Outro dia, apareceu um comentarista tecendo loas ao infame Lamarca, a pretexto de apoiar a aliança dos incautos dos ‘estamentos inferiores’ com o psolista Glauber Braga: “o único que lutou pelos Praças””, bradou o desinformado.
Bem, o capitão Carlos Lamarca e o sargento Darcy Rodrigues desertaram do Exército no dia 25 de janeiro de 1969, levando 63 fuzis, metralhadoras e munição.
Em 17 de setembro de 1971, após anos de fugas e de crimes, ele foi encontrado pelo Exército na pequena cidade de Pintada (atual Ipupiara), onde foi morto ao tentar resistir à prisão ao lado do membro da VPR José Campos Barreto (também conhecido como Zequinha Barreto).
Darcy sobreviveu à luta armada, a tempo de forrar os bolsos com uma polpuda indenização paga pela Comissão de Anistia.
A víuva de Lamarca também se locupletou das burras governamentais.
Como disse Millôr Fernandes, também perseguido pela ditadura:
“Quer dizer que eles pegam em armas contra o governo, perdem, e depois ganham dinheiro por que perderam? Isso não foi Revolução, foi Investimento!”.
O artigo abaixo foi publicado em setembro de 2009, primeiro ano do blog. Recomendo especial atenção ao episódio do “justiçamento” do tenente Alberto Mendes Júnior. Boa leitura.
LAMARCA: HOMENAGEM A UM CELERADO
Hiram Reis e Silva*
“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”. (Rui Barbosa)
– Capitão Carlos Lamarca vai ser homenageado na Bahia
“Nos próximos dias 19 e 20 de setembro, Brotas de Macaúbas (BA), pequena cidade encravada nos contrafortes da Chapada Diamantina, vai ser palco de homenagens a Carlos Lamarca, o capitão do Exército Brasileiro que se rebelou contra a ditadura militar e morreu fuzilado, em 17 de setembro de 1971, tentando iniciar a luta armada no campo. Desde 2001, a igreja católica e pastores evangélicos realizam a Celebração aos Mártires, um ato ecumênico no lugarejo chamado Pintadas, no exato local onde o militar rebelado e seu companheiro Zequinha Campos Barreto foram assassinados”. (Fonte: Maria Sena e Roque Aparecido da Silva – organizadores)
“O Capitão Lamarca não possui um QI satisfatório, à altura de ser um líder revolucionário. É um elemento de caráter volúvel, não tem posição definida, suas decisões são tomadas seguindo suas tendências emocionais. Suas qualidades militares são limitadas, tem limites de aproveitamento prático do conhecimento técnico que possui. É pouco engenhoso. O valor político que possui para ser um líder de esquerda lhe foi dado pela imprensa”.
(José Araújo da Nóbrega, da Vanguarda Popular Revolucionária)
– Biografia de Lamarca
O ex-Capitão Carlos Lamarca, filho de Antonio Lamarca e Gertrudes da Conceição Lamarca, nasceu no bairro do Estácio, zona norte do Rio de Janeiro, em 23 de outubro de 1937. Ingressou, em 1º de abril de 1955, na Escola Preparatória de Porto Alegre (EPPA), RS, depois de ter sido reprovado por duas vezes nos exames de admissão. Dois anos mais tarde, foi transferido para a Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, RJ. Na Academia, teve contato com a ideologia do jornal ‘A Voz Operária’, do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que era colocado, por militantes, sob os travesseiros dos cadetes. Clandestinamente, participava de grupos de estudo do marxismo-leninismo, tornando-se simpatizante do PCB. Ainda como cadete, foi obrigado a se casar com a irmã de criação, Maria Pavan, por tê-la engravidado. Concluindo o curso, foi declarado Aspirante a Oficial classificado em 46º lugar, numa turma de 57 cadetes (1960).
Iniciou sua carreira no 4º Regimento de Infantaria, em Quitaúna, na cidade de Osasco, SP. Integrou o Batalhão Suez, fazendo parte das Forças de Paz da ONU na região de Gaza (Palestina), retornando dezoito meses depois. Servia na 6ª Companhia de Polícia do Exército, em Porto Alegre, quando eclodiu a Revolução de 31 de março de 1964. Classificado, novamente, no 4º Regimento de Infantaria, em Quitaúna, em 1965, foi promovido a capitão em 1967.
