8/1: a atuação do Exército nos bastidores da CPI do DF

Imagem: Eurico Eduardo/Agência CLD

Última sessão da CPI contou com a presença de assessores parlamentares do Exército

A última sessão da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Distrito Federal que investigou os atos antidemocráticos do 8 de Janeiro, ocorreu na última na quarta-feira (29/11), sob os olhos atentos de assessores parlamentares do Exército.

Conforme o jornalista Alan Rios, do Metrópoles, discretos, os militares tiveram uma série de diálogos com deputados desde que a CPI pediu a convocação de generais. No fim, ambas as partes viram vitórias.

Enquanto a presidência petista da Comissão se contentou em levar pessoas como os generais Augusto Heleno e GDias para depor, gerando repercussão nacional para os atos da Câmara Legislativa do DF, o Exército saiu sem nenhum indiciado no relatório final, aprovado com o destaque que retirou o ex-GSI de Lula.

5 respostas

  1. Algo Para entrar para a história do mundo.

    Uma tentativa de golpe de Estado Perpetrado Pela PM do Distrito Federal.

    Agora vc desavisado, tente chegar perto do Palácio do Planalto, por qualquer lado, não vai conseguir, vai ser barrado e solicitado identificação, onde? por que? Quando? Como? Por quem? Revista…não pode entrar.

    Em nenhuma situação vc vai ser parado pela PMDF.

    Brasil fazendo escola…

    1. A PM tentou 4x desfazer o acampamento grevista, o exército utilizou o argumento de que é área militar e que ele cuidava.

      Uso o seu argumento: poe uma barraca lá agora e vê quantos segundos vc fica sem ser enxotado.

      A PM nos salvou do golpe e da total destruição do planalto. Os oficiais do GSI abriram portas, esconderam suas armas (temiam “risco de morte” como disse o General FE Dias) e permitiram um prejuizo de 20 milhões.

      Largue de frouxura e comande sua tropa, novo brado da 1Cia Fzo

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