O novo Adjunto de Comando do Exército, subtenente Siston  é cumprimentado pelo comandante da Forças, general Tomás (Imagem: CComSEx)

Respostas de 6

      1. Realmente, mais um no ar condicionado, concordo. Fiquei por 21 anos na mesma unidade, por escolha. O que vi esses adjuntos fazerem pelos companheiros, nada! apenas agindo como fossem cordinhas. Nunca, pelo menos não vi e nem fiquei sabendo que teve alguma preocupação. O que vi foi eu tentar resolver vários problemas. Sempre conversando com O SUBCMDO, todos Generais de 3 estrelas, para tentar resolver os problemas, mesmo sabendo também que eles nada o fariam. Por muito tempo fui bucha de canhão para aqueles que não queriam se queimar com os chefinhos. Não me arrependo de ter feito, triste fiquei, pois nada foi resolvido. Pensava que no alto comando teria alguma chance de mudar o pensamento dos “Lordes”, mostrando que a família é o alicerce para uma vida profissional saudável. Adjunto de Comando! lá não teve. Se realmente fizessem o prescrito, bem provável que muita situações seriam resolvidas. Poucos não sabem que essa “criação” foi baseado em Força estrangeiras para mostra a tal “valorização dos praças”. Sabemos que não existe em nosso Exército essa valorização, basta ver a diminuição constante de vagas para as promoções. Hoje o que vale é: quem fizer os pedidos certinhos do chefes, sem questionar, tem chance de galgar uma promoção, perdendo de vez seu caráter, se é que algum dia tiveram.
        Antes que diga o mesmo que disse ao companheiro, me antecipo: estou na reserva e com todos, digo todos os filhos trabalhando, uma terminado a faculdade, esposa trabalhando, que por sinal uma gata e nada a dever. Com 52 anos não penso em trabalhar, mais não sei o dia de amanhã. Porém com certeza se algum dia volta não será como TCC. Algumas formação no curriculum na parte do magistério (Mestre em Matemática, pós em física, etc). Até um dia.

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