-Trajetória de um traidor
“Entre suas façanhas mais notáveis estão dois assaltos a banco que resultaram na morte do gerente Norberto Draconetti e do guarda-civil Orlando Pinto Saraiva – morto com um tiro na nuca e outro na testa, disparados pelo próprio Lamarca; a ação no Vale do Ribeira em que torturou e assassinou cruelmente o tenente Alberto Mendes Júnior, esfacelando-lhe o crânio a coronhadas; e o assassínio do agente da Polícia Federal Hélio Carvalho de Araújo, durante o seqüestro do embaixador suíço”. (Editorial do ‘O Estado de São Paulo)
No início do ano de 1969, Lamarca já era investigado como suspeito de envolvimento com a subversão e o aliciamento de colegas de farda. O plano de roubar o armamento do depósito de armas de um quartel do Exército foi frustrado pela ação da Polícia Civil e do Exército que prendeu alguns terroristas e apreendeu o caminhão que estava sendo preparado para o roubo do armamento. Mesmo assim, Lamarca e o sargento Darcy Rodrigues conseguiram retirar do quartel 63 fuzis, 3 metralhadoras e uma pistola, desertando, a seguir, como membro da ‘Vanguarda Popular Revolucionária’ (VPR). O roubo do armamento só foi descoberto no dia seguinte, 25 de janeiro de 1969.
O II Exército publicou um edital, em 27 de janeiro de 1969, intimando-o a comparecer ao 4º Regimento de Infantaria, pois as Polícias do Exército, Federal e Estadual haviam interrogado elementos comprometidos com assaltos a bancos, roubos de dinamite e assassinatos que confessaram ter estreitas ligações com Lamarca. A VPR nomeou Lamarca um dos seus dirigentes e mandou para Cuba as famílias dele e do Sargento Darci Rodrigues, pois considerava que os familiares de ambos seriam perseguidos pelas forças de segurança. Lamarca comprou um sítio no vale do Ribeira que foi utilizado como base de treinamento de guerrilheiros até a prisão de Chizuo Ozawa, o ‘Mário Japa’, em 27 de fevereiro, que tinha conhecimento da localização da área. Preocupado em libertá-lo, Lamarca exigiu o seqüestro de um diplomata.
No dia 11 de março de 1970, após terminar seus trabalhos no consulado, Nobuo Okuchi, Cônsul do Japão, dirigia-se para a sua residência oficial, quando o carro dirigido por Hideaki Doi foi interceptado e o cônsul foi retirado de dentro do carro, sob a ameaça de armas, e conduzido para um Volksvagen vermelho. Nobuo foi trocado, mais tarde, por cinco presos, dentre os quais ‘Mário Japa’.
No dia 11 de junho, integrantes da VPR aprisionaram o embaixador da República Federal da Alemanha no Brasil, Ehrenfried von Holleben, e exigiram em troca a liberdade de 40 presos políticos. Cinco dias depois, os presos seguiram para a Argélia e o embaixador foi libertado.
No dia 7 de dezembro de 1970, um grupo de militantes da VPR, chefiado por Lamarca, seqüestrou o embaixador da Suíça no Brasil, Giovani Enrico Bucher. O carro era dirigido por seu motorista, Hercílio Geraldo, e escoltado pelo agente da Polícia Federal Helio Carvalho de Araújo. Após ter interceptado o veículo, Lamarca abriu a porta e desfechou dois tiros no agente, à queima-roupa, que veio a falecer 3 dias depois. O grupo condicionou a libertação do embaixador à liberação e embarque para o Chile de 70 presos políticos depois da divulgação do ‘Manifesto ao Povo Brasileiro’.
O cerco a Lamarca começou em março de 1971, com a prisão de uma subversiva no Rio que revelou a transferência das atividades da VPR para o Nordeste. Em agosto, as autoridades estouraram um aparelho em Salvador e encontraram a amante de Lamarca, Iara Iavelberg, que se suicidou com um tiro no coração. Lamarca foi perseguido pelos órgãos de segurança durante quase três anos.
