizu, ok?

  2. Se estao achando que um FuzNav é como um soldado do exercito que fica fazendo formatura faxina e continencia da guarda, vao descobrir o que na Marinha chamamos de FAINA

  3. A esquerda se metendo onde não deve e os militares aceitando como sempre.
    O que e isso? subserviencia, medo, ideologia. modismo?
    So mesmo uma ação real para cobrar o preço do abandono e descaso com as forças armadas.
    O real problema dos baixos salarios ninguem se mete para resolver. eles querem mesmo e acabar com as forças.
    esta é a minha opinião. minha humilde opinião

  4. Estive acompanhando timidamente as notícias da seleção dessa turma. E hoje senti meu coração cheio de orgulho dessas meninas sonhadoras e guerreiras.

    Desejo que tenham sucesso na carreira naval e uma vida de plenas conquistas.

    Na vanguarda! Pela testa! começar!!!

    O Corpo de Fuzileiros Navais é isso. Sempre na vanguarda!

    Adsumus!

      1. Sua pergunta seria melhor respondida pelas oficiais do quadro auxiliar que incorporaram na turma de sargentos 2021.

        Mas, posso dizer que aquele que não estiver feliz, é de uma fraqueza e/ou hipocrisia enormes se não ousa sair e respirar outros ares. Então que seja assim: está descontente, desmotivado… Tome vergonha na cara! Pare de chorar! Procure sua felicidade em outro lugar! Ou engole o choro e vai!

    1. exato amigo, uma tropa que se propoe a ser elite, avançar na vanguarda, não se pode furtar de ter os mesmos deveres.
      E preciso registrar os nomes de quem esta criando tudo isso para no futuro cobrar com a devida severidade.
      Direitos iguais os deveres não podem ser diferente, ou no combate real tera um momento que para tudo e recomeça a partir dos diferentes perfis.
      Falta combate real para deixarem de inventar. Infelizmente

  5. Turma só de mullheres é fácil, quero ver uma turma mista e exigindo das mulheres o mesmo que se exige dos homens! A lacração já chegou na caserna kkkkkk

  6. E para quem acha que não é lacração, é só olhar para as Polícias Militares, que já têm mulheres há muitos anos. Quantas viaturas vc já viu em patrulha só com mulheres? Tenho certea que nenhuma! Sempre tem uns 3 homens e 1 mulher, como se ela precisasse de proteção dos homens. Se a capacidade de combate fosse a mesma, teria patrulhas exclusivamente femininas nas favelas, sem distinção de sexo (é SEXO mesmo, não é gênero. Comigo não tem essa de lacração não).

  7. E aquela historia do artista e do duble.
    Na hora da foto Surgem os artistas, por outro lado na hora do pesado, da sujeira, do perigo chamam o duble.
    O paisano gosta de ser enganado.

  8. Já assistiram ao filme: “Milennium: os homens que não amavam as mulheres”?

    Depois fizeram um série.

    Recomendo aos amargos enviarem currículo para atuação.

    É tanta gente aqui destilando ódio em relação às meninas que ouso dizer tratar-se de patologia.

  9. Amigo pedro, o pior cego e aquele que insiste em nao querer ver.
    Tome uma brahma zero q pode.
    O Exercito ja fez um estudo sobre isso com muito cuidado para nao ferir os egos inflados. So quem nunca pisou num quartel vai apoiar isso.
    Ou aqueles q por alguma razao tem alguma vantagem, parente etc.
    Fuzileiro naval e tropa De elite e assim deve permanecer a mistica.

  10. Lá vem textão… Pedro, desde quando emitir uma opinião é destilar ódio? Será que é porque essa opinião é diferente da sua? Vamos modificar a profissão para ficar mais fácil entender: Imagine hipoteticamente que as mulheres desejassem trabalhar como servente de pedreiro, porque é um ambiente exclusivamente masculino e isso faria elas se sentirem “empoderadas”. Você tem a sua construtora e quer seguir a cartilha do “politicamente correto” mostrando que apoia o feminismo e que a sua empresa é “inclusiva”. Aí você contrata algumas mulheres para trabalhar na sua empresa como ajudantes de pedreiro, mas obviamente o organismo delas é diferente dos homens, muitas não conseguiriam mexer massa com uma enxada, a maioria não iria querer ficar debaixo de um sol quente assentando tijolos e provavelmente nenhuma aguentaria carregar um saco de cimento de 60 kg. Então você teria que também contratar alguns serventes homens, que são os que realmente fariam o serviço pesado. Você acha justo um homem debaixo de sol carregando saco de cimento nas costas, enquanto uma mulher faz outro serviço mais leve na sombra, sendo que os dois teriam o mesmo cargo e o mesmo salário? Você não acha que contratar uma mulher, nesse caso específico, iria sobrecarregar o empresário, que para cada mulher também precisaria contratar um homem para fazer o serviço dela? E não vai sobrecarregar o servente (homem), que vai trabalhar em dobro, não por incompetência feminina, mas porque o organismo delas é diferente do nosso? Agora troque a profissão, de servente de pedreiro para militar, policial ou bombeiro, que hoje têm cotas para mulheres. Certamente elas são beneficiadas na hora da troca de tiros com bandidos, na hora de usar a força física para dispersar um tumulto, na hora de entrar num prédio em chamas na iminência de desabar para retirar vítimas. Tudo isso precisa não apenas de força física, mas de outros atributos que estão relacionados à masculinidade, alguns aspectos emocionais, produção de testosterona. São organismos diferentes, nada do que os “lacradores” disserem irá mudar a biologia. Será que eu falar que um HOMEM é diferente de uma MULHER é discriminação? Isso é destilar ódio?

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