Por que o FAB-01 teve que abortar decolagem com Lula a bordo

FAB 01 em Guarulhos

Um alarme soou no painel do Airbus indicando anormalidade em um dos sistemas, mas problema era simples e foi solucionado em poucos minutos
Rodrigo Rangel
Em foto colorida, o avião presidencial com Lula no aeroporto de Congonhas pouco antes de abortar decolagem
A interrupção da decolagem do avião presidencial no último domingo no aeroporto de Congonhas virou notícia, mas não houve explicação sobre o que fez os pilotos da aeronave, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a bordo, tomarem a decisão.

Nem a Presidência da República nem a Força Aérea Brasileira disseram publicamente por que o Airbus A319, já na pista, abortou a corrida momentos antes de alçar voo e retornou ao pátio para ajustes técnicos.

Para Lula, a explicação foi dada ainda em Congonhas. Os militares tranquilizaram o presidente. Explicaram que não era nada grave e que seria possível seguir viagem logo na sequência.

Já em Brasília, eles detalharam aos superiores imediatos o que houve. Contaram que um alarme soou no painel do Airbus indicando que havia alguma anormalidade em um dos sistemas e isso exigiu que o procedimento de decolagem fosse interrompido.

Esse alarme que soou no FAB-01, especificamente, indica problemas no sistema de gerenciamento do chamado “environment” da cabine, que inclui os controles de pressurização e a regulagem da temperatura interna.

No fim das contas, era mesmo algo simples, de acordo com fontes ouvidas pela coluna: o motivo do alerta foi uma anormalidade de fácil solução relacionada ao ar condicionado.

Menos de meia hora depois de abortar a decolagem, o Airbus presidencial voltou à pista e voou, com Lula, rumo a Brasília.

METRÓPOLES

2 respostas

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Pular para o conteúdo