“No meio da tarde de uma sexta-feira, sob o ardente calor de 40 graus da caatinga do sertão baiano, uma equipe de agentes, aproximando-se passo a passo, vislumbrou os dois homens que descansavam à sombra de uma baraúna, no lugarejo de Pintada, município de Oliveira dos Brejinhos. À voz de prisão, tentaram sacar suas armas. Duas rajadas curtas mataram os dois homens. Um deles era José Campos Barreto, o Zequinha, morador da região. O outro, também conhecido por ‘Renato’, ‘Célio’, ‘Sylas’, ‘João’, ‘César’, ‘Cid’, ‘Cláudio’, ‘Paulista’ e ‘Cirilo’, era Carlos Lamarca, ex-Capitão do Exército, ex-dirigente da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR) e da Vanguarda Armada Revolucionária – Palmares (VAR-P), naqueles tempos já militante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro (MR-8) e escondido no interior da Bahia”. (F. Dumont)
– Lamarca, o “herói do Vale do Ribeira”
“Me recuso a compará- lo com Luís Carlos Prestes. Primeiro porque Prestes era um oficial brilhante, primeiro de turma, tinha grande influência sobre os companheiros. A Coluna Prestes nunca foi batida. Lamarca, não; era medíocre. Atirou em dois sentinelas, matando-os. Também matou um refém, um tenente. Esse crime, para nós militares, é dos mais repulsivos: matar um refém! E matou a coronhadas”.
(ex-Senador Jarbas Passarinho)
O tenente da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Alberto Mendes Júnior, comandava uma pequena tropa, quando foi atacado e feito prisioneiro pelo grupo de Lamarca, do qual faziam parte Diógenes Sobrosa de Souza, Ariston de Oliveira Lucena, Yoshutane Fugimori, Gilberto Faria Lima, Edmauro Gopfert e José Araújo da Nóbrega. Esse grupo, conforme consta dos autos do inquérito feito pela Polícia Militar que serviu de base à denúncia na 2ª Auditoria do Exército, “havia se instalado na região do Vale do Ribeira para treinamento de guerrilha, com a finalidade de promover a luta armada, para a derrubada das instituições sociopolíticas vigentes e instalação de um regime marxista-leninista no Brasil”.
Lamarca permitiu que o tenente transportasse os feridos para serem socorridos, mas conservou em seu poder, como reféns, os soldados não atingidos pelo tiroteio. Mendes Júnior entregou os feridos a uma patrulha da PM e voltou, sozinho e desarmado, para garantir a libertação dos reféns. Ao tomar conhecimento de que seus soldados haviam sido abandonados no mato, Mendes Júnior interpelou os guerrilheiros. Lamarca respondeu que os soldados estavam bem e, tendo o tenente Mendes dito que havia cumprido a promessa de não denunciá-lo, advertiu: “Você vai conosco; se não houver tropas pela frente, você poderá seguir tranqüilo”.
Como apareceu outra patrulha e dois guerrilheiros se perderam do grupo, Lamarca suspeitou que Mendes Júnior os havia denunciado. Ao depor em juízo, Ariston Lucena relatou, segundo o processo, como o oficial foi julgado e morto: ‘Lamarca colocou para nós que o tenente Mendes era responsável pela queda de dois companheiros, mas o tenente negou tal acusação, dizendo que provavelmente aquela emboscada seria obra de soldados dele; que responderam ao tenente que os soldados da ditadura não têm iniciativa própria, que o tenente Mendes é o responsável, tinha traído o compromisso, ocasião em que o tenente se calou, aduzindo o interrogando (Ariston Lucena) que quem cala consente…’
Ariston assim descreveu a morte do tenente: ‘Lamarca chamou Fugimore de lado, mandando que este executasse o tenente; que todos nós silenciamos, porque estávamos em pleno acordo e irritados com o tenente, que havia traído a nossa confiança; que então Fugimore se aproximou do tenente Mendes, pelas costas, de surpresa, deu-lhe uma coronhada, e depois outra, provavelmente umas quatro, até que o tenente morreu…’ (Estado de São Paulo 04/11/2007)
– Lamarca, o símbolo da “resistência radical”
“É uma recompensa a quem queria instaurar uma ditadura socialista no Brasil; Lamarca não combateu em nome da democracia”.
(Leôncio Martins Rodrigues)
No dia 13 de junho de 2007, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça concedeu a patente de coronel do Exército a Carlos Lamarca, considerado pela esquerda escocesa um símbolo da resistência radical à ditadura militar. Além da promoção, a comissão reconheceu a condição de perseguidos políticos da viúva de Lamarca e de seus filhos, César e Cláudia Lamarca, concedendo aos três uma indenização de R$ 100 mil para cada um.
