Exército já neutralizou dezoito dragas de garimpo ilegal na Amazônia

Crédito: 16ª Brigada de Infantaria de Selva

Neutralização das dragas  evita assoreamento contaminação de riosLauro Moraes – CCOMSEx

Manaus  – Dezoito dragas de garimpo ilegal já foram apreendidas e neutralizadas na Operação Curaretinga IV. Militares da 16ª Brigada de Infantaria de Selva, sediada em Tefé (AM), chegaram ao décimo dia de ações de combate a crimes transfronteiriços e ambientais na área da Tríplice Fronteira (Brasil, Colômbia e Peru), intensificando a presença do Exército Brasileiro na região do Vale do Javari.

A neutralização das dragas de garimpo ilegal evitam o agravamento do assoreamento e alterações nos leitos de rio, além da turbidez das águas, poluição dos solos e contaminação por substâncias tóxicas, como o mercúrio. Também foram recolhidos diversos materiais utilizados pelos garimpeiros, como motosserras, baterias automotivas, armamentos, aparelhos celulares, balanças de precisão e uma motobomba. Durante uma abordagem a duas embarcações, a tropa ainda apreendeu uma carga de ouro extraído da região, estimada em R$66 mil reais.

Em dez dias de operação, os militares percorreram mais de 1.190 km em ambiente de selva. As ações são sempre pontuais e baseadas em dados de inteligência, para localização das áreas de garimpo. Além coibir a mineração ilegal, as ações também combatem a caça e pesca predatórias, o tráfico de drogas e armas, e buscam a proteção de comunidades indígenas.

Atuação interagênciasIntegram a operação militares do Comando de Fronteira Solimões/8º Batalhão de Infantaria de Selva, com apoio da do Comando Fronteira Solimões/8º Batalhão de Infantaria de Selva, de Tabatinga (AM), com apoio da 16ª Base Logística, do 16º Pelotão de Comunicações, além de tropas dos Pelotões Especiais de Fronteira e agentes do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
Imagens: 16ª Brigada de Infantaria de Selva
CMA 

Uma resposta

  1. Manaus tem aproximadamente 2,2 milhões de habitante, O Amazonas, em sua totalidade, em torno de 4,3 milhões. Falar em pesca predatória é no mínimo um escracho. Será que as ONGs também serão enquadradas ou continuarão a usufruir livremente do Fundo Amazônia sem benefícios para os indígenas?

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