Por “quebra de confiança”, advogado deixa defesa de Mauro Cid

CID na comissão

Bernardo Fenelon é o segundo advogado a deixar a defesa do militar desde o início do ano. Até maio, Cid era defendido por Rodrigo Roca, próximo à família Bolsonaro.
Andréia Sadi
O advogado Bernardo Fenelon, especialista em acordos de delação premiada, deixou nesta semana a defesa do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro Mauro Barbosa Cid. A decisão do advogado foi antecipada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal “O Globo”, e também foi informada ao blog.

Segundo o blog apurou, a cisão foi motivada por uma “quebra de confiança” na relação entre Mauro Cid e a defesa.

Até o início da semana, Bernardo Fenelon ainda respondia pelos avanços judiciais das investigações envolvendo Mauro Cid.

Quando “O Globo” e a GloboNews revelaram documentos que mostravam o militar tentando vender um Rolex dado a Bolsonaro pelo rei da Arábia Saudita, por exemplo, o advogado afirmou ao g1 que não poderia responder sobre o caso porque a defesa ainda não tinha tido acesso ao material.

Até a manhã deste domingo (13), ainda não estava definido o nome do novo advogado do ex-auxiliar de Bolsonaro. Com isso, Mauro Cid ainda não tinha divulgado nenhuma nota oficial sobre as revelações dos últimos dias.

Bernardo Fenelon é o segundo advogado a deixar a defesa de Mauro Cid desde o início do ano. Até maio, o militar era defendido por Rodrigo Roca, próximo à família Bolsonaro.
g1

2 respostas

  1. Os bozoloides das joias mentem até para os seus advogados, não tem defesa que aguente esses facas cegas…mas Xandão vai resolver isto logo logo.

  2. Tá mais é certo, o contrato com advogado é de meio e não de fim, no entanto nesse contrato deve operar a boa fé entre cliente e defensor, pois como defender seu cliente se a cada dia aparece uma coisa diferente? O cara não somente ocultou, mas mentiu ao defensor. Esse oficial mente para todo mundo, em pensar que mentira para o militar era a falta mais grave, inclusive se fosse sancionado nesse sentido não seria mais promovido por merecimento e sim por antiguidade, quando o fosse. Uma vergonha! Não pode nem recorrer a DPU por conta dos altos estudos.

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