Senador Aloizio Mercadante
O senador defendeu a revisão dos critérios usados pela Comissão de Anistia para promover ‘post-mortem’ o desertor Carlos Lamarca. Em entrevista à Rádio BandNews Brasília, o senador lembrou que a anistia deve servir para os dois lados, por isso não concorda que os familiares de Lamarca passem a receber pensão de general, enquanto não receba o mesmo tratamento a família do soldado Mário Koze Filho, morto em 1968 pelo grupo guerrilheiro VPR do qual Lamarca era dirigente.
Millôr Fernandes
Também perseguido e censurado pelo Regime Militar questionou: “Quer dizer que eles pegam em armas contra o governo, perdem, e depois ganham dinheiro por que perderam? Isso não foi Revolução, foi Investimento!”.
Reinaldo Azevedo
“Os terroristas não sabiam, mas estavam investindo em seu patrimônio. Ou da família. Até gente que nunca atirou uma pedra com estilingue e não correu risco de levar pito nem do síndico recebeu indenizações milionárias como “vítima da ditadura”. Lula é um pensionista, imaginem… Frei Chico, seu irmão, aquele que se identifica como ‘Roberto’ (ou seria algum ‘Roberto’ se fazendo passar por Frei Chico?) tem direito a R$ 3.760 por mês e indenização de R$ 461 mil. Ficou 16 dias preso. Nunca encostaram a mão em um fio de sua barba – nem na de Lula, que nunca deixou de receber salário do sindicato ou do PT. Ainda há quase 30 mil pedidos de pensão sendo analisados. O programa Bolsa-Terrorismo já soma quase R$ 2,3 bilhões em indenizações e custa R$ 28 milhões por mês em pensões. É um esculacho, uma piada grotesca.
O caso Carlos Lamarca, acho eu, passou da conta. É mais escandaloso do que a indenização milionária e pensão nababesca de Carlos Heitor Cony, que foi muito perseguido pela ditadura em sua sala revestida de mármore rosa na antiga Manchete… Lamarca desertou do Exército em 1969 para integrar uma facção terrorista. Ele abriu mão de ser um militar. Morreu em 1971. Mas, antes, matou muita gente. Mesmo assim, a Justiça Federal já havia concedido pensão à viúva em 1993, correspondente a R$ 9.963,98, o valor pago a um coronel do Exército. Ele morreu como capitão, mas a pensão é sempre paga segundo o valor da patente imediatamente superior. Ontem, a comissão do Ministério da Justiça que cuida do caso resolveu ‘promovê-lo’ a coronel – e o valor pago à viúva passou a ser o de soldo de general: R$ 12.152,61. Promoção por quê? Por relevantes serviços prestados à nação? Por ter tentado implantar no Brasil um regime que, em caso de sucesso, não teria matado menos de alguns milhões? Ah sim: a diferença é retroativa a 1988!!!
Só isso? Não, senhor! A mulher e os dois filhos receberão, cada um, R$ 100 mil a título de indenização. Se Lamarca tivesse sido premiado por cadáver que fez, certamente teria rendido menos. Pelo visto, também estão pagando por aqueles que ele faria se tivesse logrado êxito em sua empreitada. Acho que chegou a hora de se fazer, com efeito, uma grande reportagem sobre esses heróis. Sobretudo, é preciso saber qual era a utopia pela qual lutavam – e que hoje nos custa tão caro.
PS: Só para registro. Defendo que se pague indenização para quem, preso pelo Estado, morreu em razão de tortura. Aí, sim. Todo o resto, incluindo a decisão de morrer com uma arma na mão, é uma questão de escolha. O Brasil não deve nada a esses caras, incluindo a democracia, que eles tanto detestavam”.
*Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Respostas de 16
Da turma do bustamante
se não me engano:
– gaúcho socialista carlos prestes, engenheiro militar, obteve o maior grau escolar de um cadete na história acadêmica da Escola Militar do Realengo, hoje, AMAN.
– carioca ex-capitão terrorista Lamarca, primeiro colocado de sua Turma.
– Ou, o inverso.
A Instituição e esse Estabelecimento de Ensino militar, obviamente, Não tem qualquer responsabilidade pelos Graves mal feitos desses Maus-caracteres terroristas e ex-integrantes do Exército.
