Comando do Exército sai em defesa de ministro do GSI que pediu demissão

General quatro estrelas

Generais do Comando do Éxército dizem que o agora ex-ministro do GSI é “leal e correto” e não teria favorecido golpistas em 8 de janeiro

Victoria Abel
Militares do Alto Comando do Exército saíram em defesa do general da reserva Gonçalves Dias, que pediu demissão do cargo de ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência nessa quarta-feira (19/4).
Sob reserva, generais da cúpula do Exército argumentam que G. Dias, como o militar é conhecido, é “extremamente leal e correto”. “Em hipótese alguma ele teria favorecido golpistas”, disse à coluna um general quatro estrelas.
G. Dias pediu demissão do cargo depois da repercussão negativa das imagens das câmeras de segurança do Palácio do Planalto mostrando ele caminhando ao lado dos invasores golpistas, durante os ataques de 8 de janeiro.
Os vídeos foram divulgados pela CNN Brasil. As imagens mostram o ex-ministro caminhando entre os invasores e apontando a saída do local, sem dar qualquer ordem de prisão aos criminosos.

Falhas de segurança
Nos bastidores, generais do comando do Exército justificam ainda que parte dos militares já estava desmobilizada após a posse de Lula, em 1º de janeiro, pois não esperava mais atos terroristas em Brasília.
Os comandantes também falam em “falhas” na cadeia de comando e lembram que, com a mudança recente de governo em janeiro, ainda não havia sido possível trocar todos os militares dos cargos de confiança.
Igor Gadelha(METRÓPOLES)/montedo.com

Respostas de 16

  1. Eu estava lá com essa repórter que falou ” sob reserva ” ” em condição De anonimato ” ” fontes disseram ” 😂😂😂 eu estava servindo cafezinho durante a entrevista, tirei o losango de subtenente e pus O distintivo De Taifeiro … 😂😂😂 SQN
    ST ENG MARCOS PINTO.
    Repórteres são Seres altamente confiáveis 🤣

  2. O corporativismo agindo, afinal trata-se de um general.
    A sanha pelas benesses e das regalias que o poder pode proporcionar, fez com que, muitos militares tomassem gosto pelos cargos e não aceitaram Um desmame ŕapido. Muitos se sujeitam a humilhações públicas e não largam a teta.

  3. O problema é o Comando do Exército. O Gen Dias aparece em meio aos manifestantes como se nada estivesse acontecido, antes já havia o episódio do bolo com os grevistas na Bahia e ainda tem a desculpa esfarrapada que não deu tempo de trocar os antigos membros do GSI, que eram de que lugar? Quem era o responsável anterior pelo GSI? Eram alienígenas ou militares? E quem era o chefe deles antes? também um militar “extremamente leal e correto” e que “Em hipótese alguma ele teria favorecido golpistas”. Este Alto Comando foi o mesmo que sustentou os acampamentos em frente aos quarteis e que incentivou o 8 de janeiro.

  4. Existe categoria mais corporativista do que a dos Oficiais? Fazem merda pra caramba e no final permanecem unidos e coesos. Corporativismo nojento. Olha o que o tal de Ten Cel Cid fez e ficou por isso mesmo… no dia a dia assistimos um 3 sgt de cmt gda cometendo alguma falha leve só falta crucificar o garoto. O outro era ofice boy do PR e não deu em nada.

  5. Na verdade todos mentem a todo momento. Essa política é suja, hipócrita e só visa interesses próprios. Ninguém sabe de nada, todos ficam ” surpresos” quando pegos na mentira. Um senhor que já era pra estar em casa fica se rebaixando para essa cambada, tb é tão culpado 1uanto aqueles. Não tem.esquerda nem.direita, todos são pilantras

  6. A realidade que tudo isso que aconteceu, Colocaram a culpa nas Fôrças Armadas, porque lugar de Militar é Quartel, não à politicas, ai deu nisso.Jamais aS fÔRÇAS aRMADAS, DEVERIAM FAZER PAPEL DE POLICIA; deveria ser igual no Estados Unidados. la.As Forças Armadas são preparada para a guerra, não se envolvem com assuntos de politica interna,, por isso tem a Guarda Costeiras , a guarda Nacional e as Policias de fronteira e policia Estaduais.,.

  7. Corporativismo é o nome do apoio. Quem esperava algo diferente, não tem a mínima ideia de como funciona as coisas no EB.

    Sem fazer juízo de valor no caso.

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