Instituição cumprirá pedidos de afastamento de funções de membros da ativa, mas aguardará desenrolar das investigações
Johanns Eller
A despeito dos desdobramentos da operação Tempus Veritatis, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (8), o Exército decidiu que não abrirá neste momento apurações disciplinares contra militares implicados na trama golpista que tinha como objetivo manter Jair Bolsonaro na presidência.
Segundo apurou a equipe do blog, a instituição só tomará medidas internas após a conclusão das investigações da Justiça civil, mas cumprirá os pedidos de afastamento das funções da ativa.
Ao todo, dez militares foram alvos de mandados de busca e apreensão ou de prisão, além de membros da reserva e do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier. Entre os integrantes do Exército presos nesta quinta-feira estão o coronel Marcelo Câmara e o major das Forças Especiais Rafael Martins de Oliveira.
O coronel Bernardo Romão Corrêa Netto, que está nos Estados Unidos e também teve sua prisão determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, será repatriado pela instituição para o cumprimento do mandado de prisão, como antecipou a colunista do GLOBO Bela Megale.
Os demais sete militares da ativa alvos da PF tiveram a suspensão de suas funções determinada por Moraes.
O chefe do Exército, general Tomás Paiva, foi comunicado previamente sobre o teor da operação, mas não foi informado sobre quais militares seriam alvo da PF. A diretriz interna é apoiar institucionalmente as investigações do Supremo e, ao mesmo tempo, manter a salvaguarda institucional aos investigados.
Malu Gaspar (O GLOBO)
Respostas de 7
Não precisa, pois ao final a indignidade ao oficialato Será Automática na Própria Sentença. Veremos a nova Jurisprudência do STF.
Eu avisei desde do PL 1645 e depois a lei 13.954 aqui se faz aqui se paga. Olha o que falei os que prejudicaram os QEs o que aconteceu com a Dilma impeachment. Lula não teu isonomia naquela época preso. Graças a bom Deus agora até o final do mandado vai assinar a isonomia com os taifeiros. E o Bolsonaro bem isso vou deixar para vocês. E próximo que falar mal dos QEs? Não se preocupem quem não deve não teme. Aqui se faz aqui se paga. O tempo é o senhor absoluto da razão.
Vamos Aguardar O Que Os Autos Estudos Irão Fazer Ou Todos Os Babacas Que Apoiam Esse Ex Capitão Do Mado, Que Vai Ser Preso E Se Tornar Indigno Para O Oficialato
Politicamente é o momento propício das FFAA pedirem aumento nos soldos dos praças. Politicamente.
É o tiro de misericórdia nas FFAA, infelizmente a instituição foi para o fundo do poço. O que dá se Envolverem em política.
Para a classe de oficiais sempre tem a “justificativa” para não se aplicar de forma rígida o RDE.
Foi assim com o Pazuello no comício com o Bolsonaro.
Porém, quando o fato envolve a praça aí se emprega o RDE com todo o rigor para manter os esteios da “hierarquia e disciplina”.
Se é oficial, deve-se aguardar o “pronunciamento” da justiça.
Se é praça, entrega de imediato o FATD.
Por que se usa sempre o mesmo peso (RDE) em duas medidas diferentes (pesada para praça e leve para oficial) para corrigir os mesmos fatos?
Não aplicam o RDE porque são covardes. Perseguir praça é fácil. A Polícia Federal bate na porta do caboclo e ele desmaia, uma piada. Bando de covardes, punir o soldadinho que estava “desatento na hora” é fácil.