General Braga Netto no Twitter: “Lembrar o 31 de março é dever cívico”

Ministro BraganNetto

9 respostas

  1. Nesse ponto específico, concordo com o general.

    Como está em voga já há algum tempo a discussão “coisas de Estado versus Coisas de Governo”, penso que manter inalterados os fatos históricos independe de governos de momento. Os fatos históricos de uma nação são memória do Estado. E assim todos os Governos, mesmo aqueles que não concordam como aconteceram os fatos na história devem respeitá-los.

    Querer esconder, “Apagar os fatos históricos e que contribuíram para a formação de um povo é, sem nenhuma dúvida, uma prática típica de governos verdadeiramente fascistas.

    O que mais vamos “apagar” da memória do povo brasileiro? Quais outros fatos que ocorreram no passado no mundo real e concreto os governos de momento vão censurar, “apagar” ou reescrever?

    1. Então você deve se aprofundar na análise histórica dos fatos.

      A República para se firmar como ideologia dominante criou os “heróis nacionais”, “batalhas épicas pela soberania”, campanhas patriotas, tudo isso com a finalidade de Fomentar o “espírito de uma nação”. Porém tratou de esquecer figuras importante para a formação e manutenção do território brasileiro, artista, empresários etc os quais eram monarquistas.

      1. Respeito sua opinião, embora seja resultado da doutrinação que vem sendo executada desde o final da década de 1980 e com o obejtivo de reescrever a história.

        Vejo que está dando certo…

  2. Jamais apoiaria um golpe que resultou em uma ditadura de 21 anos.
    Na força do profissionalismo, faço a reverência, mas na sinceridade, nunca.

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