Proposta estabelece prioridades no serviço militar obrigatório
Tomaz Silva
O Projeto de Lei 557/19, já aprovado pelo Senado, prevê que jovens morando em instituições de acolhimento familiar ou institucional tenham prioridade no processo seletivo para o serviço militar obrigatório. O texto em análise na Câmara dos Deputados insere dispositivos na Lei do Serviço Militar.
Atualmente, a seleção para as Forças Armadas tem três etapas: alistamento (no ano em que o jovem completa 18 anos de idade), seleção e incorporação. Pela proposta, a preferência pelos jovens egressos de abrigos será complementar a critérios definidos previamente pelo Exército, pela Marinha ou pela Aeronáutica.
Segundo o Ministério da Defesa, a seleção considera basicamente a combinação de vigor físico e capacidade analítica, medida de forma independente do nível de informações ou da formação cultural dos candidatos. Adicionalmente, as Forças Armadas buscam a representação de todas as classes sociais e regiões do Brasil.
“Há um vazio no sistema de proteção social no que se refere à pessoa egressa de instituições de acolhimento”, avaliou o autor da proposta, senador Eduardo Girão (Pode-CE). “Após completar 18 anos, não há instrumento que permita ao jovem transitar da situação de tutela para o livre exercício da vida adulta”, disse.
Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Agência Câmara de Notícias/montedo.com
Respostas de 10
O critério deverá ser sempre a meritocracia e as necessidades de cada OM! Nada contra as Forças Armadas ajudar essa parcela dos conceitos, mas estabelecer cotas entre militares é ridículo!
“Há um vazio no sistema de proteção social” porque as instituições nacionais são adoradoras do vitimismo e da miséria, retirando dinheiro do mercado através de taxas, impostos, etc com a alegação de benefícios sociais, gerando desemprego e vantagens para os gestores de fundos. Ha trilhões de reais em fundos estatais que poderiam gerar milhões de empregos se esse dinheiro circulasse na economia. Isso não vale para os fundos de pensão que são também uma aberração. A Seguridade Social deveria ser igual para todos desde que em contas e arrecadação separadas, especificas para o SUS, para aposentadorias, para seguro saúde, seguro desemprego e auxilio doença entre algumas atribuições do INSS.
Fundos de Pensão estatais, por exemplo, foram castigados com prejuízos enormes no passado por investimentos em títulos podres. A esses fundos deveria ser permitidos apenas aplicação em títulos do governo federal, angariando renda com juros que seriam pagos a banqueiros. Os Correios, por exemplo, passaram a dar lucro e com lucro revertido aos funcionários que ainda pagam ao Fundo de Pensão os prejuízos do passado. Esse governo já fala em “investimentos” nos Correios. Investimentos???
Mais um exemplo é o FUSTEL, com R$ 45 bilhões em caixa, cobrados das empresas de telecomunicações, dinheiro parado, alegadamente para investimentos em avanços nas telecomunicações, dinheiro que poderia ser devolvido às empresas contribuintes para sanearem suas dívidas e, sob novas regras, permitir e incentivar o mercado aos investimentos, livres dessa amarração de agencias reguladoras, todas elas, cabidaço de servidores públicos estilo União Europeia, criadas por FHC, como quer agora a TAURUS para garantir reserva de mercado para suas armas e munições.
É FISTEL
FISTEL.
Procure se informar mais.
Veja no site da Anatel.
Aliás muitos pagam Fistel, inclusive pessoas físicas.
Você sabe o que é Fust e Funttel? Não? Comecemos pelas siglas:
Fust – Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações
Funttel – Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações
Como os próprios nomes fazem entender, os fundos servem ao objetivo de fomentar o desenvolvimento das telecomunicações no país. O Fust, em especial, se dirige a levar acesso a telefonia e internet para regiões do país com baixa densidade demográfico e baixa dinâmica econômica, fatores que dificultam o custeio desse tipo de serviço e, muitas vezes, condenam milhões de brasileiros ao isolamento.
E, como alguns já sabem, os recursos dos dois fundos advém de contribuições de empresas do setor.
Vou esperar sair o filme
O Estado brasileiro não é uma simbiose mas um parasita chamado por elefante branco. Parlamentares e juízes, em todas as instâncias, fazendo politica para não trabalhar, com infinitas regalias e privilégios, enquanto seus assessores trabalham, ou não, por eles. Só uma reforma drástica para enxugar, fortalecer a iniciativa privada, provedora de bens e serviços à toda a população e ao Estado.
As regalias são uma vergonha. Políticos não deveriam ter nem mesmo salários vitalício. Apenas durante o mandato.
Verdade que os militares já começaram a reclamar desse método que está para ser implantado na seleção dos conscritos?! Só para de ter uma ideia eu servi 10 ando em Brasília, e nesse período não apareceu nenhum soldado morando na Asa Norte, Asa Sul, Lago Norte, Lago Sul e nem Sudoeste, só vinha do Gama, Ceilandia, Planaltina, e em torno. O meu filho não queria servir e apesar de ter todos os requisitos não foi selecionado, não sei se foi por causa do endereço um bairro nobre. Então meus amigos, o processo já existe há muito tempo, irão apenas formalizar em forma de lei agora.
Na prática quem pagará para a defesa da Pátria será a classe mais vulnerável do país.
O serviço militar obrigatório será apenas para os mais humildes, dificilmente eles serão aceitos no CPOR/NPOR para se tornarem oficiais temporários, mas sim soldados.
Estamos retrocedendo na história.
Todo dia esse bla bla bla…não receberemos esses elementos, vamos reprova-los na saúde, fisíco e etc. O EB não é reformatório.