Outros 38% aprovam a presença das Forças Armadas no governo e na política; taxas ficaram estáveis em 4 meses.
Carlos Lins
Pesquisa PoderData realizada de 11 a 13 de dezembro de 2022 mostra que a opinião dos brasileiros sobre militares na política ficou estável desde o início da campanha eleitoral, 4 meses antes. O número segue desfavorável às Forças Armadas: 36% acham que a presença dos militares na política e no governo é boa para o Brasil, enquanto 47% acham que é ruim.
O PoderData fez essa pergunta aos entrevistados pela 1ª vez em julho de 2020. De lá para cá, a percepção mais negativa de militares no governo foi em agosto de 2021, pouco antes da tensão de Bolsonaro com o STF culminar nos atos de 7 de Setembro daquele ano, quando 52% reprovava a participação de militares na política.

O assunto reflete a polarização eleitoral. Pessoas que votaram em Lula tendem a achar a presença de militares na política ruim para o Brasil. Eleitores de Bolsonaro têm o viés oposto.
O resultado indica que o eleitor brasileiro segue vinculando o atual presidente com as Forças Armadas –e, por extensão, o seu sucessor com a retirada delas da política. O futuro ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, anunciado por Lula em 9 de dezembro, tem a missão de reconstruir a relação do petista com os militares.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 11 a 13 de dezembro de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 302 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%.
Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
ESTRATIFICAÇÃO
Eis a percepção sobre militares na política e no governo estratificada por sexo, idade, escolaridade, região e renda familiar.

PODERDATA/montedo.com
Respostas de 11
Como dizia Brizola: há interésses..
Precisamos urgentemente migrar os Sgt QE, músicos, enfermeiros e outros que não exercem atividade tipicamente militar para o INSS, pois do contrário, militares de verdade vão acabar perdendo sua proteção social.
Vem você de novo com essa baboseira? Tu acha que o médico vai pro campo de batalha? Tu acha que o militar de outra carreira tem preparado para fazer um atendimento? Você acha que o SAMU vai lá no campo de batalha te buscar? Olha, já e segunda vez que vejo isso.
Mais uma pesquisa que parte do nada e não chaga a lugar algum, com a temática buscando constranger um dos lados. Como outras, uma miscelânea de números, segmentos e com metodologia confusa. Poderiam utilizar suas verbas para levantamentos claros e que apuram o que realmente é prioritário para o país e sua população.
Concluindo, nem mesmo entre os bolsominions há concordância de desviar a função dos militares.
Senhores, após verificar a eficácia do trabalho do que estava à frente do Ministério da Saúde, podem tirar suas conclusões.
C a sociedadr precisa? Ou só podem os ” cumpanheiru”?
Essa pesquisa é fraude
Acreditem não!
Até agora questiono: para que serve mesmo as ffaa ?
VILA VELHA- ES. um pastor (Evangélico), estudioso das Sagradas Escrituras, falava, pregava para o momento d e insanidade de um stf ditador, perseguido, ( dizem as “otoridades”, falava mal do luladrão incitando turbulencias.
Por ordem do stf – moraes, acabou sendo preso em frente o 38º BATALHÃO DO EXERCITO. Vitória-ES.
PODE ISSO?
AS FFAA não tem nada com isso?
Ruim para o Brasil é ter ladrões na política, não militares. Já fizeram essa pesquisa? – Não! Por isso escolheram um rapineiro que já está alocando os “cumpanheros” nos lugares chaves para recomeçar o que fizeram antes. Não vou desenhar o que.
Crime comum não pode, agora crime de responsabilidade tá liberado. Vamos acordar crime é crime. Por exemplo: fazer uma péssima administração na saúde e matar um monte de gente e igual ou pior do que dilapidar o patrimônio público? Dentre outros. Você deve ser daqueles ah ele roubou, mas roubou pouco, igual o Guedes confessou, mesmo que sem querer.