As armas dos PMs, celulares e o carro que aparecem nas imagens foram apreendidos e serão periciados
Por Felipe Grinberg e Paolla Serra — Rio de Janeiro
Os policiais foram presos temporariamente e também alvo de mandados de busca e apreensão. Cinco armas dos PMs, celulares e o carro que aparecem nas imagens foram apreendidos para passar por perícia.
A Polícia Militar afirma que a Corregedoria atuou em apoio à Polícia Civil.
A Polícia Civil também busca o paradeiro de duas mulheres donas de uma casa noturna onde as vítimas estiveram antes de serem mortas. As investigações apontam que elas foram responsáveis por apagar os vestígios na boate e lavar o local para dificultar as investigações. São consideradas foragidas Nayara Campos e Vanessa Vianna.
Julio estava no Exército há 12 anos. Aos 33 anos, esteve na ocupação do Complexo do Alemão, em novembro de 2010. Era a primeira vez que militar visitava São Pedro da Aldeia a convite do amigo, o sargento da Marinha Sidiney Lins. Os dois se conheciam há mais de 10 anos.
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Corpos de dois militares da Marinha e do Exército foram encontrados carbonizados, dentro de um carro abandonado, em uma zona de mata na Estrada da Caveira, em São Pedro da Aldeia — Foto: Fotos R. Lagos
‘Confusão na boate’
Segundo Elisandro, um terceiro amigo morador da cidade, que estaria com os militares no dia em que foram executados, também foi convidado a depor na delegacia. Enquanto o pai estava na unidade policial, leu um depoimento de uma testemunha detalhando o que poderia ter acontecido com os militares na noite em foram assassinados. Julio e Sidney estariam se divertindo dentro de uma boate, em São João da Aldeia, quando uma confusão começou. Na ocasião, homens que estariam armados com fuzis entraram na casa de festa e levaram os militares para o carro de Julio, indo em direção à Estrada da Caveira, local onde foram encontrados carbonizados.
Visita à casa de prostituição
Após assistirem ao jogo do Brasil pela Copa, em um bar da cidade, Julio e Sidinei horas antes de serem assassinados visitaram uma casa de prostituição na região. O GPS encontrado no carro mostra o trajeto feito pelos militares na noite do crime. O registro de ocorrência foi feito por volta das 7h30 de sábado. Policiais militares do 25° BPM(Cabo Frio) foram até o local. Ao chegarem, os cadáveres sem identificação foram localizados no banco de trás e no porta-malas do veículo.
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O local onde o carro em que estavam os militares foi incendiado — Foto: Foto de R. Lagos
Julio Cezar era separado e mantinha a guarda dos filhos compartilhada. Ele morava sozinho no bairro Monte Castelo, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Já o amigo Sidinei Lins, conhecido do militar há quase 10 anos, teria se mudado para Cabo Frio há poucos meses. Foi a convite dele que Julio decidiu viajar. Agora, o pai espera que todas as providências sejam tomadas para que o caso possa ser solucionado.
O Globo/montedo.com’
Respostas de 2
Meu RJ está sendo destruído pela bandidagem, se você não sofre nas mãos dos Traficantes ou Milícias, pior acaba sofrendo nas mãos de alguns cuja função é nos defender dos dois Anteriores. Palavra que demonstra tudo isso: tristeza.
Já era hora, de o Congresso Nacional, discutir , prisão perpétua ou pena de morte, com injeção letal, para esses tipos de crime covarde,Todos o dias, tem crime covarde no Brasil, é ninguém fala nada, DE MUDAR O código Penal Brasileiro, chega de ser bonzinho para assinos.Penade morte e essencial numa sociedade Violente, quem tem te Medo,.