Os portões estão abertos a todos os brasileiros.
Outro ex-capitão-desajustado e ex-presidente, Pançuello e muitos outros:
– são provas cabais disto, dessa possibilidade de Ingressão de qualquer inapropriado e inapto a carreira d’Armas.
A verdade dói, mas não mata.
A mentira agrada, mas não cura.
Tempo, Senhor Absoluto Da Razão.
(Primeirão CHQAO/EM Decréscimo)
sim, contemporâneos
muy amigos
Segundo José Araújo da Nóbrega, no excerto do Texto acima : “… não possui um QI satisfatório, à altura de ser um líder revolucionário. É um elemento de caráter volúvel, não tem posição definida, suas decisões são tomadas seguindo suas tendências emocionais. Suas qualidades militares são limitadas, tem limites de aproveitamento prático do conhecimento técnico que possui. É pouco engenhoso. O valor político que possui para ser um líder de esquerda lhe foi dado pela imprensa”. O engraçado e que a história sempre repete alguns personagens esdrúxulos e párias na história. Com o retoque apenas ao termo in Fine: – esquerda -, para – Direita -, chegamos a essa conclusão da repetição de figuras na história com paralelo de um político brasileiro que ocupou algures o Planalto.
“O Master Recalcado & seu Azedume Permanente”.
Jesus, Dialética confusa, indecifrável e transtornada.
Só mostra a Perturbação Psicológica desse sujeito ansioso por despejar seu ódio por tudo e todos.
Absorto de ressentimentos de sua vidinha apequenada pelo fracasso pessoal/profissional.
Comentários diários repletos de ódio e frustrações.
Faz do campo comentários do Blog como Válvula de escape de seus rancores exacerbados.
Apenas mais Um Ressentido De Uma Carreira Marcada Pela Mediocridade.
Uma Ode Ao Ódio Às FA E Aos “Di Carreira”:
– Derrotado Na Esfera ‘Pessoal/Profissional’.
Asco É Pouco!
Todo esse Textão para queimar a aliança dos praças com o Dep Glauber??? Por acaso vc não viu a turma do Gen Ramos Fazendo churrasco e viagens turísticas pelo Brasil com as categorias – VERMELHAS – do congresso? Para ter em troca a aprovação da Lei da Desestruturação – a lei do mal II !!! entre os vermelhos defensores da lei estava a
Comunista Perpétua
Socorro, muito prestativa ao amigos militares.
Fake News, Anônimo das 09h28
Meu General Ramos jamais se promiscuiria numa confraternização infernal com essa gente Demoníaca (categorias VERMELHAS, petistas).
Por troca a aprovação da respeitável/justa Lei 13.954/19.
Você é só é mais um melancia/comunista infiltrado no Blog a fim de criar a Cizânia na Tropa.
Não passarão!
Essa libertinagem ‘petistas/militares’, só entre melancias como você.
Uma Ode Ao Vitimismo.
Resumo, qualquer um, mesmo com baixo QI pode ser oficial das Forças Armadas, o nível de ensino é adequado para a exigência do cargo.
É uma dura verdade. O concurso é de nivel medio, e a complexidade do cargo tamém. Prova disso é que um R2 com ensino médio as executa.
É um dos maiores salários da administração pública, tem gente que não se dá conta disso e acha que ganha pouco.
Todo esse Textão para queimar a aliança dos praças com o Dep Glauber??? apartir de 9:28
Em seguida, será tratado o medo como controlador do ser humano.
jornalismo mediocre, instituições mediocres, eita povim mediocre, credo em cruz!!
por essas e outra que nada funciona, o que Tem Haver o caso lamarca com a correção de uma lei injusta levada a cabo por um governo de um capitão que nem longe se parece com lamarca,ARREGO!!! TOCA O SININHO PEDE PRA SAIR.
Não irmãos, o Deputado Glauber está errado. Não caiam nas narrativas dele. Vamos esperar as tratativas do senhor Hélio Negão. Este sim, subtenente do exército que vem lutando por melhores condições de trabalho para os praças e é um defensor da classe e crítico ferrenho da famigerada lei 13954/19.
