Instituição alega que base de dados é sigilosa; Eliziane Gama queria cruzar registros de armas com presos no ataque aos Três Poderes
Nicholas Shores
A CPMI queria cruzar os registros de CACs com os presos pelo 8 de Janeiro e saber o tamanho e o perigo da milícia armada para o golpe. Mas, em parecer ao TCU, o Comando do Exército se negou a compartilhar a base de dados com a senadora Eliziane Gama.
“Esta Força é de parecer desfavorável ao acesso às bases de dados compartilhados com o TCU”, escreveu o general Francisco Humberto Montenegro Junior, chefe de gabinete do general Tomás Paiva.
A relatora da CPMI havia pedido ao TCU o compartilhamento de dados de autorização de compra de armas de fogo e munições, emissões de certificados de registro e acervos de pessoas físicas e jurídicas.
“Sucede que se tratam de dados protegidos pelo manto do sigilo, o que levou o Comando do Exército a classificar sua base de dados como sigilosa”, afirmou Montenegro.
Ele recomendou que Eliziane Gama refizesse o pedido, desta vez diretamente ao Comando do Exército, “para análise e providências julgadas adequadas”.
RADAR (veja)
Respostas de 6
Mais Um tiro no pé, de muitos já disparados.
Se fosse o Xandão o tal general abriria as pernas e passaria a bosta dos dados…kkkkkkkkkkk
Segundo falam por aí, o minto tinha um serviço de informações paralelo. Adiantou?
Logo ao TCU. Bem, analisando a fundo, até que é bom.
Não é que não quisessem passar os dados, mas ao que tudo indica eles não tem controle sobre os CACS, aliás não conseguem controlar nem o armamento nos quartéis.
Na verdade não estão nem aí para a segurança nacional, ou para a das pessoas, estão preocupados que fique evidenciado a sua própria incompetência, e só.
É fundamental esse cruzamento dessas informações, para observar a relação de causa e efeito das ações que facilitaram o acesso as armas por civis.
Se não enxerga o problema, não corrige.