Gripen: início de uma nova era na defesa aérea do Brasil

Caça Gripen E do Brasil
Imagem: Divulgação

F-39 Gripen marca o início de uma nova era na defesa aérea do Brasil; leia análise

 Roberto Godoy

O novo caça da FAB, o F-39 Gripen E/F, recebido com festa na base aérea de Anápolis, é o mais avançado avião de combate da América Latina. O lote contratado com o fornecedor sueco Saab – 36 aeronaves por US$ 3,77 bilhões, em 2014, com transferência de tecnologia – cresceu. O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Carlos Batista Jr. anunciou, em abril, a extensão da encomenda para mais 4 supersônicos. Ele também abriu negociações de um segundo lote, com 26 unidades.

 

 

 

 

Os Gripen ficarão com o 1.º Grupo de Defesa Aérea (GDA) de Anápolis. O plano prevê que parte da frota equipe uma nova base. O caça não vai envelhecer. Seu software é de arquitetura aberta, facilita a atualização constante.

O F-39 é o último caça multimissão que a FAB compra fora do País. O tempo de convivência com o novo caça é estimado em 40 anos. Passando por até seis processos de atualização, eles podem operar até 2063. Segundo um brigadeiro ouvido pelo Estadão, “é tempo suficiente para toda a pesquisa e desenvolvimento que um programa desses implica”.

No futuro, o sucessor do F-39 disputará um mercado denso. Para competir na segunda metade do século terá de estar no estado da arte, incorporando tecnologia ‘stealth’ de furtividade, para dificultar a detecção. Eventualmente, poderá ser empregado como aeronave líder de esquadrões de drones armados. Ou mesmo voar sem piloto, de forma autônoma, orientado por inteligência artificial.

ESTADÃO/montedo.com

Respostas de 3

  1. Vocês sabem porque entrará em operação amanhã, não?
    Ex-ministro da Defesa Braga Netto:
    “Vocês não percam a fé, é só o que eu posso falar para vocês agora”.

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