Sem tecer comentários sobre os atos de Lamarca, pois assim teríamos de abrir espaço para discutir sobre a bomba do Rio Centro, a insubordinação, na época, do capitão Bolsonaro ao EB ou, mais recentemente, os atos de 8 de janeiro. Saliento, sim, o lamentável texto inicial deste coronel. Discurso preconceituoso e raso a respeito de parte significativa de membros das FFAA. Rotula e reforça certa construção identitária do grupo social de praças denominando-os como estamentos inferiores e, pasmem, incautos. Deve-se atentar, coronel, que alianças são estabelecidas entre agentes que (com)partilham ideias comuns. Quisera poder os estamentos inferiores construir e manter um processo hegemônico com o grupo social ao qual o senhor pertence. Contudo, o mundo de praças é outro e essa realidade ficou bem clara quando da edição da lei 13954. Isto induz esse imenso grupo social a construir relações com aqueles que lhes dão voz como, a exemplo, o deputado Glauber, a deputada Érica Kokay entre outros políticos engajados na mobilização dos “incautos estamentos inferiores”, como o senhor bem assim registrou. Se essas ações lhe causam incômodo, cauto coronel, quero alertá-lo que estão no rumo certo.
Lamarca poderia ter dado baixa do EB e seguir seus planos, já que contava com financiamento “externo”. No momento em que resolveu desertar e cooptar militares, virou criminoso, independentemente de qualquer prisma que se possa utilizar e só por isso não deveria receber qualquer tipo de vencimento ou coisa que o valha referente às FA. Já a questão da anistia esta opera em outro plano e a indenização é paga independente se era militar ou não. Não consta que ele tenha desertado por ser perseguido, mas o contrário.
Os dados da “Comissão Nacional da Verdade” mostram que os militares formam o principal grupo social de anistiados, com cerca de 3 mil indenizados e no caso de Lamarca não se julgou “seus feitos”, mas a “a sua causa”. As ideologias, qualquer que seja, servem, a grosso modo, para tentar justificar toda e qualquer ação que se tome e, se algo der errado, para a absolvição. Foi pela pátria, pelos pobres, pelas minorias, pela revolução igualitária, pela liberdade, pela família…
“Novos tempos, novas práticas Ilícitas”!
Anos 20′, 30’… 60′ e 70′,:
– por ideologias, convicções e princípios filosóficos, sociais e políticos.
Carlos Prestes, ex-militares do Tenentismo e criminoso terrorista Lamarca.
“Subtraíram, SURRIPIARAM armamento e munições de OM”.
Todos Bandidos, terroristas, criminosos.
Nada, absolutamente, nada justifica.
Crimes, sempre serão crimes.
Hoje, nesses tempos de “Princípios Filosóficos” monetários.
Os “Neos”-oficiais, nosso ‘neo-realismo’ Pelo Vil Metal.
militares ‘ávidos & Insaciáveis’ Pelo “dinheiro do mal”:
1) “Casal de oficiais do Exército é preso por retirar munições de quartel”
Um casal de militares do Exército flagrado transportando munições do 28º BIL, Campinas, SP”.
(Fonte G1-Globo)
2) 35 mil unidades de Viagra (143% superfaturado).
– R$ 3,5 milhões próteses penianas de 20 e 25 cm.
– Militares empenharam R$ 546 mil para compra de Botox.
– R$ 56 milhões em chicletes, filé mignon, uísque, salmão e picanha.
– Em 2020, cerca de R$ 15,6 milhões com leite condensado.
Dois momentos distintos, mutuamente:
– abjetos e desprezíveis.
mancha eterna na credibilidade das FA.
Nem entrarei na seara dos novos-ricos do serviço público:
– os marajás verdes-olivas do ex-gov bolsonaro.
– e seus megas salários ‘tríplex’.
Os pais e Padrastos da Lei do general.
Que fase!
Me lembra certo político medíocre.
a idenização não se deveu à participação na luta armada, mas nos prejuízos impostos pelo Estado para além das próprias punições.
Se o sujeito é preso, a tortura não é um “incremento” constitucional. Isso não está na constituição o preso ser torturado, ter a costela quebrada, perder a visâo, ficar com sequelas.
Também não está No Código Penal a proibição ao trabalho. A exoneração sumária fruto de perseguiçâo também não está No Código Penal.
Compilo aqui…..
Art. 1° Não há crime sem lei anterior que o defina. Não há pena sem prévia cominação legal. Art. 2º Ninguém pode ser punido por fato que lei posterior deixa de considerar crime, cessando em virtude dela a execução e os efeitos penais da sentença condenatória.