Ataques a Moraes e motorista de Villas-Boas: saiba quem é o sargento suspeito de operar fraude em cartão de vacinação envolvendo Bolsonaro

Luis Marcos do Reis é segundo sargento do Quadro Especial do Exército

Luis Marcos dos Reis foi supervisor da Ajudância de Ordens e era o responsável pelas demandas pessoais do presidente, segundo seu currículo

Dimitrius Dantas
Brasília – Antigo supervisor da Ajudância de Ordens da Presidência da República, o segundo-sargento Luis Marcos dos Reis é um dos suspeitos de participar do suposto esquema que adulterou dados de vacinação do ex-presidente Jair Bolsonaro e auxiliares. Reis trabalhou diretamente com Bolsonaro e o ajudante de ordens Mauro Cid desde o início do mandato até agosto de 2022, quando foi transferido para o Ministério do Turismo. O militar era ativo nas redes sociais, com publicações de apoio ao então presidente e críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal, como Alexandre de Moraes, autor da decisão que autorizou a operação desta quarta-feira.
Em março de 2021, em uma de suas redes sociais, Reis compartilhou um abaixo-assinado pelo impeachment de Moraes, com a mensagem “Vamos assinar e compartilhar”. Nesse período, ele ainda estava lotado como supervisor da Ajudância de Ordens da Presidência da República, formada por militares responsáveis por auxiliar o chefe do Palácio do Planalto em atividades cotidianas, desde atender ao seu telefone celular a carregas malas em viagens.
Em um currículo publicado no site do governo federal após assumir um cargo de coordenador do Ministério do Turismo, Reis incluiu que sua principal atividade no órgão era ser o “Responsável pelo atendimento das demandas Pessoais do Sr. Presidente da República”.
Em outra publicação feita em sua rede social, em junho de 2020, Luis Marcos dos Reis compartilhou um vídeo defendendo a utilização de medicamentos sem comprovação comprovada contra a Covid, como azitromicina, ivermectina e cloroquina.
Segundo seu currículo, de 2013 a 2016, Luis Marcos dos Reis também foi motorista do Comandante do Exército. O cargo foi ocupado durante o período pelos generais Enzo Peri e, posteriormente, Eduardo Villas-Boas. Este último é considerado um dos generais mais próximos de Bolsonaro durante seu mandato. Em diversas ocasiões, o ex-presidente visitava Villas-Boas, que sofre de uma doença neuromotora, em sua casa em Brasília.
O Globo/montedo.com

10 respostas

    1. Pela carcaça sim! Bolsonaro conseguiu prejudicar de General a soldado , infelizmente vamos ter que se humilhar na mão dos comunistas.

  1. Depois passem no campo comentários desta matéria no O Globo e observem o único comentário existente.
    Vale à pena.

  2. Qual foi o crime? compatilhar criticas ao Moraes?? Ter sido motorista do Villa-Boas? Ser ajudante do BolsoNARO ?? É ESCANCARADA a PERSEGUIÇÃO AO PR BOLSONARO !!!

    1. Isso é perseguição! Todos sabem que os militares da ativa tem direito a criticar ministros de estado e fazer campanha pública para sua remoção, além fraudar documentos de uma gripezinha que só atingiu os fracos. Bataria ter usado cloroquina, um medicamento com comprovada eficácia contra a Covid, atestada pela Universidade de wesqtarerelpland, conforme os estudos do Dr. PHD slobooda Rostinger e que ele tão bem divulgou que seriam curados, mas nãaaao, 700 mil pessoas resolveram morrer só para perseguir o Mito!

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