À Gazeta do Povo, o general reformado Paulo Chagas disse sentir “vergonha” de ter conhecimento da carta e destaca não ser signatário. Para ele, o manifesto é fruto de militares da reserva que demonstram “falta de confiança” na “competência e no discernimento” dos atuais chefes militares.
“Os atuais comandantes foram formados pelos signatários do manifesto ou foram, em algum momento, seus subordinados. Aprendi que, se a geração que nos sucede não for melhor do que a nossa, é porque fomos incompetentes”, diz. “As Forças Armadas não precisam da orientação dos veteranos, mas apenas da sua confiança.”
Paulo Chagas diz que jamais produziria ou assinaria um manifesto que, “na essência”, considera ser “uma declaração de que os signatários falharam na formação dos seus substitutos”. “Eu, como soldado, acredito plenamente nas instituições militares, nos homens e mulheres que as integram, na coragem e no discernimento dos oficiais generais que as comandam. E, tanto quanto os patriotas acampados em frente aos quartéis, eu confio nas Forças Armadas e sei que, para elas, eu não preciso pedir socorro ou dizer o que devem fazer”, diz.
GAZETA DO POVO/montedo.com
Respostas de 4
Esse aí é um ze ruela, ninguém dá a mínima para esse melancia
Exatamente.
Vindo de quem, já sabemos que são termos comunistas, contra o povo brasileiro e contra o Brasil.
Gostei do comentário do general. Vou por essa linha de pensamento.
Quando chegar no fim da linha, compartilhe a sua convicção!