A perícia no aparelho apreendido foi concluída ontem, e a defesa ainda não tinha acesso às mensagens
Segundo fontes ligadas ao tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, ele ficou em silêncio em seu depoimento à Polícia Federal porque a perícia feita em seu celular apreendido foi concluída ontem (17), o que o deixou sem acesso às informações encontradas.
Cid está preso desde o início do mês. Os peritos produziram um laudo em que relatam a forma como a extração de dados foi realizada e encaminharam uma mídia com os dados aos investigadores.
Outra fonte relatou ao blog que “a Polícia Federal deveria ter informações valiosas e, nesse caso, o advogado de Mauro Cid adiava o depoimento ou ficava em silêncio”.
A defesa de Jair Bolsonaro avaliou a estratégia como acertada e não acredita que o ex-ajudante de ordens, principal assessor do ex-presidente durante todo o mandato, vá fazer uma delação premiada.
Blog do Nolasco | R7
Respostas de 3
Contra fatos não há argumentos, o melhor e calar-se a mentir, até para depois alegar que não era um oficial Mentiroso, somente possível infrator.
Ele não o que tinha no próprio celular?
O oficial abreviou a sua brilhante carreira por causa de um péssimo ex-militar, que nunca se preocupou ou respeitou Aqueles que Estiveram no seu Entorno, exceto os seus filhos. Agora, o falso Messias vai lhe virar as costas e o EB vai lança-lo aos crocodilos.